Desmatamento ilegal e agropecuária

Desmatamento ilegal e agropecuária

15 de setembro de 2014 – Do total dos desmatamentos ocorridos no Brasil entre 2000 e 2012, 90%  foram ilegais, de acordo com estudo divulgado pela Forest Trends, uma organização norte-americana sem fins lucrativos. A maioria dos desmatamentos ocorreu em áreas que deveriam ser conservadas como Reserva Legal (percentual mínimo de vegetação nativa exigido pelo Código Florestal). Grande parte do desmatamento ocorreu até 2004, quando o governo instituiu uma série de medidas bem sucedidas para reduzir o desmatamento, que estava fora de controle.

No mundo, o desmatamento ilegal de florestas tropicais no período corresponde a 49% de áreas abertas e tem como finalidade a expansão da agricultura comercial. O estudo Bens de Consumo e Desmatamento: Uma Análise da Extensão e Natureza da Ilegalidade na Conversão Florestal para Agricultura  também constata que aproximadamente metade desta destruição ilegal foi motivada pela demanda internacional por commodities agrícolas, incluindo óleo de palma, carne bovina, soja e produtos madeireiros. Além dos impactos devastadores nas pessoas que dependem da floresta e na biodiversidade, estima-se que a conversão ilegal de florestas tropicais para agricultura comercial produza 1,47 gigatoneladas de carbono por ano – o equivalente a 25% das emissões anuais baseadas em combustíveis fósseis da União Europeia.

“Sabemos que a produção de commodities agrícolas é um vetor principal por trás do desmatamento, porém, este é o primeiro relatório a demonstrar o enorme papel que as atividades
ilegais têm na produção de milhares de produtos alimentícios e domésticos consumidos em todo o mundo”, afirma Michael Jenkins, Presidente e CEO do Forest Trends. “O aumento da produção agrícola será necessário por conta da segurança alimentar e para atender à demanda da classe média global emergente. No entanto, o mundo também precisa acordar para a escala do quanto desta produção agrícola está acontecendo em terras que foram abertas ilegalmente. É necessária uma ação urgente para ajudar os países onde estes produtos agrícolas estão sendo cultivados, tanto para que os governos possam fortalecer suas próprias leis e regulamentações, quanto para as empresas que buscam produzir commodities de forma legal e sustentável.”

Brasil e Indonésia Brasil e a Indonésia produzem o maior nível de commodities agrícolas destinadas a mercados globais, muitos dos quais acabam em cosméticos, bens domésticos (óleo de palma), alimentação animal (soja) e embalagens (produtos madeireiros).

O desmatamento ilegal é também desenfreado na maioria dos outros países da Ásia, América Latina e África que estão perdendo grandes áreas de floresta tropical. Exemplos incluem:
• Na Papua Nova Guiné, milhões de hectares de florestas foram ilegalmente licenciados para o desmatamento, em anos recentes; uma recente investigação Parlamentar no país
constatou que 90% destas licenças foram emitidas de forma corrupta ou fraudulenta.
• Na Tanzânia, as florestas foram ilegalmente destruídas para dar lugar à jatropha, uma planta comumente utilizada para produção de biocombustíveis.
• No Camboja e em seu vizinho Laos, licenças para plantações de larga escala de borracha e outras culturas agrícolas, cobrindo milhões de hectares de florestas remanescentes, foram
emitidas em anos recentes. Descobriu-se que maioria destas licenças e desenvolvimentos são ilegais.
• Na Bolívia, a soja – da qual 75% é exportada – é o principal motor por trás do desmatamento ilegal na porção amazônica do país.

Na maioria dos casos, as empresas que destruíram as florestas de forma ilegal, para cultivar estes grãos, tem alguma forma de permissão governamental em mãos. No entanto, o relatório constata que, frequentemente, estas permissões foram emitidas de forma corrupta ou obtidas através de fraudes; faltavam permissões e licenças adicionais necessárias; ou as empresas violaram leis enquanto limpavam a área e realizavam o plantio, causando significativos impactos negativos sobre o meio ambiente e sobre os direitos das populações locais que vivem nestas florestas há gerações e que delas dependem para obter seu alimento e renda.
“Ao longo dos trópicos, as empresas estão subornando oficiais para obter permissões, atropelando os direitos legais ou consuetudinários dos Povos Indígenas e outras comunidades que habitam a floresta, cortando mais florestas do que o permitido e causando poluição e devastação ambiental por desrespeitar a lei”, constata Sam Lawson, autor do relatório.

 

Illegal logging and agriculture

September 15, 2014 – Of the total deforestation occurred in Brazil between 2000 and 2012, 90% were illegal, according to a study released by Forest Trends, a US nonprofit organization. Most of the deforestation occurred in areas that should be kept as legal reserve (minimum percentage of native vegetation required by the Forest Code). Much of the deforestation occurred until 2004, when the government instituted a series of successful measures to reduce deforestation, which was out of control.

Worldwide, illegal logging of tropical forests in the period corresponds to 49% of open areas and aims at the expansion of commercial agriculture. The study  Consumption and Deforestation Goods: An Extended Analysis of Nature and Illegality in Forest Conversion to Agriculture   also finds that about half of the illegal destruction was driven by international demand for agricultural commodities, including palm oil, beef, soybeans and wood products . In addition to the devastating impacts on people who depend on forests and biodiversity, it is estimated that the illegal conversion of tropical forests to commercial agriculture produce 1.47 gigatons of carbon per year – the equivalent of 25% of annual emissions based on fossil fuels of European Union.

“We know that the production of agricultural commodities is a main driver behind deforestation, but this is the first report to demonstrate the enormous role that activities
illegal play in the production of thousands of food products and household consumed worldwide, “said Michael Jenkins, President and CEO of Forest Trends. “The increase in agricultural production will be necessary on account of food security and to meet the demand of the emerging global middle class. However, the world also needs to wake up to the scale of agricultural production as this is happening in lands that were opened illegally. urgent action to help countries where these agricultural products are grown is necessary for both governments to strengthen their own laws and regulations, and for companies looking to produce commodities in a legal and sustainable manner. ”

Brazil and Indonesia Brazil and Indonesia produce the highest level of agricultural commodities destined for global markets, many of which end up in cosmetics, household goods (palm oil), animal feed (soy) and packaging (wood products).

Illegal deforestation is also rampant in most other countries in Asia, Latin America and Africa who are losing large areas of rainforest. Examples include:
• In Papua New Guinea, millions of hectares of forests were illegally licensed to deforestation in recent years; a recent Parliamentary research in the country
found that 90% of these licenses were issued corruptly or fraudulently.
• In Tanzania, the forests were illegally destroyed to make way for jatropha, a plant commonly used to produce biofuels.
• In Cambodia and its neighboring Laos, licenses for large-scale plantations of rubber and other crops, covering millions of hectares of remaining forests were
issued in recent years. It turned out that most of these licenses and developments are illegal.
• In Bolivia, soy – of which 75% is exported – is the main driver behind the illegal deforestation in the Amazon portion of the country.

In most cases, companies that destroyed the forest illegally, to cultivate these grains have some form of government permission in hand. However, the report notes that often these permissions were issued in corrupt form, or obtained by fraud; missing permissions and necessary additional licenses; or companies violated laws while cleaning the area and performed planting, causing significant negative impacts on the environment and the rights of local populations living in these forests for generations and who depend on them for their food and income.
“Over the tropics, companies are bribing officials to get permission, trampling the legal or customary rights of Indigenous Peoples and other communities living in the forest, cutting more forests than allowed and causing pollution and environmental devastation for breaking the law” , notes Sam Lawson, author of the report.

 

La tala ilegal y la agricultura

15 de septiembre de, 2014 – Del total de la deforestación ocurrió en Brasil entre 2000 y 2012, el 90% eran ilegales, según un estudio publicado por Forest Trends, una organización sin fines de lucro de Estados Unidos. La mayor parte de la deforestación se produjo en las zonas que se deben mantener como reserva legal (porcentaje mínimo de vegetación nativa requerida por el Código Forestal). Gran parte de la deforestación se produjo hasta 2004, cuando el gobierno instituyó una serie de medidas eficaces para reducir la deforestación, que estaba fuera de control.

A nivel mundial, la tala ilegal de los bosques tropicales en el período corresponde a 49% de las áreas abiertas y apunta a la expansión de la agricultura comercial. El estudio  El consumo y la deforestación de las mercancías: un extenso análisis de la Naturaleza y la ilegalidad en Bosque conversión a la agricultura   también considera que aproximadamente la mitad de la destrucción ilegal fue impulsado por la demanda internacional de productos agrícolas, incluyendo el aceite de palma, carne de res, soja y productos de madera . Además de los impactos devastadores sobre las personas que dependen de los bosques y la biodiversidad, se estima que la conversión ilegal de los bosques tropicales para la agricultura comercial producir 1,47 gigatoneladas de carbono por año – el equivalente del 25% de las emisiones anuales basados en combustibles fósiles de Unión Europea.

“Sabemos que la producción de productos agrícolas es un conductor principal detrás de la deforestación, pero este es el primer informe para demostrar el enorme papel que las actividades
juego ilegal en la producción de miles de productos alimenticios y de los hogares consumen en todo el mundo “, dijo Michael Jenkins, Presidente y CEO de Forest Trends. “El aumento de la producción agrícola será necesario en razón de la seguridad alimentaria y para satisfacer la demanda de la emergente clase media global. Sin embargo, el mundo también necesita despertar a la escala de la producción agrícola ya que esto está ocurriendo en tierras que se abrieron ilegalmente. medidas urgentes para ayudar a los países donde se cultivan estos productos agrícolas es necesario que ambos gobiernos para fortalecer sus propias leyes y reglamentos, y para las empresas que buscan producir mercancías de una manera legal y sostenible “.

Brasil e Indonesia Brasil e Indonesia producen el mayor nivel de productos agrícolas destinados a los mercados mundiales, muchos de los cuales terminan en cosméticos, artículos para el hogar (aceite de palma), alimentación (soja) y embalaje (productos de madera).

La deforestación ilegal también está muy extendido en la mayoría de los otros países de Asia, América Latina y África que están perdiendo grandes áreas de selva tropical. Los ejemplos incluyen:
• En Papúa Nueva Guinea, millones de hectáreas de bosques fueron autorizadas ilegalmente a la deforestación en los últimos años; una investigación parlamentaria reciente en el país
encontró que el 90% de estas licencias fueron emitidas de manera corrupta o fraudulenta.
• En Tanzania, los bosques fueron destruidos de manera ilegal para dar paso a la jatrofa, una planta comúnmente utilizado para la producción de biocombustibles.
• En Camboya y su vecina Laos, las licencias para las plantaciones a gran escala de caucho y otros cultivos, que cubre millones de hectáreas de bosques restantes eran
emitido en los últimos años. Resultó que la mayoría de estas licencias y desarrollos son ilegales.
• En Bolivia, la soja – de los cuales se exporta el 75% – es el principal impulsor de la deforestación ilegal en la parte amazónica del país.

En la mayoría de los casos, las empresas que destruyeron el bosque ilegalmente, para cultivar estos granos tienen algún tipo de permiso del gobierno en la mano. Sin embargo, el informe señala que a menudo estos permisos fueron emitidos en forma corrupta, u obtenidos por el fraude; permisos y licencias adicionales necesarias faltante; o compañías violaron leyes mientras se limpia el área y realizaron la siembra, causando impactos negativos significativos sobre el medio ambiente y los derechos de las poblaciones locales que viven en estos bosques durante generaciones y que dependen de ellos para su alimentación e ingresos.
“En los trópicos, las empresas sobornan a funcionarios para obtener el permiso, pisoteando los derechos legales o consuetudinarios de los pueblos indígenas y otras comunidades que viven en el bosque, cortando más bosques que permitió y causando la contaminación y destrucción del medio ambiente por violar la ley” , señala Sam Lawson, autor del informe.

Entenda o que são as mudanças climáticas

Entenda o que são as mudanças climáticas

15 de setembro de 2014

O que são as mudanças climáticas e qual a importância delas para a nossa vida? Afinal, podemos fazer algo para evitá-las ou estamos fadados a nos adaptar? Essas são algumas das perguntas que o “Caderno: Mudança Global do Clima – O que está acontecendo com o planeta Terra”, lançado agora pela Iniciativa Verde, procura responder. A publicação faz parte do projeto Adaptação às Mudanças Climáticas no Litoral Sul de SP, executado pela organização em parceria com o Instituto HSBC Solidariedade.

Como o projeto é realizado na região do Lagamar (Cananéia, Iguape e Ilha Comprida), no Litoral Sul do estado paulista, o livreto salienta as consequências das mudanças climáticas esperadas para o Brasil, mais especificadamente para a Mata Atlântica e para a região. Ele tem 48 páginas (incluindo capa e contracapa) e foi escrito por especialistas da Iniciativa Verde e contratados pela organização: Lucas Pereira, diretor técnico; Magno Castelo Branco, doutor em Ecologia e Recursos Naturais; Karla Sessin Dilascio, bióloga; Bárbara Nazaré Rocha, geógrafa especializada em climatologia.

A publicação explica o que são essas mudanças, o que é Efeito Estufa, o que pode acontecer com o clima do planeta, como podemos evitar o aquecimento global, entre outras questões relacionadas. Duas mil cópias impressas serão distribuídas para a população e interessados locais envolvidos com o projeto. Mas, para que o alerta e os esclarecimentos sobre as mudanças climáticas sejam democratizados e atinjam a toda a população brasileira, a Iniciativa Verde disponibiliza a publicação por meio da página “Nossas publicações”. Basta clicar no link e baixar gratuitamente o caderno.

 

Understand what is climate change

September 15, 2014

What is climate change and the importance of them for our lives? After all, we can do something to avoid them or we are bound to adapt? These are some of the questions that the ” Notebook: Global Climate Change – What’s happening with the Earth ” released now by the Green Initiative, seeks to answer. The publication is part of the  Climate Change Adaptation project in the South Coast of SP , run by the organization in partnership with the HSBC Solidarity Institute.

As the project is carried out in the region Lagamar (Cananéia, Iguape and Ilha) in the South Coast of São Paulo state, the booklet points out the consequences of climate change expected to Brazil, more specifically for the Atlantic Forest and the region. It has 48 pages (including front and back) and was written by experts of the Green Initiative and hired by the organization: Lucas Pereira, technical director; Magno Castelo Branco, PhD in Ecology and Natural Resources; Karla Sessin Dilascio, biologist; Barbara Nazareth Rock, geographer specializing in climatology.

The publication explains what these changes, what’s Greenhouse, what can happen to the climate, how can we prevent global warming, among other issues. Two thousand printed copies will be distributed to the population and local stakeholders involved in the project. But for the alert and the clarification of climate change is democratized and reach the whole population, the Green Initiative provides the publication through the page ” Our publications “. Just click the link and download the free notebook .

 

Entender lo que es el cambio climático

15 de septiembre de, 2014

¿Qué es el cambio climático y la importancia de ellos para nuestras vidas? Después de todo, podemos hacer algo para evitarlos o estamos obligados a adaptarse? Estas son algunas de las preguntas que el ” Cuaderno: Cambio Climático Global – ¿Qué está pasando con la Tierra “, publicado hoy por la Iniciativa Verde, busca a contestar. La publicación forma parte del  proyecto de adaptación al cambio climático en la costa sur de SP , a cargo de la organización, en colaboración con el Instituto Solidaridad HSBC.

A medida que el proyecto se lleva a cabo en la región de Lagamar (Cananéia, Iguape e Isla) en la costa sur del estado de Sao Paulo, el folleto señala las consecuencias del cambio climático se espera que Brasil, más específicamente para el Bosque Atlántico y la región. Tiene 48 páginas (incluyendo parte delantera y trasera) y fue escrito por expertos de la Iniciativa Verde y contratado por la organización: Lucas Pereira, director técnico; Magno Castelo Branco, doctor en Ecología y Recursos Naturales; Karla Sessin Dilascio, biólogo; Barbara Nazaret Roca, geógrafo especializado en climatología.

La publicación explica lo que estos cambios, lo que es de efecto invernadero, lo que puede ocurrir con el clima, ¿cómo podemos evitar el calentamiento global, entre otros temas. Dos mil copias impresas serán distribuidos a la población y los actores locales involucrados en el proyecto. Pero para se democratiza y llegan a toda la población de la alerta y la clarificación del cambio climático, la Iniciativa Verde ofrece la publicación a través de la página del ” Nuestras publicaciones“. Simplemente haga clic en el enlace para descargar el libres portátil .

Presidenciáveis e o Código Florestal

Presidenciáveis e o Código Florestal

Quinze instituições da sociedade civil que integram o Observatório do Código Florestal (OCF) enviaram nesta segunda-feira (15/09) uma carta aos principais candidatos à Presidência da República pedindo que se manifestem sobre os principais aspectos de implementação do novo Código, que vem sofrendo atrasos em todas as esferas do Executivo e suscitando dúvidas sobre a transparência do processo de cadastramento ambiental de todas as propriedades rurais do país, previsto para acontecer em um ano, prorrogável por apenas mais um – cujo prazo começou apenas em maio de 2014. Outras três organizações que não fazem parte do OCF, também são signatárias da carta.

Entre os esclarecimentos solicitados pelas 18 organizações, estão o compromisso com a disponibilização pública dos dados inseridos no SICAR (Sistema Nacional de Cadastro Ambiental Rural), o apoio técnico e financeiro aos estados para a efetiva implementação do SICAR (ou seu similar estadual) e a criação de politicas públicas de incentivos para proprietários que cumprem o Código Florestal ou para os que queiram cumprir e não tenham condições para tanto, como prevê o artigo 41 da Lei n.º 12.651/2012, que prevê incentivos para o cumprimento do Código.

Os candidatos com chances de chegar ao Palácio do Planalto também são convidados a explicar como e se pretendem instituir o Pagamento por Serviços Ambientais, o estabelecimento de uma política diferenciada de crédito e incentivos fiscais, comerciais e o seguro agrícola, entre outras. As organizações querem saber se os candidatos estão comprometidos em estabelecer uma ampla política de recuperação de áreas degradadas ou desmatadas, em regulamentar o mecanismo de compensação, que prevê a criação de Cotas de Reserva Ambiental (CRAs). Com as CRAs, proprietários que tenham mais Reserva Legal (percentual mínimo de vegetação nativa estipulada pelo Código) do que exigido por lei, podem transformar cada hectare de excesso em uma cota e vende-la aos proprietários com déficit de Reserva Legal que não queiram regenerar ou restaurar áreas desmatadas além do permitido.

Na carta, as entidades fazem uma série de recomendações, incluindo o cumprimento do prazo para o Cadastro Ambiental Rural até maio de 2016, consulta pública para a regulamentação das CRAs e uma política efetiva e imediata que promova a recuperação das florestas e da vegetação nativa de todos os biomas.

Roberto Smeraldi, diretor da Amigos da Terra, uma das organizações signatárias e integrantes do OCF, explica que “com uma tacada só o próximo presidente pode aliviar futuras crises da água em São Paulo, mitigar a crise da energia que levou o MW de R$130 para R$800, prevenir os desastres que assolam o Rio de Janeiro, Minas Gerais e Santa Catarina no verão, aumentar a produtividade da pecuária e da agricultura que sustentam a economia nacional”. E esta tacada além de não ser “uma mágica”, ainda é barata: “a implementação do código florestal custa menos de um décimo do socorro às distribuidoras elétricas”.

 

SNA defende recuperação de APPs

SNA defende recuperação de APPs

19 de setembro de 2014

As secas prolongadas que têm afetado diversos estados e levado à iminência de racionamento na maior cidade do país, São Paulo, não se resolverão só com a volta das chuvas. É preciso reflorestar as nascentes e margens dos rios para garantir um suprimento de água confiável e perene. O alerta não vem de setores ambientalistas, mas de um segmento durante muitos anos associado à derrubada das matas: os agropecuaristas.

A segurança hídrica afeta não só as torneiras da população, mas coloca em risco o próprio negócio dos fazendeiros, que precisam de água abundante para irrigar suas plantações. A opinião foi externada hoje (25) pelo diretor da Sociedade Nacional de Agricultura (SNA), Alberto Figueiredo, em entrevista à Agência Brasil.

“O que acontece é que a escassez de água, neste momento, está recrudescendo. Está acontecendo de fato e deixando milhares de pessoas na sede. O fato se tornou grave e alarmante. O que nos preocupa é que não há qualquer trabalho feito pelas autoridades no sentido de manter as fontes de água, as nascentes, as florestas nas encostas, as reservas ciliares para garantir os cursos d’água. Isso não acontece na intensidade que deveria, e pode fazer com que crescentes contingentes de pessoas fiquem sem água”, alertou Figueiredo.

A escassez de água e a diminuição dos cursos d’água acabam por inibir novos projetos de irrigação e afetam as iniciativas existentes no campo, segundo o diretor da SNA. “A gente sabe que as produções, tanto agrícolas quanto pecuárias, sem irrigação, tornam o processo extremamente difícil em termos de produtividade”, salientou.

Para ele, os governos deveriam incentivar, monetariamente, os fazendeiros a replantarem as áreas de preservação permanente, principalmente as encostas. As matas nesse tipo de terreno têm a função de reter e fazer infiltrar as chuvas, evitando que grande volume de terra acabe assoreando os córregos e rios.

Segundo Figueiredo, “o novo Código Florestal diminuiu as exigências de reflorestamento em áreas declivosas, o que é grave, pois são terrenos que não dão produtividade nem para a pecuária nem para a agricultura, e se prestam efetivamente para as florestas. O que precisamos é fazer funcionar um dos artigos do Código Florestal que permite remunerar os produtores que fizerem conservação de recursos hídricos, pela manutenção das matas ciliares, ao redor das nascentes e também nas encostas”.

Figueiredo acredita que as novas gerações de agropecuaristas têm nova visão ecológica do processo produtivo. “A geração atual está consciente disso. O que precisa é o governo fazer cumprir a legislação que existe. Hoje não há, por exemplo, profissionais distribuídos pelo interior para orientar os produtores em relação ao preenchimento do cadastro ambiental rural”, ressaltou.

O dirigente da SNA também prega o aumento da produtividade na criação de gado, colocando mais animais em espaço menor e abrindo área para o reflorestamento. Pelas suas contas, “hoje temos 1,2 cabeça de boi por hectare, em média, no Brasil. Já estamos conseguindo, em algumas propriedades, 15 cabeças por hectares. Podemos multiplicar por dez, no mínimo, a produtividade, ou diminuir em 90% a área ocupada, mantendo a mesma produção. Esta área que vai ser liberada, a partir da racionalização do uso do solo, vai permitir que se recomponham as matas”. (da Agência Brasil)

 

Declaração de florestas sem o Brasil

Declaração de florestas sem o Brasil

 

23 de setembro de 2014

A Ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira, disse que o país não foi convidado a discutir o texto, o Conselheiro-Senior de Política Ambiental do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), Charles McNeill, rebateu afirmando que o primeiro rascunho foi enviado aos responsáveis no governo brasileiro, mas que o governo não respondeu. Como resultado, o Brasil, que tem a maior floresta tropical do planeta, ficou de fora de um acordo para reduzir desmatamento pela metade até 2020 e zerar o desmatamento até 2030.

A Declaração de Florestas de Nova York foi assinada por 130 países, empresas, organizações da sociedade civil e representantes indígenas na Cúpula do Clima, realizada nesta terça-feira (23) na sede da Organização das Nações Unidas (ONU), em Nova York.

O documento também busca a restauração de mais de 350 milhões de hectares de florestas e terras agricultáveis – uma área maior que a Índia, o que trará benefícios significativos para o clima e poderá tirar a pressão do desmatamento sobre florestas primárias.

A combinação de desmatamento zero com recuperação de áreas degradadas pode impedir a emissão de 4,5 bilhões a 8,8 bilhões de dióxido de carbono por ano, até 2030. A redução de emissões equivale tirar um bilhão de carros das ruas de todo o mundo até lá.

A declaração foi endossada por países desenvolvidos, emergentes e em desenvolvimento, multinacionais de diversos setores, entre elas a Nestlé, Walmart e Cargill, sociedade civil e povos indígenas do Peru ao Nepal. Países com florestas como a Colômbia (que divide a Amazônia com o Brasil) e a Indonésia aderiram à declaração.

Para Paulo Moutinho, diretor-executivo do Instituto de Pesquisa Ambiental da Amazônia (Ipam), “cabe ao Brasil, se não está satisfeito com o que está posto, continuar batalhando para o avanço da discussão e não apenas se retirar dela”. A presidente brasileira foi à Cúpula e ressaltou a redução de quase 80% nas taxas de desmatamento do país, desde 2004. Apesar do Brasil ter sido o país que mais reduziu emissões no período, a taxa de desmatamento voltou a subir no ano passado em 29%.

Entraves para madeira e soja de desmatamento

A declaração é política e tem como objetivo acelerar a ação de empresas para eliminarem o desmatamento de suas cadeias produtivas. De acordo com o Secretário-Geral da ONU, Ban Ki-moon, “a Declaração de Nova York tem como objetivo reduzir mais poluição climática a cada ano do que a emissão total dos Estados Unidos no mesmo período. Florestas não são apenas uma parte da solução climática – elas produzem múltiplos benefícios para todos os membros da sociedade”.

Para auxiliar a Declaração de Nova York, várias ações foram anunciadas nesta terça-feira, entre elas:

* A promessa da Alemanha, Noruega e Reino Unido de financiar projetos para redução de desmatamento e proteção de florestas, assim como contribuir para a criação de incentivos econômicos dentro do acordo do Clima a ser negociado na Conferência de Paris, em 2015.

* A República Democrática do Congo, Etiópia, Guatemala, Uganda e outros países assumiram compromissos individuais de restaurar mais de 30 milhões de terras degradadas, além dos 20 milhões de hectares prometidos anteriormente.

* Vários dos maiores países europeus se comprometeram a desenvolver mecanismos em suas políticas públicas para promover compras de soja, carne, madeira e outras commodities provenientes apenas de fontes sustentáveis. Isto deve ter um grande impacto por causa do poder de compra de algumas das maiores economias do mundo.

O encontro de Cúpula, convocado pelo Secretário-Geral da ONU, Ban Ki-Mooon, acontece 14 meses antes da Conferência do Clima em Paris, com a finalidade de promover ações imediatas para a transição para uma economia global de baixo carbono.

Leia mais sobre a recusa do Brasil em assinar a declaração de florestas: http://glo.bo/ZGmOco

 

Statement forests without Brazil

September 23, 2014

The Minister of Environment, Izabella Teixeira, said the country was not invited to discuss the text, the Counselor-Senior Environmental Program Policy United Nations Development Program (UNDP), Charles McNeill, countered stating that the first draft was responsible sent to the Brazilian government, but the government did not respond. As a result, Brazil, which has the largest rainforest in the world, was left out of an agreement to reduce deforestation by half by 2020 and zero deforestation by 2030.

The Declaration of New York Forests was signed by 130 countries, companies, civil society organizations and indigenous representatives at the Climate Summit held on Tuesday (23) at the headquarters of the United Nations (UN) in New York.

The document also seeks the restoration of more than 350 million hectares of forests and agricultural land – an area larger than India, which will bring significant benefits for the climate and can take the deforestation pressure on primary forests.

The combination of zero deforestation with land reclamation can prevent the emission of 4.5 billion to 8.8 billion tons of carbon dioxide per year by 2030. The reduction in emissions equivalent to take a billion cars off the streets around the world until then.

The statement was endorsed by developed countries, emerging and developing countries, multinational companies from various sectors, including Nestle, Cargill and Walmart, civil society and indigenous peoples from Peru to Nepal. Forest countries like Colombia (which divides the Amazon with Brazil) and Indonesia joined the statement.

For Paulo Moutinho, executive director of the Environmental Research Institute of Amazonia (IPAM), “it is for Brazil, if you are not satisfied with what is laid, keep battling to advance the discussion and not just withdraw it.” The Brazilian president was the Summit and stressed the reduction of almost 80% in the country’s deforestation rates since 2004. Although Brazil was the country that reduced emissions over the period, the rate of deforestation rose again last year in 29 %.

Barriers for wood and soy deforestation

The statement is political and aims to accelerate the action of companies to eliminate deforestation from their supply chains. According to the Secretary General of the UN, Ban Ki-moon, “the New York Declaration aims to further reduce climate pollution each year than the total emissions of the United States in the same period. Forests are not only part of the climate solution – they produce multiple benefits for all members of society. ”

To assist the Declaration of New York, several actions were announced on Tuesday, among them:

* Germany’s promise, Norway and the United Kingdom to finance projects to reduce deforestation and forest protection, as well as contribute to the creation of economic incentives in the agreement of the Climate to be negotiated at the Paris Conference in 2015.

* The Democratic Republic of Congo, Ethiopia, Guatemala, Uganda and other countries have made individual commitments to restore more than 30 million degraded lands, in addition to 20 million hectares promised earlier.

* Several of the largest European countries committed themselves to developing mechanisms for public policies to promote soybean purchases, meat, wood and other commodities derived only from sustainable sources. This should have a big impact because the purchasing power of some of the world’s largest economies.

The meeting Summit, convened by UN Secretary-General Ban Ki-Mooon, takes place 14 months before the Climate Conference in Paris, in order to promote immediate action for the transition to a global low carbon economy.

Read more about Brazil’s refusal to sign the declaration of forests: http://glo.bo/ZGmOco

 

Bosques declaración sin Brasil

23 de de septiembre de, 2014

El Ministro de Medio Ambiente, Izabella Teixeira, dijo que el país no fue invitado a discutir el texto, el Programa de Política Ambiental Programa de Consejero-superiores de las Naciones Unidas para el Desarrollo (PNUD), Charles McNeill, contradijo diciendo que el primer borrador era responsable envió al gobierno de Brasil, pero el gobierno no respondió. Como resultado, Brasil, que tiene la mayor selva tropical del mundo, quedó fuera de un acuerdo para reducir la deforestación a la mitad para 2020 y la deforestación cero en 2030.

La Declaración de Nueva York Bosques fue firmado por 130 países, empresas, organizaciones de la sociedad civil y representantes indígenas en la Cumbre del Clima celebrada el martes (23) en la sede de las Naciones Unidas (ONU) en Nueva York.

El documento también busca la restauración de más de 350 millones de hectáreas de bosques y tierras agrícolas – un área mayor que la India, lo que traerá importantes beneficios para el clima y pueden tomar la presión de la deforestación de los bosques primarios.

La combinación de deforestación cero con la recuperación de tierras puede evitar la emisión de un 4,5 mil millones a 8,8 mil millones de toneladas de dióxido de carbono por año para el año 2030. La reducción de emisiones equivalente a tomar unos mil millones de automóviles de las calles de todo el mundo hasta allá.

La declaración fue aprobada por los países desarrollados, los países emergentes y en desarrollo, las compañías multinacionales de diversos sectores, incluyendo Nestlé, Cargill y Walmart, la sociedad civil y los pueblos indígenas de Perú a Nepal. países como Colombia forestales (que divide el Amazonas con Brasil) e Indonesia se sumaron a la declaración.

Para Paulo Moutinho, director ejecutivo del Instituto de Investigación Ambiental de la Amazonia (IPAM), “que es para Brasil, si usted no está satisfecho con lo que está establecido, seguir luchando para avanzar en la discusión y no sólo retirarla.” El presidente de Brasil fue la Cumbre y destacó la reducción de casi el 80% en las tasas de deforestación en el país desde 2004. A pesar de que Brasil fue el país que reduce las emisiones durante el período, la tasa de deforestación se levantó otra vez el año pasado en 29 %.

Barreras para la madera y la deforestación de soja

La declaración es política y tiene como objetivo acelerar la acción de las empresas para eliminar la deforestación de sus cadenas de suministro. De acuerdo con el secretario general de la ONU, Ban Ki-moon, “la Declaración de Nueva York tiene como objetivo reducir aún más la contaminación climática cada año que las emisiones totales de los Estados Unidos en el mismo período. Los bosques no sólo son parte de la solución climática – que producen múltiples beneficios para todos los miembros de la sociedad “.

Para ayudar a la Declaración de Nueva York, varias acciones fueron anunciados el martes, entre ellos:

* La promesa de Alemania, Noruega y el Reino Unido para financiar proyectos para reducir la deforestación y la protección de los bosques, así como contribuir a la creación de incentivos económicos en el acuerdo del clima para ser negociados en la Conferencia de París en 2015.

* La República Democrática del Congo, Etiopía, Guatemala, Uganda y otros países han hecho compromisos individuales para restaurar más de 30 millones de tierras degradadas, además de 20 millones de hectáreas prometidas antes.

* Varios de los grandes países europeos se comprometieron a desarrollar mecanismos de políticas públicas para promover las compras de soja, carne, madera y otras materias primas derivadas sólo de fuentes sostenibles. Esto debería tener un gran impacto debido a que el poder adquisitivo de algunas de las economías más grandes del mundo.

La Cumbre reunión, convocada por el secretario general de la ONU, Ban Ki-Mooon, tiene lugar 14 meses antes de la Conferencia sobre el Clima en París, con el fin de promover la acción inmediata para la transición a una economía global baja en carbono.

Leer más sobre la negativa de Brasil a firmar la declaración de los bosques: http://glo.bo/ZGmOco

CAR no Paraná está abaixo de 10%

CAR no Paraná está abaixo de 10%

 

23 de setembro de 2014

O Secretário de Meio Ambiente e Recursos Hídricos do Paraná, Antonio Caetano de Paula Junior, confirmou ontem ao Portal Ponta Grossa que menos de 10% das propriedades rurais no estado fizeram o Cadastro Ambiental Rural, quatro meses após o início do prazo de um ano ano (renovável por mais um) para que todas as propriedades do país o façam.

 

CAR Parana is below 10%

September 23, 2014

The Secretary of Environment and Water of Parana Resources, Antonio Caetano de Paula Junior, confirmed yesterday Portal Ponta Grossa that less than 10% of farms in the state made the Rural Environmental Registry, four months after the beginning of the period of one year year (renonável for another) so that all the country’s property to do so.

Read the article: http: //www.pontagrossa.com.br/96536/noticias-de-ponta-grossa-pr/90-das-p …

 

CAR Parana está por debajo de 10%

23 de de septiembre de, 2014

La Secretaría de Medio Ambiente y Agua de Recursos Parana, Antonio Caetano de Paula Junior, confirmaron ayer Portal de Ponta Grossa que menos del 10% de las granjas en el estado hizo el Registro Ambiental Rural, cuatro meses después del comienzo del período de un año a año (renonável para otro) para que todos los bienes del país en hacerlo.

Lee el artículo: http: //www.pontagrossa.com.br/96536/noticias-de-ponta-grossa-pr/90-das-p …

Código Florestal e o segundo turno

Código Florestal e o segundo turno

O Observatório do Código Florestal reenviou a carta em que 18 organizações da sociedade civil pedem aos candidatos à presidência que se  manifestem sobre os principais aspectos de implementação do novo Código. A carta foi reenviado aos comitês de campanha de Dilma Rousseff (PT) e Aécio Neves (PSDB) nesta semana.

Nenhum dos candidatos que concorreram ao primeiro turno das eleições assumiu o compromisso  solicitado de disponibilizar publicamente os dados inseridos no SICAR (Sistema Nacional de Cadastro Ambiental Rural),  de garantir apoio técnico e financeiro aos estados para a efetiva implementação do SICAR (ou seu similar estadual)  e de criar politicas públicas de incentivos para proprietários que cumprem ou que queiram passar a cumprir o Código Florestal tenham condições para tanto.

O artigo 41 da Lei n.º 12.651/2012 que reformou o Código Florestal, prevê incentivos para o cumprimento do mesmo. Os candidatos que disputam o segundo turno também são convidados a explicar como e se pretendem instituir o Pagamento por Serviços Ambientais, o estabelecimento de uma política diferenciada de crédito e incentivos fiscais, comerciais e o seguro agrícola.

As organizações também querem saber se os candidatos estão comprometidos em estabelecer uma ampla política de recuperação de áreas degradadas ou desmatadas, em regulamentar o mecanismo de compensação, que prevê a criação de Cotas de Reserva Ambiental (CRAs). Com as CRAs, proprietários que tenham mais Reserva Legal (percentual mínimo de vegetação nativa estipulada pelo Código) do que exigido por lei, podem transformar cada hectare de excesso em uma cota e vende-la aos proprietários com déficit de Reserva Legal que não queiram regenerar ou restaurar áreas desmatadas além do permitido.

Na carta, as entidades fazem uma série de recomendações, incluindo o cumprimento do prazo para o Cadastro Ambiental Rural até maio de 2016, consulta pública para a regulamentação das CRAs e uma política efetiva e imediata que promova a recuperação das florestas e da vegetação nativa de todos os biomas.

Roberto Smeraldi, diretor da Amigos da Terra, uma das organizações signatárias e integrantes do OCF, explica que “com uma tacada só o próximo presidente pode aliviar futuras crises da água em São Paulo, mitigar a crise da energia que levou o MW de R$130 para R$800, prevenir os desastres que assolam o Rio de Janeiro, Minas Gerais e Santa Catarina no verão, aumentar a produtividade da pecuária e da agricultura, que sustentam a economia nacional”. E esta tacada além de não ser “uma mágica”, ainda é barata: “a implementação do código florestal custa menos de um décimo do socorro às distribuidoras elétricas”.

Pecuária sustentável X desmatamento

Pecuária sustentável X desmatamento

O programa “Novo Campo” , de pecuária sustentável começa a ser implementado ainda em outubro de 2014 na região de Alta Floresta – maior polo pecuário do norte de Mato Grosso, – e no município de Cotriguaçu, noroeste do estado. Coordenado pelo Instituto Centro de Vida (ICV), o Novo Campo visa promover práticas sustentáveis na criação pecuária na Amazônia, melhorando seu desempenho econômico, social e ambiental. A iniciativa pretende contribuir para reduzir o desmatamento, conservar e recuperar os recursos naturais e fortalecer a economia local. O Programa promove a gestão integrada da propriedade rural, com a adoção progressiva das Boas Práticas Agropecuárias (BPA) para Gado de Corte, da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa). O Novo Campo começou como  um projeto piloto, em 2012. Os resultados foram tão bons que ele está sendo ampliado. Em Nova Floresta, onde participaram cerca de 10 propriedades, houve  redução da idade de abate dos animais, de 44 para 36 meses para machos e de 34 para 26 meses para fêmeas, aumentando a produtividade de 4,7 para mais de 12 arrobas por hectares ao ano. A qualidade da carne também foi melhorada e a renda dos produtores aumentou. Segundo Laurent Micol, coordenador executivo do ICV, o Programa representa um experimento em escala da transformação do sistema produtivo da pecuária. “Vamos demonstrar, na prática, que é possível produzir mais e melhor numa região como Alta Floresta, sem desmatar e ainda recuperando as áreas degradadas”, afirmou. Como participar Para entrar no Novo Campo, os produtores precisam estar em dia com as questões ambientais e trabalhistas, e contratar assistência técnica credenciada pelo programa.  As propriedades participantes terão um diagnóstico, seguido da  elaborado e implementado um projeto técnico-econômico, que será acompanhado por um técnico credenciado. Para incentivar a realização desses investimentos, os produtores participantes terão acesso a uma bonificação de preço, baseada em critérios de qualidade da carcaça. Além disso, estão sendo desenvolvidos mecanismos para facilitar o acesso ao crédito. Para garantir a operacionalização, o programa está capacitando um grupo de profissionais de assistência técnica, apoiando a criação de uma associação de produtores de pecuária sustentável e desenvolvendo ferramentas que facilitarão a gestão da fazenda no dia a dia e que permitirão garantir a origem dos animais aos compradores. O Programa Novo Campo tem a parceria da Embrapa, dos Sindicatos Rurais de Alta Floresta e de Cotriguaçu, do Instituto Internacional para Sustentabilidade (IIS), do Instituto de Manejo e Certificação Florestal e Agrícola (Imaflora), da Fundação Solidaridad e da empresa multinacional de carnes JBS S.A. Conta também com o apoio do Fundo Vale, da Fundação Moore, do Grupo de Trabalho da Pecuária Sustentável (GTPS) e da Cooperação da Noruega (Norad).

 

Sustainable Livestock X deforestation

The “program New Field “, sustainable livestock begins to be implemented even in October 2014 in the region of Alta Floresta – largest polo livestock in northern Mato Grosso, – and the municipality of Cotriguaçu, northwest of the state. Coordinated by the Instituto Centro de Vida (ICV), the New Field It aims to promote sustainable practices in cattle ranching in the Amazon, improving their economic, social and environmental performance. The initiative aims to help reduce deforestation, conserve and restore natural resources and strengthen the local economy. The program promotes integrated management of rural property, with the progressive adoption of Good Agricultural Practices (GAP) for Beef Cattle, the Brazilian Agricultural Research Corporation (Embrapa). The New Field began as a pilot project in 2012. The results were so good that it is being expanded. In New Forest, attended about 10 properties, a reduction of the age of slaughter of the animals from 44 to 36 months for males and 34 females for 26 months, increasing the productivity of over 4.7 to 12 kilos per hectare per year. The meat quality was also improved and the income of farmers increased. According to Laurent Micol, executive coordinator of the ICV, the program is an experiment in scale transformation of the productive livestock system. “We will demonstrate in practice that it is possible to produce more and better in a region as Alta Floresta, without clearing and still recovering degraded areas,” he said.How to participateTo enter the New Course, producers need to be in compliance with environmental and labor issues, and hire technical assistance accredited by the program. Participating properties will have a diagnosis, followed by developed and implemented a technical and economic project, which will be accompanied by a certified technician. To encourage such investments, participating producers will have access to a price subsidy, based on carcass quality criteria. Also, they are being developed mechanisms to facilitate access to credit. To ensure the operation, the program is training a group of service personnel, supporting the creation of an association of sustainable livestock producers and developing tools that facilitate farm management on a daily basis and which will guarantee the origin of the animals to buyers. The New Course Program is a partnership with Embrapa, the Rural Trade Unions of Alta Floresta and Cotriguaçu, the International Institute for Sustainability (IIS), the Institute of Management and Forest and Agricultural Certification (Imaflora) of Solidaridad and multinational meat JBS SA also has the support of the Vale Fund, the Moore Foundation, Labor Sustainable Livestock Group (GTPS) and Cooperation of Norway (Norad).

 

Ganadería Sostenible deforestación X

El “programa nuevo campo “, ganadera sostenible comienza a implementarse incluso en octubre de 2014 en la región de Alta Floresta – ganadera más grande de polo en el norte de Mato Grosso, – y el municipio de Cotriguaçu, noroeste del estado. Coordinado por el Instituto Centro de Vida (ICV), el nuevo campo Su objetivo es promover prácticas sostenibles en la cría de ganado en el Amazonas, la mejora de su desempeño económico, social y ambiental. La iniciativa tiene como objetivo ayudar a reducir la deforestación, conservación y restauración de los recursos naturales y fortalecer la economía local. El programa promueve la gestión integrada de la propiedad rural, con la adopción progresiva de las buenas prácticas agrícolas (BPA) para el ganado vacuno, la Empresa Brasileña de Investigación Agropecuaria (Embrapa). El nuevo campo comenzó como un proyecto piloto en el año 2012. Los resultados fueron tan buenos que se está ampliando. En New Forest, asistido aproximadamente 10 propiedades, una reducción de la edad de masacre de los animales de 44 a 36 meses para los machos y 34 hembras de 26 meses, el aumento de la productividad de más de 4,7 a 12 kilos por hectárea por año. La calidad de la carne también se ha mejorado y la renta de los agricultores aumentó. Según Laurent Micol, coordinador ejecutivo de la ICV, el programa es un experimento de transformación de escala del sistema de ganado productivo. “Vamos a demostrar en la práctica que es posible producir más y mejor en una región como Alta Floresta, sin compensación y todavía se está recuperando áreas degradadas”, dijo.cómo participarPara entrar en el nuevo curso, los productores deben estar en conformidad con las cuestiones ambientales y laborales, y contratar la asistencia técnica acreditada por el programa. Los hoteles participantes tendrán un diagnóstico, seguido de desarrollado y puesto en práctica un proyecto técnico y económico, que será acompañado por un técnico certificado. Para fomentar este tipo de inversiones, los productores participantes tendrán acceso a la subvención de precios, basado en criterios de calidad de la canal. Además, se están desarrollando mecanismos para facilitar el acceso al crédito. Para garantizar el funcionamiento, el programa es la formación de un grupo de personal de servicio, apoyar la creación de una asociación de productores de ganado sostenibles y herramientas que facilitan la gestión agrícola sobre una base diaria y que garantice el origen de los animales a los compradores en desarrollo. El nuevo programa del curso es una sociedad con Embrapa, los sindicatos rurales de Alta Floresta y Cotriguaçu, el Instituto Internacional para la Sostenibilidad (IIS), el Instituto de Gestión y Certificación Forestal y Agrícola (Imaflora) de Solidaridad y multinacionales carne JBS SA también cuenta con el apoyo del Fondo Vale, la Fundación Moore, Trabajo Sostenible Ganado Grupo (GTPS) y la Cooperación de Noruega (NORAD).

Guia traz prazos importantes do Código Florestal

Guia traz prazos importantes do Código Florestal

A Bolsa de Valores Ambientais BVRio lançou um guia simplificado do Código Florestal para produtores e proprietários rurais. O guia de uma página traz uma linha do tempo com os prazos vigentes da legislação florestal, alertando sobre a realização do Cadastro Ambiental Rural (CAR), os prazos para conversão de multas e para concessão de créditos.
Na parte superior, em verde, é apresentado o “caminho para a regularização”, com os passos para o cumprimento dos prazos do Código Florestal. Na parte inferior, em laranja, são apresentados os “riscos a evitar”, dando uma ideia dos riscos que o produtor rural corre se perder os prazos.
Segundo Leonel Mello, responsável pelo departamento florestal da BVRio, “percebemos que proprietários rurais têm dúvidas quanto aos prazos do código florestal e tivemos a ideia de ajudá-los a se organizarem para realizar a compensação ambiental, caso necessário”.
O guia pode ser baixado aqui e está disponível no site da BVRio

Mato Grosso adere a SICAR

O estado do Mato Grosso já está migrando os Cadastros Ambientais Rurais (CAR) para o Sistema CAR (SICAR) disponibilizado pelo governo federal. Os proprietários de imóveis e posseiros do estado que ainda não fizeram o cadastro já podem se inscrever diretamente Sicar . Quem já se cadastrou, não precisa repetir o CAR, mas pode ser notificado para completar informações que não eram necessárias no CAR estadual. O produtor que teve as informações migradas deverá acessar o SICAR com o número do Cadastro de Pessoa Física (CPF) ou do Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica (CNPJ) para emitir o recibo com o número de inscrição do CAR. As informações são do Expresso MT. Leia mais em: http://bit.ly/1uuVYf6