SNA defende recuperação de APPs

SNA defende recuperação de APPs

19 de setembro de 2014

As secas prolongadas que têm afetado diversos estados e levado à iminência de racionamento na maior cidade do país, São Paulo, não se resolverão só com a volta das chuvas. É preciso reflorestar as nascentes e margens dos rios para garantir um suprimento de água confiável e perene. O alerta não vem de setores ambientalistas, mas de um segmento durante muitos anos associado à derrubada das matas: os agropecuaristas.

A segurança hídrica afeta não só as torneiras da população, mas coloca em risco o próprio negócio dos fazendeiros, que precisam de água abundante para irrigar suas plantações. A opinião foi externada hoje (25) pelo diretor da Sociedade Nacional de Agricultura (SNA), Alberto Figueiredo, em entrevista à Agência Brasil.

“O que acontece é que a escassez de água, neste momento, está recrudescendo. Está acontecendo de fato e deixando milhares de pessoas na sede. O fato se tornou grave e alarmante. O que nos preocupa é que não há qualquer trabalho feito pelas autoridades no sentido de manter as fontes de água, as nascentes, as florestas nas encostas, as reservas ciliares para garantir os cursos d’água. Isso não acontece na intensidade que deveria, e pode fazer com que crescentes contingentes de pessoas fiquem sem água”, alertou Figueiredo.

A escassez de água e a diminuição dos cursos d’água acabam por inibir novos projetos de irrigação e afetam as iniciativas existentes no campo, segundo o diretor da SNA. “A gente sabe que as produções, tanto agrícolas quanto pecuárias, sem irrigação, tornam o processo extremamente difícil em termos de produtividade”, salientou.

Para ele, os governos deveriam incentivar, monetariamente, os fazendeiros a replantarem as áreas de preservação permanente, principalmente as encostas. As matas nesse tipo de terreno têm a função de reter e fazer infiltrar as chuvas, evitando que grande volume de terra acabe assoreando os córregos e rios.

Segundo Figueiredo, “o novo Código Florestal diminuiu as exigências de reflorestamento em áreas declivosas, o que é grave, pois são terrenos que não dão produtividade nem para a pecuária nem para a agricultura, e se prestam efetivamente para as florestas. O que precisamos é fazer funcionar um dos artigos do Código Florestal que permite remunerar os produtores que fizerem conservação de recursos hídricos, pela manutenção das matas ciliares, ao redor das nascentes e também nas encostas”.

Figueiredo acredita que as novas gerações de agropecuaristas têm nova visão ecológica do processo produtivo. “A geração atual está consciente disso. O que precisa é o governo fazer cumprir a legislação que existe. Hoje não há, por exemplo, profissionais distribuídos pelo interior para orientar os produtores em relação ao preenchimento do cadastro ambiental rural”, ressaltou.

O dirigente da SNA também prega o aumento da produtividade na criação de gado, colocando mais animais em espaço menor e abrindo área para o reflorestamento. Pelas suas contas, “hoje temos 1,2 cabeça de boi por hectare, em média, no Brasil. Já estamos conseguindo, em algumas propriedades, 15 cabeças por hectares. Podemos multiplicar por dez, no mínimo, a produtividade, ou diminuir em 90% a área ocupada, mantendo a mesma produção. Esta área que vai ser liberada, a partir da racionalização do uso do solo, vai permitir que se recomponham as matas”. (da Agência Brasil)

 

Declaração de florestas sem o Brasil

Declaração de florestas sem o Brasil

 

23 de setembro de 2014

A Ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira, disse que o país não foi convidado a discutir o texto, o Conselheiro-Senior de Política Ambiental do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), Charles McNeill, rebateu afirmando que o primeiro rascunho foi enviado aos responsáveis no governo brasileiro, mas que o governo não respondeu. Como resultado, o Brasil, que tem a maior floresta tropical do planeta, ficou de fora de um acordo para reduzir desmatamento pela metade até 2020 e zerar o desmatamento até 2030.

A Declaração de Florestas de Nova York foi assinada por 130 países, empresas, organizações da sociedade civil e representantes indígenas na Cúpula do Clima, realizada nesta terça-feira (23) na sede da Organização das Nações Unidas (ONU), em Nova York.

O documento também busca a restauração de mais de 350 milhões de hectares de florestas e terras agricultáveis – uma área maior que a Índia, o que trará benefícios significativos para o clima e poderá tirar a pressão do desmatamento sobre florestas primárias.

A combinação de desmatamento zero com recuperação de áreas degradadas pode impedir a emissão de 4,5 bilhões a 8,8 bilhões de dióxido de carbono por ano, até 2030. A redução de emissões equivale tirar um bilhão de carros das ruas de todo o mundo até lá.

A declaração foi endossada por países desenvolvidos, emergentes e em desenvolvimento, multinacionais de diversos setores, entre elas a Nestlé, Walmart e Cargill, sociedade civil e povos indígenas do Peru ao Nepal. Países com florestas como a Colômbia (que divide a Amazônia com o Brasil) e a Indonésia aderiram à declaração.

Para Paulo Moutinho, diretor-executivo do Instituto de Pesquisa Ambiental da Amazônia (Ipam), “cabe ao Brasil, se não está satisfeito com o que está posto, continuar batalhando para o avanço da discussão e não apenas se retirar dela”. A presidente brasileira foi à Cúpula e ressaltou a redução de quase 80% nas taxas de desmatamento do país, desde 2004. Apesar do Brasil ter sido o país que mais reduziu emissões no período, a taxa de desmatamento voltou a subir no ano passado em 29%.

Entraves para madeira e soja de desmatamento

A declaração é política e tem como objetivo acelerar a ação de empresas para eliminarem o desmatamento de suas cadeias produtivas. De acordo com o Secretário-Geral da ONU, Ban Ki-moon, “a Declaração de Nova York tem como objetivo reduzir mais poluição climática a cada ano do que a emissão total dos Estados Unidos no mesmo período. Florestas não são apenas uma parte da solução climática – elas produzem múltiplos benefícios para todos os membros da sociedade”.

Para auxiliar a Declaração de Nova York, várias ações foram anunciadas nesta terça-feira, entre elas:

* A promessa da Alemanha, Noruega e Reino Unido de financiar projetos para redução de desmatamento e proteção de florestas, assim como contribuir para a criação de incentivos econômicos dentro do acordo do Clima a ser negociado na Conferência de Paris, em 2015.

* A República Democrática do Congo, Etiópia, Guatemala, Uganda e outros países assumiram compromissos individuais de restaurar mais de 30 milhões de terras degradadas, além dos 20 milhões de hectares prometidos anteriormente.

* Vários dos maiores países europeus se comprometeram a desenvolver mecanismos em suas políticas públicas para promover compras de soja, carne, madeira e outras commodities provenientes apenas de fontes sustentáveis. Isto deve ter um grande impacto por causa do poder de compra de algumas das maiores economias do mundo.

O encontro de Cúpula, convocado pelo Secretário-Geral da ONU, Ban Ki-Mooon, acontece 14 meses antes da Conferência do Clima em Paris, com a finalidade de promover ações imediatas para a transição para uma economia global de baixo carbono.

Leia mais sobre a recusa do Brasil em assinar a declaração de florestas: http://glo.bo/ZGmOco

 

Statement forests without Brazil

September 23, 2014

The Minister of Environment, Izabella Teixeira, said the country was not invited to discuss the text, the Counselor-Senior Environmental Program Policy United Nations Development Program (UNDP), Charles McNeill, countered stating that the first draft was responsible sent to the Brazilian government, but the government did not respond. As a result, Brazil, which has the largest rainforest in the world, was left out of an agreement to reduce deforestation by half by 2020 and zero deforestation by 2030.

The Declaration of New York Forests was signed by 130 countries, companies, civil society organizations and indigenous representatives at the Climate Summit held on Tuesday (23) at the headquarters of the United Nations (UN) in New York.

The document also seeks the restoration of more than 350 million hectares of forests and agricultural land – an area larger than India, which will bring significant benefits for the climate and can take the deforestation pressure on primary forests.

The combination of zero deforestation with land reclamation can prevent the emission of 4.5 billion to 8.8 billion tons of carbon dioxide per year by 2030. The reduction in emissions equivalent to take a billion cars off the streets around the world until then.

The statement was endorsed by developed countries, emerging and developing countries, multinational companies from various sectors, including Nestle, Cargill and Walmart, civil society and indigenous peoples from Peru to Nepal. Forest countries like Colombia (which divides the Amazon with Brazil) and Indonesia joined the statement.

For Paulo Moutinho, executive director of the Environmental Research Institute of Amazonia (IPAM), “it is for Brazil, if you are not satisfied with what is laid, keep battling to advance the discussion and not just withdraw it.” The Brazilian president was the Summit and stressed the reduction of almost 80% in the country’s deforestation rates since 2004. Although Brazil was the country that reduced emissions over the period, the rate of deforestation rose again last year in 29 %.

Barriers for wood and soy deforestation

The statement is political and aims to accelerate the action of companies to eliminate deforestation from their supply chains. According to the Secretary General of the UN, Ban Ki-moon, “the New York Declaration aims to further reduce climate pollution each year than the total emissions of the United States in the same period. Forests are not only part of the climate solution – they produce multiple benefits for all members of society. ”

To assist the Declaration of New York, several actions were announced on Tuesday, among them:

* Germany’s promise, Norway and the United Kingdom to finance projects to reduce deforestation and forest protection, as well as contribute to the creation of economic incentives in the agreement of the Climate to be negotiated at the Paris Conference in 2015.

* The Democratic Republic of Congo, Ethiopia, Guatemala, Uganda and other countries have made individual commitments to restore more than 30 million degraded lands, in addition to 20 million hectares promised earlier.

* Several of the largest European countries committed themselves to developing mechanisms for public policies to promote soybean purchases, meat, wood and other commodities derived only from sustainable sources. This should have a big impact because the purchasing power of some of the world’s largest economies.

The meeting Summit, convened by UN Secretary-General Ban Ki-Mooon, takes place 14 months before the Climate Conference in Paris, in order to promote immediate action for the transition to a global low carbon economy.

Read more about Brazil’s refusal to sign the declaration of forests: http://glo.bo/ZGmOco

 

Bosques declaración sin Brasil

23 de de septiembre de, 2014

El Ministro de Medio Ambiente, Izabella Teixeira, dijo que el país no fue invitado a discutir el texto, el Programa de Política Ambiental Programa de Consejero-superiores de las Naciones Unidas para el Desarrollo (PNUD), Charles McNeill, contradijo diciendo que el primer borrador era responsable envió al gobierno de Brasil, pero el gobierno no respondió. Como resultado, Brasil, que tiene la mayor selva tropical del mundo, quedó fuera de un acuerdo para reducir la deforestación a la mitad para 2020 y la deforestación cero en 2030.

La Declaración de Nueva York Bosques fue firmado por 130 países, empresas, organizaciones de la sociedad civil y representantes indígenas en la Cumbre del Clima celebrada el martes (23) en la sede de las Naciones Unidas (ONU) en Nueva York.

El documento también busca la restauración de más de 350 millones de hectáreas de bosques y tierras agrícolas – un área mayor que la India, lo que traerá importantes beneficios para el clima y pueden tomar la presión de la deforestación de los bosques primarios.

La combinación de deforestación cero con la recuperación de tierras puede evitar la emisión de un 4,5 mil millones a 8,8 mil millones de toneladas de dióxido de carbono por año para el año 2030. La reducción de emisiones equivalente a tomar unos mil millones de automóviles de las calles de todo el mundo hasta allá.

La declaración fue aprobada por los países desarrollados, los países emergentes y en desarrollo, las compañías multinacionales de diversos sectores, incluyendo Nestlé, Cargill y Walmart, la sociedad civil y los pueblos indígenas de Perú a Nepal. países como Colombia forestales (que divide el Amazonas con Brasil) e Indonesia se sumaron a la declaración.

Para Paulo Moutinho, director ejecutivo del Instituto de Investigación Ambiental de la Amazonia (IPAM), “que es para Brasil, si usted no está satisfecho con lo que está establecido, seguir luchando para avanzar en la discusión y no sólo retirarla.” El presidente de Brasil fue la Cumbre y destacó la reducción de casi el 80% en las tasas de deforestación en el país desde 2004. A pesar de que Brasil fue el país que reduce las emisiones durante el período, la tasa de deforestación se levantó otra vez el año pasado en 29 %.

Barreras para la madera y la deforestación de soja

La declaración es política y tiene como objetivo acelerar la acción de las empresas para eliminar la deforestación de sus cadenas de suministro. De acuerdo con el secretario general de la ONU, Ban Ki-moon, “la Declaración de Nueva York tiene como objetivo reducir aún más la contaminación climática cada año que las emisiones totales de los Estados Unidos en el mismo período. Los bosques no sólo son parte de la solución climática – que producen múltiples beneficios para todos los miembros de la sociedad “.

Para ayudar a la Declaración de Nueva York, varias acciones fueron anunciados el martes, entre ellos:

* La promesa de Alemania, Noruega y el Reino Unido para financiar proyectos para reducir la deforestación y la protección de los bosques, así como contribuir a la creación de incentivos económicos en el acuerdo del clima para ser negociados en la Conferencia de París en 2015.

* La República Democrática del Congo, Etiopía, Guatemala, Uganda y otros países han hecho compromisos individuales para restaurar más de 30 millones de tierras degradadas, además de 20 millones de hectáreas prometidas antes.

* Varios de los grandes países europeos se comprometieron a desarrollar mecanismos de políticas públicas para promover las compras de soja, carne, madera y otras materias primas derivadas sólo de fuentes sostenibles. Esto debería tener un gran impacto debido a que el poder adquisitivo de algunas de las economías más grandes del mundo.

La Cumbre reunión, convocada por el secretario general de la ONU, Ban Ki-Mooon, tiene lugar 14 meses antes de la Conferencia sobre el Clima en París, con el fin de promover la acción inmediata para la transición a una economía global baja en carbono.

Leer más sobre la negativa de Brasil a firmar la declaración de los bosques: http://glo.bo/ZGmOco

CAR no Paraná está abaixo de 10%

CAR no Paraná está abaixo de 10%

 

23 de setembro de 2014

O Secretário de Meio Ambiente e Recursos Hídricos do Paraná, Antonio Caetano de Paula Junior, confirmou ontem ao Portal Ponta Grossa que menos de 10% das propriedades rurais no estado fizeram o Cadastro Ambiental Rural, quatro meses após o início do prazo de um ano ano (renovável por mais um) para que todas as propriedades do país o façam.

 

CAR Parana is below 10%

September 23, 2014

The Secretary of Environment and Water of Parana Resources, Antonio Caetano de Paula Junior, confirmed yesterday Portal Ponta Grossa that less than 10% of farms in the state made the Rural Environmental Registry, four months after the beginning of the period of one year year (renonável for another) so that all the country’s property to do so.

Read the article: http: //www.pontagrossa.com.br/96536/noticias-de-ponta-grossa-pr/90-das-p …

 

CAR Parana está por debajo de 10%

23 de de septiembre de, 2014

La Secretaría de Medio Ambiente y Agua de Recursos Parana, Antonio Caetano de Paula Junior, confirmaron ayer Portal de Ponta Grossa que menos del 10% de las granjas en el estado hizo el Registro Ambiental Rural, cuatro meses después del comienzo del período de un año a año (renonável para otro) para que todos los bienes del país en hacerlo.

Lee el artículo: http: //www.pontagrossa.com.br/96536/noticias-de-ponta-grossa-pr/90-das-p …

Código Florestal e o segundo turno

Código Florestal e o segundo turno

O Observatório do Código Florestal reenviou a carta em que 18 organizações da sociedade civil pedem aos candidatos à presidência que se  manifestem sobre os principais aspectos de implementação do novo Código. A carta foi reenviado aos comitês de campanha de Dilma Rousseff (PT) e Aécio Neves (PSDB) nesta semana.

Nenhum dos candidatos que concorreram ao primeiro turno das eleições assumiu o compromisso  solicitado de disponibilizar publicamente os dados inseridos no SICAR (Sistema Nacional de Cadastro Ambiental Rural),  de garantir apoio técnico e financeiro aos estados para a efetiva implementação do SICAR (ou seu similar estadual)  e de criar politicas públicas de incentivos para proprietários que cumprem ou que queiram passar a cumprir o Código Florestal tenham condições para tanto.

O artigo 41 da Lei n.º 12.651/2012 que reformou o Código Florestal, prevê incentivos para o cumprimento do mesmo. Os candidatos que disputam o segundo turno também são convidados a explicar como e se pretendem instituir o Pagamento por Serviços Ambientais, o estabelecimento de uma política diferenciada de crédito e incentivos fiscais, comerciais e o seguro agrícola.

As organizações também querem saber se os candidatos estão comprometidos em estabelecer uma ampla política de recuperação de áreas degradadas ou desmatadas, em regulamentar o mecanismo de compensação, que prevê a criação de Cotas de Reserva Ambiental (CRAs). Com as CRAs, proprietários que tenham mais Reserva Legal (percentual mínimo de vegetação nativa estipulada pelo Código) do que exigido por lei, podem transformar cada hectare de excesso em uma cota e vende-la aos proprietários com déficit de Reserva Legal que não queiram regenerar ou restaurar áreas desmatadas além do permitido.

Na carta, as entidades fazem uma série de recomendações, incluindo o cumprimento do prazo para o Cadastro Ambiental Rural até maio de 2016, consulta pública para a regulamentação das CRAs e uma política efetiva e imediata que promova a recuperação das florestas e da vegetação nativa de todos os biomas.

Roberto Smeraldi, diretor da Amigos da Terra, uma das organizações signatárias e integrantes do OCF, explica que “com uma tacada só o próximo presidente pode aliviar futuras crises da água em São Paulo, mitigar a crise da energia que levou o MW de R$130 para R$800, prevenir os desastres que assolam o Rio de Janeiro, Minas Gerais e Santa Catarina no verão, aumentar a produtividade da pecuária e da agricultura, que sustentam a economia nacional”. E esta tacada além de não ser “uma mágica”, ainda é barata: “a implementação do código florestal custa menos de um décimo do socorro às distribuidoras elétricas”.

Pecuária sustentável X desmatamento

Pecuária sustentável X desmatamento

O programa “Novo Campo” , de pecuária sustentável começa a ser implementado ainda em outubro de 2014 na região de Alta Floresta – maior polo pecuário do norte de Mato Grosso, – e no município de Cotriguaçu, noroeste do estado. Coordenado pelo Instituto Centro de Vida (ICV), o Novo Campo visa promover práticas sustentáveis na criação pecuária na Amazônia, melhorando seu desempenho econômico, social e ambiental. A iniciativa pretende contribuir para reduzir o desmatamento, conservar e recuperar os recursos naturais e fortalecer a economia local. O Programa promove a gestão integrada da propriedade rural, com a adoção progressiva das Boas Práticas Agropecuárias (BPA) para Gado de Corte, da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa). O Novo Campo começou como  um projeto piloto, em 2012. Os resultados foram tão bons que ele está sendo ampliado. Em Nova Floresta, onde participaram cerca de 10 propriedades, houve  redução da idade de abate dos animais, de 44 para 36 meses para machos e de 34 para 26 meses para fêmeas, aumentando a produtividade de 4,7 para mais de 12 arrobas por hectares ao ano. A qualidade da carne também foi melhorada e a renda dos produtores aumentou. Segundo Laurent Micol, coordenador executivo do ICV, o Programa representa um experimento em escala da transformação do sistema produtivo da pecuária. “Vamos demonstrar, na prática, que é possível produzir mais e melhor numa região como Alta Floresta, sem desmatar e ainda recuperando as áreas degradadas”, afirmou. Como participar Para entrar no Novo Campo, os produtores precisam estar em dia com as questões ambientais e trabalhistas, e contratar assistência técnica credenciada pelo programa.  As propriedades participantes terão um diagnóstico, seguido da  elaborado e implementado um projeto técnico-econômico, que será acompanhado por um técnico credenciado. Para incentivar a realização desses investimentos, os produtores participantes terão acesso a uma bonificação de preço, baseada em critérios de qualidade da carcaça. Além disso, estão sendo desenvolvidos mecanismos para facilitar o acesso ao crédito. Para garantir a operacionalização, o programa está capacitando um grupo de profissionais de assistência técnica, apoiando a criação de uma associação de produtores de pecuária sustentável e desenvolvendo ferramentas que facilitarão a gestão da fazenda no dia a dia e que permitirão garantir a origem dos animais aos compradores. O Programa Novo Campo tem a parceria da Embrapa, dos Sindicatos Rurais de Alta Floresta e de Cotriguaçu, do Instituto Internacional para Sustentabilidade (IIS), do Instituto de Manejo e Certificação Florestal e Agrícola (Imaflora), da Fundação Solidaridad e da empresa multinacional de carnes JBS S.A. Conta também com o apoio do Fundo Vale, da Fundação Moore, do Grupo de Trabalho da Pecuária Sustentável (GTPS) e da Cooperação da Noruega (Norad).

 

Sustainable Livestock X deforestation

The “program New Field “, sustainable livestock begins to be implemented even in October 2014 in the region of Alta Floresta – largest polo livestock in northern Mato Grosso, – and the municipality of Cotriguaçu, northwest of the state. Coordinated by the Instituto Centro de Vida (ICV), the New Field It aims to promote sustainable practices in cattle ranching in the Amazon, improving their economic, social and environmental performance. The initiative aims to help reduce deforestation, conserve and restore natural resources and strengthen the local economy. The program promotes integrated management of rural property, with the progressive adoption of Good Agricultural Practices (GAP) for Beef Cattle, the Brazilian Agricultural Research Corporation (Embrapa). The New Field began as a pilot project in 2012. The results were so good that it is being expanded. In New Forest, attended about 10 properties, a reduction of the age of slaughter of the animals from 44 to 36 months for males and 34 females for 26 months, increasing the productivity of over 4.7 to 12 kilos per hectare per year. The meat quality was also improved and the income of farmers increased. According to Laurent Micol, executive coordinator of the ICV, the program is an experiment in scale transformation of the productive livestock system. “We will demonstrate in practice that it is possible to produce more and better in a region as Alta Floresta, without clearing and still recovering degraded areas,” he said.How to participateTo enter the New Course, producers need to be in compliance with environmental and labor issues, and hire technical assistance accredited by the program. Participating properties will have a diagnosis, followed by developed and implemented a technical and economic project, which will be accompanied by a certified technician. To encourage such investments, participating producers will have access to a price subsidy, based on carcass quality criteria. Also, they are being developed mechanisms to facilitate access to credit. To ensure the operation, the program is training a group of service personnel, supporting the creation of an association of sustainable livestock producers and developing tools that facilitate farm management on a daily basis and which will guarantee the origin of the animals to buyers. The New Course Program is a partnership with Embrapa, the Rural Trade Unions of Alta Floresta and Cotriguaçu, the International Institute for Sustainability (IIS), the Institute of Management and Forest and Agricultural Certification (Imaflora) of Solidaridad and multinational meat JBS SA also has the support of the Vale Fund, the Moore Foundation, Labor Sustainable Livestock Group (GTPS) and Cooperation of Norway (Norad).

 

Ganadería Sostenible deforestación X

El “programa nuevo campo “, ganadera sostenible comienza a implementarse incluso en octubre de 2014 en la región de Alta Floresta – ganadera más grande de polo en el norte de Mato Grosso, – y el municipio de Cotriguaçu, noroeste del estado. Coordinado por el Instituto Centro de Vida (ICV), el nuevo campo Su objetivo es promover prácticas sostenibles en la cría de ganado en el Amazonas, la mejora de su desempeño económico, social y ambiental. La iniciativa tiene como objetivo ayudar a reducir la deforestación, conservación y restauración de los recursos naturales y fortalecer la economía local. El programa promueve la gestión integrada de la propiedad rural, con la adopción progresiva de las buenas prácticas agrícolas (BPA) para el ganado vacuno, la Empresa Brasileña de Investigación Agropecuaria (Embrapa). El nuevo campo comenzó como un proyecto piloto en el año 2012. Los resultados fueron tan buenos que se está ampliando. En New Forest, asistido aproximadamente 10 propiedades, una reducción de la edad de masacre de los animales de 44 a 36 meses para los machos y 34 hembras de 26 meses, el aumento de la productividad de más de 4,7 a 12 kilos por hectárea por año. La calidad de la carne también se ha mejorado y la renta de los agricultores aumentó. Según Laurent Micol, coordinador ejecutivo de la ICV, el programa es un experimento de transformación de escala del sistema de ganado productivo. “Vamos a demostrar en la práctica que es posible producir más y mejor en una región como Alta Floresta, sin compensación y todavía se está recuperando áreas degradadas”, dijo.cómo participarPara entrar en el nuevo curso, los productores deben estar en conformidad con las cuestiones ambientales y laborales, y contratar la asistencia técnica acreditada por el programa. Los hoteles participantes tendrán un diagnóstico, seguido de desarrollado y puesto en práctica un proyecto técnico y económico, que será acompañado por un técnico certificado. Para fomentar este tipo de inversiones, los productores participantes tendrán acceso a la subvención de precios, basado en criterios de calidad de la canal. Además, se están desarrollando mecanismos para facilitar el acceso al crédito. Para garantizar el funcionamiento, el programa es la formación de un grupo de personal de servicio, apoyar la creación de una asociación de productores de ganado sostenibles y herramientas que facilitan la gestión agrícola sobre una base diaria y que garantice el origen de los animales a los compradores en desarrollo. El nuevo programa del curso es una sociedad con Embrapa, los sindicatos rurales de Alta Floresta y Cotriguaçu, el Instituto Internacional para la Sostenibilidad (IIS), el Instituto de Gestión y Certificación Forestal y Agrícola (Imaflora) de Solidaridad y multinacionales carne JBS SA también cuenta con el apoyo del Fondo Vale, la Fundación Moore, Trabajo Sostenible Ganado Grupo (GTPS) y la Cooperación de Noruega (NORAD).

Guia traz prazos importantes do Código Florestal

Guia traz prazos importantes do Código Florestal

A Bolsa de Valores Ambientais BVRio lançou um guia simplificado do Código Florestal para produtores e proprietários rurais. O guia de uma página traz uma linha do tempo com os prazos vigentes da legislação florestal, alertando sobre a realização do Cadastro Ambiental Rural (CAR), os prazos para conversão de multas e para concessão de créditos.
Na parte superior, em verde, é apresentado o “caminho para a regularização”, com os passos para o cumprimento dos prazos do Código Florestal. Na parte inferior, em laranja, são apresentados os “riscos a evitar”, dando uma ideia dos riscos que o produtor rural corre se perder os prazos.
Segundo Leonel Mello, responsável pelo departamento florestal da BVRio, “percebemos que proprietários rurais têm dúvidas quanto aos prazos do código florestal e tivemos a ideia de ajudá-los a se organizarem para realizar a compensação ambiental, caso necessário”.
O guia pode ser baixado aqui e está disponível no site da BVRio

Mato Grosso adere a SICAR

O estado do Mato Grosso já está migrando os Cadastros Ambientais Rurais (CAR) para o Sistema CAR (SICAR) disponibilizado pelo governo federal. Os proprietários de imóveis e posseiros do estado que ainda não fizeram o cadastro já podem se inscrever diretamente Sicar . Quem já se cadastrou, não precisa repetir o CAR, mas pode ser notificado para completar informações que não eram necessárias no CAR estadual. O produtor que teve as informações migradas deverá acessar o SICAR com o número do Cadastro de Pessoa Física (CPF) ou do Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica (CNPJ) para emitir o recibo com o número de inscrição do CAR. As informações são do Expresso MT. Leia mais em: http://bit.ly/1uuVYf6

Comissão do Senado aprova incentivos para recuperação de mata nativa

Comissão do Senado aprova incentivos para recuperação de mata nativa

Produtores rurais poderão deduzir até 20% do Imposto de Renda com gastos em preservação ou recuperação de mata nativa. Isto se o substitutivo aprovado nesta quinta-feira (30) na Comissão de Agricultura e Reforma Agrária do Senado, passar nas próximas comissões a que será submetido e chegar à votação em plenário.

Incentivos econômicos à preservação e recuperação de áreas florestadas vêm sendo discutidos há bastante tempo no Congresso, mas ainda não saíram do papel. O substitutivo aprovado na Comissão tem autoria do Senador Jonas Pinheiro (PFL/MT) e relatoria do senador Waldemir Moka (PMDB-MS). E agrega e arquiva oito projetos de lei que tramitam em conjunto no Senado – três deles desde 2007, quatro desde 2008 e um desde 2009. O projeto passa a tramitar com o número do mais antigo: 131/2007.

Além da dedução de Imposto de Renda, o substitutivo estabelece outros incentivos, como juros menores em financiamentos públicos. Quanto maior a área de vegetação nativa mantida, em relação à área total da propriedade, maior poderá ser a redução de juros sobre crédito rural concedida ao proprietário rural.

E para agricultores da Amazônia Legal que tomarem financiamentos com recursos de fundos constitucionais, ele prevê que seja concedido bônus de adimplência de 35% para aqueles que mantiverem área de reserva legal igual ou maior que os limites previstos no Código Florestal.

Moka propõe ainda que fique isento do Imposto sobre a Propriedade Territorial Rural (ITR) parcela da propriedade equivalente a até quatro vezes a área mantida com vegetação nativa.

O substitutivo estabelece que a recuperação da cobertura florestal se dê pelo plantio de espécies nativas. O texto concede benefícios para recuperação e preservação não apenas de áreas protegidas pelo Código Florestal (Lei 12.651/2012), mas também sobre parcelas mantidas com vegetação que extrapolem os limites mínimos obrigatórios pela legislação.

Assim, os incentivos fiscais e creditícios valem para recuperação de áreas de preservação permanente (APP), como as matas ao longo dos rios e no entorno de nascentes e lagos, e também para proteção de remanescentes florestais e áreas de refúgio para a fauna local, por exemplo.

De acordo com o senador Waldemir Moka “isto tudo faz parte de uma discussão que fizemos quando da aprovação do Código Florestal. O projeto de lei disciplina osincentivos fiscais, o que é oportuno num momento em que o país vive uma estiagem importante e vários estados sofrem secas sem precedentes”.

Projeto técnico

A concessão dos benefícios estará condicionada à aprovação, pelo órgão ambiental competente, de projeto técnico elaborado por profissional legalmente habilitado. Para agricultores familiares, o texto prevê que o projeto técnico seja custeado pelo poder público.

Em caso de descumprimento dos compromissos assumidos, os incentivos serão suspensos e o produtor será obrigado a devolver os recursos recebidos, acrescidos de multas e encargos financeiros.

O substitutivo inclui ainda mudanças na lei que Institui a Política Nacional de Recursos Hídricos (Lei 9.433/ 1997) para determinar redução de tarifa pelo uso de água em propriedades que mantiverem áreas preservadas e utilizarem métodos de conservação de água e solo.

Também abre a possibilidade de destinação de recursos arrecadados com a cobrança pelo uso de água no pagamento por serviços ambientais decorrentes da conservação de áreas florestadas nas propriedades rurais.

A proposta segue para exame pelas Comissões de Meio Ambiente (CMA) e de Assuntos Econômicos (CAE).

 

Senate committee approves incentives for native forest recovery

farmers may deduct up to 20% of income tax expenses in preservation or restoration of native forest. This is the substitute approved on Thursday (30) by the Committee on Agriculture and Agrarian Reform of the Senate, to pass the next commissions to be submitted and reach the vote in plenary.

Economic incentives for preservation and restoration of forested areas have been discussed for a long time in Congress, but not yet left the drawing board. The substitute approved by the Commission is authored by Senator Jonas Pinheiro (PFL / MT) and reporting senator  Waldemir Moka (PMDB-MS). And aggregates and archives eight bills that move together in the Senate – three of them since 2007, four since 2008 and since 2009. The project began to transact with the oldest number: 131/2007.

In addition to the deduction of income tax, the substitute establishes other incentives, such as lower interest rates on public funding. The larger the area of ​​native vegetation maintained in relation to the total area of ​​the property, the greater will be the reduction of interest on rural credit granted to the landowner.

And for farmers in the Amazon that make financing with the CF resources, he expected to be awarded 35% compliance bonus for those who hold legal reserve area equal to or greater than the limits provided for in the Forest Code.

Moka also proposes that it is exempt from the Tax on Rural Property (ITR) portion of the property equivalent to up to four times the area maintained with native vegetation.

The substitute indicates that recovery of forest cover to give the planting of native species. The text provides benefits for recovery and preservation not only of protected areas by the Forest Code ( Law 12,651 / 2012 ), but also on plots maintained with vegetation that exceed the minimum limits required by law.

Thus, tax and credit incentives apply to recovery of Permanent Preservation Areas (APP) as the forests along rivers and around springs and lakes, and also for remaining forest protection and refuge areas for the local fauna, for example.

According to Senator Waldemir Moka “This is all part of a discussion we made upon approval of the Forest Code. The bill discipline tax osincentivos, which is appropriate at a time when the country is experiencing a major drought and several states suffer unprecedented drought. ”

technical design

The granting of benefits is conditional upon approval by the competent environmental agency, technical project prepared by a legally qualified professional. For farmers, the text provides that the technical project is funded by the government.

In case of breach of commitments, the incentives will be suspended and the producer will be required to return the funds received, plus fines and financial burdens.

The substitute also includes changes in the law establishing the National Water Resources Policy (Law 9.433 / 1997) to determine reduction of tariff for the use of water in properties that remain preserved areas and use of water and soil conservation methods.

It also opens the possibility of allocation of funds raised by charging for water use in payment for environmental services resulting from conservation of forested areas on farms.

The proposal is for consideration by the Committees for the Environment (CMA) and Economic Affairs (CAE).

Read here the approved text: Report

 

Comisión del Senado aprueba incentivos para la recuperación del bosque nativo

los agricultores pueden deducir hasta el 20% de los gastos de impuestos en la preservación o restauración de bosque nativo. Este es el sustituto aprobado el jueves (30) por la Comisión de Agricultura y Reforma Agraria del Senado, para pasar los próximos comisiones que deban presentarse y llegar a la votación en el Pleno.

incentivos económicos para la conservación y restauración de zonas boscosas se han discutido durante mucho tiempo en el Congreso, pero aún no salido de la mesa de dibujo. El sustituto aprobado por la Comisión es de la autoría del senador Jonas Pinheiro (PFL / MT) y senador informes  Waldemir Moka (PMDB-MS). Y los agregados y archivos ocho proyectos que se mueven juntos en el Senado – tres de ellos desde 2007, cuatro desde 2008 y desde 2009. El proyecto se inició en la operación con el número más antiguo: 131/2007.

Además de la deducción de impuestos sobre la renta, el sustituto establece otros incentivos, tales como menores tasas de interés de los fondos públicos. Cuanto mayor sea el área de vegetación nativa mantenido en relación con el área total de la propiedad, mayor será la reducción de los intereses sobre el crédito rural concedido al propietario del terreno.

Y para los agricultores de la Amazonía que hacen que la financiación con los recursos CF, que esperaba ser otorgado bono de cumplimiento del 35% para los que tienen área de reserva legal igual o superior a los límites previstos en el Código Forestal.

Moka también propone que está exenta del Impuesto sobre la porción Propiedad Rural (ITR) de la propiedad equivalente a un máximo de cuatro veces el área mantenido con vegetación nativa.

El sustituto indica que la recuperación de la cubierta forestal para dar la plantación de especies nativas. El texto proporciona beneficios para la recuperación y la conservación no sólo de las áreas protegidas por el Código Forestal ( Law 12.651 / 2012 ), sino también en las parcelas mantenidas con la vegetación que exceden los límites mínimos exigidos por la ley.

Por lo tanto, los incentivos fiscales y de crédito se aplican a la recuperación de Áreas de Preservación Permanente (APP) como los bosques a lo largo de ríos y alrededor de manantiales y lagos, y también para los restantes protección de los bosques y áreas de refugio para la fauna local, por ejemplo.

Según el senador Waldemir Moka “Todo esto es parte de una discusión que hicimos con la aprobación del Código Forestal. Los impuestos osincentivos disciplina proyecto de ley, lo que es apropiado en un momento en que el país está experimentando una gran sequía y varios estados sufren sequía sin precedentes “.

diseño técnico

La concesión de beneficios está condicionada a la aprobación por la agencia ambiental competente, proyecto técnico elaborado por un profesional legalmente calificado. Para los agricultores, el texto prevé que el proyecto técnico es financiado por el gobierno.

En caso de incumplimiento de los compromisos, los incentivos serán suspendidos y se requerirá el productor para devolver los fondos recibidos, además de multas y cargas financieras.

El sustituto también incluye cambios en la ley que establece la Política Nacional de Recursos Hídricos (Ley 9.433 / 1997) para determinar la reducción de la tarifa por el uso del agua en las propiedades que se mantienen áreas conservadas y uso de métodos de conservación de agua y suelo.

También abre la posibilidad de asignación de los fondos recaudados por cobrar por el uso del agua en el pago de servicios ambientales resultantes de la conservación de áreas boscosas en las granjas.

La propuesta es la consideración de los Comités de Medio Ambiente (CMA) y Asuntos Económicos (CAE).

Lea aquí el texto aprobado: Informe

Folha de S. Paulo: Retrocesso no INPE

Folha de S. Paulo: Retrocesso no INPE

Coluna de Marcelo Leite na Folha de São Paulo denuncia o adiamento da divulgação dos alertas de desmatamento do respeitado Instituto Nacional de Estudos Espaciais (INPE), que monitora e divulga os dados de desmatamento na Amazônia. Suspeita-se que o aumento oficial de 29% no desmatamento da região divulgados no ano passado, continue a crescer, mas os dados de alertas de desmatamento do sistema DETER para agosto e setembro, não foram liberados para divulgação, apesar de validados.

Segundo Leite, a última vez que isto aconteceu foi no governo de José Sarney, quando o aumento do desmatamento na Amazônia saiu do controle.

 

Folha de S. Paulo: Kicking at INPE

Column Marcelo Leite in Folha de São Paulo denounced the postponement of the publication of respected deforestation alerts National Institute for Space Research (INPE), which monitors and promotes deforestation data in the Amazon. It is suspected that the official 29% increase in deforestation in the region released last year, continue to grow, but the data from the DETER deforestation alerts for August and September were not released for publication, although validated.

According to Leite, the last time this happened was in the government of José Sarney, when the increase in deforestation in the Amazon out of control. Read the full here:  http: //www1.folha.uol.com.br/fsp/saudeciencia/193595-retrocesso-no-inpe ….

 

Folha de S. Paulo: Retroceso en el INPE

Columna Marcelo Leite en Folha de Sao Paulo denunció el aplazamiento de la publicación de la deforestación respetado alerta Instituto Nacional de Investigaciones Espaciales (INPE), que supervisa y promueve datos de deforestación en la Amazonia. Se sospecha que el aumento del 29% oficial en la deforestación en la región publicado el año pasado, siguen creciendo, pero los datos de las alertas de deforestación DESALENTAR para agosto y septiembre no fueron liberados para su publicación, aunque validado.

De acuerdo a Leite, la última vez que esto sucedió fue en el gobierno de José Sarney, cuando el aumento de la deforestación en el Amazonas fuera de control. Lea el artículo completo aquí:  http: //www1.folha.uol.com.br/fsp/saudeciencia/193595-retrocesso-no-inpe ….[:]

Em seis meses, menos de 10% dos propriedades rurais entraram no CAR

Em seis meses, menos de 10% dos propriedades rurais entraram no CAR

Apesar de não ser responsável pelo Cadastro Ambiental Rural (CAR) e de ter tentado mudar as regras da sua regulamentação ao defender o CAR por matrícula nos cartórios e não por imóvel, o Ministério da Agricultura, Pecuária e Meio Ambiente (MAPA) tomou para si a tarefa de divulgar a marca de 500 mil cadastros, alcançada no final de outubro.

Ninguém sabe ao certo quantas propriedades rurais há no Brasil. A estimativa do governo é que elas somem 5,2 milhões e, apesar do entusiasmo tardio do Ministério da Agricultura, menos de 10% das propriedades foram cadastradas no Sistema Nacional do CAR (SiCAR) –  um sistema eletrônico que gerencia as informações ambientais das propriedades rurais, no qual cada proprietário precisa indicar as coordenadas de sua propriedade a partir de localização GPS, as áreas protegidas e as áreas de produção.

A maioria dos cadastros já realizados no SICAR são de propriedades com menos de 50 hectares e sem déficit de APPs e Reserva Legal, o que demonstra que os grandes proprietários rurais do país ainda não aderiram.

Parte dos cadastros é fruto da migração de registros que vinham sendo realizados há alguns anos em estados como Mato Grosso. Os 44 mil cadastros do MT que estavam no sistema estadual Simlam estão sendo incluídos no SiCAR.

Apesar do CAR estadual de Mato Grosso não exigir a declaração de Reserva Legal, as propriedades do estado entraram no SiCAR e tiveram recibos emitidos, de acordo com o MMA. Os proprietários serão notificados para acessarem o SICAR e completarem as informações que faltam. Se não atenderem, o CAR da propriedade passa de ativo para pendente e poderá ser cancelado, de acordo com o Serviço Florestal, que gerencia o SiCAR

O prazo para as ratificações não é fixo, mas elas só podem acontecer até que o órgão estadual de meio ambiente comece a análise do CAR para validá-lo ou não.

Dos estados que já tinham cadastros independentes Acre, Tocantins, Bahia, Minas Gerais e Mato Grosso já estão no SiCAR e o Mato Grosso é o estado que tem o maior número de imóveis cadastrados. 

A migração para o sistema criado pelo governo federal continua a ser negociada com Roraima, Pará e Espírito Santo. 

São Paulo deve começar a integrar os seus CARs no Sistema Nacional na segunda quinzena de novembro. 

O Mato Grosso do Sul é o único estado com situação indefinida, apesar de “várias tentativas de integração”, de acordo com o Serviço Florestal. Pelo menos por enquanto, o estado continua com sua plataforma própria e não deve fazer a migração de seus cadastros para o SICAR. 

 

Campanha de adesão 

O governo deve lançar em breve uma campanha para estimular o cadastramento, mas há exatos seis meses do final do prazo de um ano estipulado pelo novo Código Florestal, dificilmente vai conseguir cadastrar os 90% restantes e deve usar a prerrogativa prevista no Código de renovar o prazo por um ano, estendendo o cadastramento até o início de maio de 2016. 

A maioria dos cadastros já realizados no SICAR são de propriedades com menos de 50 hectares e sem déficit de APPs e Reserva Legal. 

A região norte lidera o número de cadastramentos, com 174.093 registros, seguida pelas regiões centro-oeste (166.954), sudeste (71.756), sul (48.850) e nordeste (38.460). Os municipios com as maiores áreas cadastradas estão concentrados no Maranhão e no Mato Grosso. 

Os imóveis rurais que precisarem recompor ou compensar áreas de preservação ou de Reserva Legal terão que aderir a Programas de Regularização Ambiental estaduais. 

Quem ficar de fora, perde o prazo de 20 anos para restaurar, regenerar ou compensar as áreas desmatadas ilegalmente. Os bancos também não poderão conceder crédito rural a propriedades que não tenham CAR a partir de 2017. 

  

In six months, less than 10% of farms entered the CAR

Although not responsible for the Rural Environmental Registry (CAR) and have tried to change the rules of its regulations to defend the CAR for registration in the registry offices and not of Property, the Ministry of Agriculture, Livestock and Environment (MAPA) took it upon himself the task of spreading the mark of 500,000 entries, reached in late October.

No one knows for sure how many farms there are in Brazil. The government estimate is that they add up to 5.2 million and, despite the enthusiasm of the late Ministry of Agriculture, less than 10% of the properties were registered in the National CAR System ( SICAR)  – an electronic system that manages the environmental information of the properties rural, in which each owner must indicate the coordinates of your property from GPS location, protected areas and production areas.

Most of the entries already made in SICAR are properties with less than 50 hectares and no deficit of APPs and Legal Reserves, which shows that the large landowners of the country have not yet joined.

Some of the entries is the result of migration of records that had been carried out for some years in states like Mato Grosso. 44 thousand MT entries that were in the state system Simlam are being included in the SICAR.

Despite the Mato Grosso state of CAR not require the declaration of Legal Reserve, state farms into the SICAR and had issued receipts, according to the MMA. Owners will be notified to access the SICAR and complete the missing information. You do not answer, the CAR of the property goes from active to pending and can be canceled, according to the Forest Service, which manages the SICAR

The deadline for ratification is not fixed, but they can only take place until the state environmental agency begin the analysis of the CAR to validate it or not.

States that already had independent entries Acre, Tocantins, Bahia, Minas Gerais and Mato Grosso are already in Sychar and Mato Grosso is the state that has the largest number of registered properties.
The migration to the system set up by the federal government continues to be negotiated with Roraima, Pará and Holy Spirit.
São Paulo should begin to integrate their CARs in the National System in the second half of November.

Mato Grosso do Sul is the only state with an indefinite situation, although “several attempts at integration,” according to the Forest Service. At least for now, the state continues with its own deck and should not do the migration of their registrations to the SICAR.

accession Campaign
The government should soon launch a campaign to encourage registration, but there are exactly six months of the end of the period of one year stipulated by the new Forest Code, will hardly be able to register the remaining 90% and should use the prerogative of the Code to renew run for a year, extending the registration until the beginning of May 2016.
Most of the entries already made in SICAR are properties with less than 50 hectares and no deficit of APPs and Legal Reserves.
The northern region leads the number of registrations, with 174 093 registrations, followed by the Midwest (166,954), Southeast (71 756), south (48 850) and Northeast (38,460). The municipalities with the largest areas registered are concentrated in Maranhão and Mato Grosso.
Rural properties that need to recover or compensate for areas of preservation or legal reserve will have to join the Environmental Regularization Program state.
Who stay out, loses a period of 20 years to restore, regenerate or compensate for illegally deforested areas. Banks also may not grant credit to rural properties that do not have CAR from 2017.
 

En seis meses, menos del 10% de las explotaciones entró en el CAR

Aunque no es responsable del Registro Ambiental Rural (CAR) y han tratado de cambiar las reglas de su reglamento para defender el CAR para la inscripción en las oficinas de registro y no de propiedad, el Ministerio de Agricultura, Ganadería y Medio Ambiente (MAPA) se encargó la tarea de difundir la marca de 500.000 entradas, alcanzó a finales de octubre.

No se sabe a ciencia cierta cuántas granjas existen en Brasil. La estimación del Gobierno es que se suman a los 5,2 millones y, a pesar del entusiasmo de finales del Ministerio de Agricultura, menos del 10% de las propiedades se registraron en el Sistema Nacional de CAR ( SICAR)  – un sistema electrónico que gestiona la información ambiental de las propiedades rural, en el que cada propietario debe indicar las coordenadas de su propiedad de localización GPS, áreas protegidas y áreas de producción.

La mayoría de las entradas ya realizadas en SICAR son propiedades con menos de 50 hectáreas y hay déficit de Aplicaciones y Reservas Legales, lo que demuestra que los grandes propietarios del país aún no se unen.

Algunas de las entradas es el resultado de la migración de los registros que se habían llevado a cabo desde hace algunos años en estados como Mato Grosso. 44 mil entradas MT que estaban en el sistema estatal Simlam están siendo incluidos en el SICAR.

A pesar del estado de Mato Grosso del coche no exigir la declaración de Reserva Legal, granjas estatales en el SICAR y habían emitido certificados, de acuerdo con el MMA. Los propietarios serán notificados para acceder a la SICAR y completar la información que falta. Usted no contesta, el coche de la propiedad pasa de activo a la espera y se puede cancelar, de acuerdo con el Servicio Forestal, que gestiona el SICAR

El plazo para la ratificación no es fijo, sino que sólo puede tener lugar hasta que la agencia ambiental del estado de comenzar el análisis de la CAR para validar o no.

Estados que ya tenían entradas independientes Acre, Tocantins, Bahia, Minas Gerais y Mato Grosso ya están en Sicar y Mato Grosso es el estado que tiene el mayor número de propiedades registradas.
La migración hacia el sistema establecido por el gobierno federal continúa siendo negociado con Roraima, Pará y Espíritu Santo.
Sao Paulo debe comenzar a integrar sus coches en el Sistema Nacional en la segunda quincena de noviembre.

Mato Grosso del Sur es el único estado con una situación indefinida, aunque “varios intentos de integración”, según el Servicio Forestal. Al menos por ahora, el estado continúa con su propia cubierta y no se debe hacer la migración de sus inscripciones para el SICAR.

Campaña de adhesión
El gobierno pronto se ponga en marcha una campaña para fomentar el registro, pero no son exactamente seis meses después del final del período de un año estipulado por el nuevo Código Forestal, difícilmente será capaz de registrar el 90% restante y se debe utilizar la prerrogativa del Código de renovar una duración de un año, la ampliación de la inscripción hasta principios de mayo el 2016.
La mayoría de las entradas ya realizadas en SICAR son propiedades con menos de 50 hectáreas y hay déficit de Aplicaciones y Reservas Legales.
La región del norte lleva el número de registros, con 174 093 registros, seguido por la región central (166 954), Sudeste (71 756), sur (48 850) y Nordeste (38460). Los municipios con mayor superficie registrados se concentran en Maranhão y Mato Grosso.
propiedades rurales que necesitan recuperar o compensar las áreas de conservación o reserva legal tendrán que unirse al Programa de Regularización del estado del medio ambiente.
Que se quedan fuera, pierde un periodo de 20 años para restaurar, regenerar o compensar las áreas deforestadas ilegalmente. Los bancos también pueden no conceder créditos a las propiedades rurales que no tienen CAR a partir de 2017.