Comissão de Meio Ambiente rejeita reflorestamento de APPs com frutíferas

Comissão de Meio Ambiente rejeita reflorestamento de APPs com frutíferas

A Comissão de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável rejeitou, na quarta-feira (29), proposta que altera o Código Florestal (Lei 12.651/12) para permitir o uso de árvores frutíferas na recomposição de Áreas de Preservação Permanente (APPs) –  vegetação nas margens de rios, encostas, topos de morro etc.

De acordo com o Código Florestal, a recomposição de APPs deve ser feita com o plantio de espécies nativas, uma combinação entre a regeneração e o plantio de mata nativa ou o plantio intercalado de espécies nativas com outras lenhosas, perenes ou de ciclo longo.

O relator na comissão de Meio Ambiente, deputado Sarney Filho (PV-MA), defendeu a rejeição da proposta, prevista no Projeto de Lei (PL) 6330/13, do deputado Afonso Hamm (PP-RS). “O que a lei hoje exige está muito aquém do que recomendariam os técnicos e pesquisadores mais otimistas”, disse o relator.

Ele lembrou que o novo Código, em vigor desde 2012, introduziu a figura da área rural consolidada, que são áreas de APPs desmatadas e ocupadas por atividades agropecuárias que não precisam ser recuperadas. “Havia dois caminhos possíveis: estabelecer metas e meios para promover a recomposição dessas áreas com apoio do setor produtivo ou mudar a lei isentando os produtores rurais dessa obrigação. Lamentavelmente, optamos pelo segundo caminho”, ressaltou o relator, ao argumentar pela rejeição do texto.

Atividades agropecuárias

Sarney Filho acrescentou que a exigência de recomposição de APP nas áreas desmatadas e ocupadas com atividades agropecuárias foi dramaticamente reduzida pelo Código Florestal. “O que se está propondo, por meio do projeto de lei, é uma redução ainda maior do papel das APPs nas propriedades com área rural consolidada.”

O relator ainda destacou o papel das APPs para a conservação do solo, da água, da flora e da fauna, itens essenciais para garantir a sustentabilidade, inclusive, da própria atividade agropecuária.

Como recebeu pareceres divergentes nas comissões de mérito (a favor e contra), o projeto perdeu o caráter conclusivo e, após passar pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania, será analisado pelo Plenário da Câmara dos Deputados.

O PL 6330/13, rejeitado agora pela Comissão de Meio Ambiente, havia sido aprovado em abril de 2014  pela Comissão de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural.

(Com Agência Câmara de Notícias)

Governo vai formalizar divulgação de dados do desmatamento

Governo vai formalizar divulgação de dados do desmatamento

O website O Eco informa que após a reportagem e a coluna de Marcelo Leite na Folha de S. Paulo, que ligavam o fato do desmatamento estar em alta com o atraso na divulgação dos alertas de focos de desmatamento do sistema Deter do Instituto Nacional de Estudos Espaciais (INPE). De acordo com o O ECO,  os ministérios de Ciência e Tecnologia (a quem o Inpe é subordinado) e do Meio Ambiente afirmaram que farão um novo acordo, dessa vez formal, sobre como será feita a divulgação do Deter. “A promessa é que a nova fórmula será mais transparente e facilitará que a sociedade civil acompanhe os números mensais do desmatamento na Amazônia”.

O Eco também fez um levantamento sobre atrasos na divulgação do Deter e constatou que, dos 36 meses das estações secas desde que o monitoramento por satélite começou a ser divulgado com regularidade, em 2008,  o INPE atrasou a divulgação em 25.

Leia a íntegra da matéria: http://www.oeco.org.br/oeco-data/28750-governo-tem-historico-de-atrasar-…

 

Government will formalize disclosure deforestation data

The website Eco informs that after the report and column Marcelo Leite in Folha de S. Paulo, linking the fact of deforestation be on the rise with the delay in the dissemination of alerts of the Deter system deforestation foci of the National Institute of Studies space (INPE). According to the ECO, the ministries of Science and Technology (whom the space agency is subordinate) and Environment said they will make a new agreement, this time formal, on the disclosure of Deter will be made. “The promise is that the new formula will be more transparent and make it easier for civil society to monitor the monthly figures of deforestation in the Amazon.”

The Eco also made a survey of delays in the dissemination of Halt and found that the 36 months of the dry season since satellite monitoring began to be published regularly in 2008, INPE delayed disclosure 25.

Read the full text of the article:  http: //www.oeco.org.br/oeco-data/28750-governo-tem-historico-de-atrasar -…

 

Gobierno se compromete a formalizar los datos de la deforestación divulgación

La página web Eco informa que después de que el informe y la columna Marcelo Leite en Folha de Sao Paulo, que une el hecho de la deforestación en aumento con el retraso en la difusión de las alertas del sistema de desalentar la deforestación focos del Instituto Nacional de Estudios espacio (INPE). De acuerdo con la ECO, los Ministerios de Ciencia y Tecnología (a quien la agencia espacial está subordinado) y Medio Ambiente dijeron que harán un nuevo acuerdo, esta vez formal, en la divulgación de desalentar se hará. “La promesa es que la nueva fórmula será más transparente y que sea más fácil para la sociedad civil para monitorear las cifras mensuales de la deforestación en la Amazonia.”

El Eco también hizo un estudio de los retrasos en la difusión de Detener y encontró que los 36 meses de la estación seca desde la vigilancia por satélite comenzó a publicarse regularmente en 2008 el INPE retraso divulgación 25.

Lea el texto completo del artículo:  http: //www.oeco.org.br/oeco-data/28750-governo-tem-historico-de-atrasar -…

Universidade cria portal para tirar dúvidas sobre o CAR

Universidade cria portal para tirar dúvidas sobre o CAR

O departamento de Ciências Agrárias da Universidade Federal do Paraná (UFPR) lançou um website para tirar dúvidas on-line sobre o Cadastro Ambiental Rural (CAR). Proprietários de imóveis rurais e técnicos podem enviar perguntas pontuais sobre o cadastramento ou consultar um banco de dados com as respostas mais comuns.

“Reunimos uma equipe multidisciplinar, altamente capacitada, para orientar os produtores rurais no correto cadastramento no CAR e para uma adesão segura ao Programa de Recuperação Ambiental (PRA) no Paraná e no Brasil”, informou um dos professores envolvidos no projeto, o especialista em direito ambiental e engenheiro agrônomo, João Fachin Queiroz.

Os idealizadores do projeto ressalvam que não querem substiuir as assistências técnicas oficial e particular, mas acreditam que vão poder complementar o serviço.

“Entendemos o cadastramento de todas as propriedades rurais do Brasil como uma tarefa extremamente necessária mas ao mesmo tempo gigantesca em suas proporções. Acreditamos que todas as entidades da sociedade civil que puderem devem dar a sua contribuição. O projeto Portal do CAR é uma pequena contribuição que somadas à todas outras poderá ajudar os produtores nessa hora tão importante,” afirma Queiroz em entrevista publicada no portal.

O portal não vai prestar assessoramento, mas apenas responder a dúvidas pontuais de produtores rurais ou técnicos contratados. “O preenchimento do cadastro não é difícil mas mesmo profissionais experientes acabam tendo dúvidas. O nosso trabalho é auxiliar no esclarecimento dessas eventuais dúvidas”, diz.

 

University creates portal for questions about the CAR

The Department of Agrarian Sciences of the Federal University of Paraná (UFPR) has launched a website to answer questions online about the Rural Environmental Registry (CAR). Owners of rural properties and technicians can send specific questions about registration or consult a database with the most common responses.

“We have assembled a multidisciplinary team highly qualified to guide farmers on the correct registration in the CAR and to secure adherence to the Environmental Recovery Program (PRA) in Paraná and Brazil,” said one of the teachers involved in the project, the expert environmental law and agronomist John Fachin Queiroz.

The creators of the project who do not want ressalvam substituted uir the official and private technical assistance, but believe they will be able to complement the service.

“We understand the registration of all farms in Brazil as an extremely necessary task but at the same gigantic time in its proportions. We believe that all civil society organizations that can must make their contribution. The CAR Portal project is a small contribution that added to all other producers can help at this time so important, “said Queiroz in an interview published on the website.

The portal will not provide advice, but only respond to specific questions of farmers or contracted technicians. ” The completion of the registration is not difficult but even experienced professionals end up having doubts. Our job is toassist in clarifying these possible doubts,” he says.

The address of the portal is: www.portaldocar.com.br

 

Universidad crea portal de preguntas sobre el coche

El Departamento de Ciencias Agrarias de la Universidad Federal de Paraná (UFPR) ha puesto en marcha un sitio web para responder a las preguntas en línea sobre el Registro Ambiental Rural (CAR). Los dueños de propiedades rurales y técnicos pueden enviar preguntas específicas sobre la inscripción o consultar una base de datos con las respuestas más comunes.

“Hemos reunido a un equipo multidisciplinar altamente cualificado para orientar a los agricultores en el registro correcto en el coche y para asegurar la adhesión al Programa de Recuperación Ambiental (PRA) en Paraná y Brasil”, dijo uno de los profesores que participan en el proyecto, el experto legislación ambiental y agrónomo John Fachin Queiroz.

Los creadores del proyecto que no quieren ressalvam sustituido UIR la asistencia técnica oficial y privada, pero creen que serán capaces de complementar el servicio.

“Somos conscientes de la inscripción de todas las granjas en Brasil como una tarea extremadamente necesaria, pero al mismo tiempo gigantesco en sus proporciones. Creemos que todas las organizaciones de la sociedad civil que se deben aportar su contribución. El proyecto Portal coche es una pequeña contribución que sumado a todos los demás productores pueden ayudar en este momento tan importante “, dijo Queiroz en una entrevista publicada en el sitio web.

El portal no proporcionará consejos, pero sólo responder a preguntas específicas de los agricultores o técnicos contratados. ” La finalización de la inscripción no es difícil, pero incluso los profesionales con experiencia llegar a tener dudas. Nuestro trabajo es para ayudar a clarificar estas posibles dudas”, dice.

La dirección del portal es: www.portaldocar.com.br 

Mercado se adianta à regulamentação

Mercado se adianta à regulamentação

Matéria publicada no Valor Econômico desta segunda-feira mostra uso de Cotas de Reserva Ambiental em Unidades de Conservação: fazendeiro na Banhia desapropriado em Unidade de Conservação vende CRAs para sojicultores do estado com passivo de Reserva Legal e doa suas terras para o ICMBio. O mecanismo está previsto no Código Florestal sancionado em maio de 2012, mas o mercado está sendo impulsionado sem a participação do governo. Apesar da ministra do Meio Ambiente comemorar a transação na matéria, as CRAs ainda não foram regulamentadas.

Leia a integra aqui: http://www.valor.com.br/agro/3781080/quem-disse-que-dinheiro-nao-da-em-a…

 

Market prospers regulation

An article published in Valor Econômico on Monday shows use of Environmental Reserve Quota in Protected Areas: Farmer in expropriated Banhia Conservation Unit sells CRAs for state soybean farmers with Legal Reserve liabilities and donate their land to ICMBio. The mechanism is provided for in the Forest Code sanctioned in May 2012, but the market is being driven without government involvement. Despite the Minister of the Environment to celebrate the transaction in the matter, the CRAs have not been regulated.

Read the full picture here:  http: //www.valor.com.br/agro/3781080/quem-disse-que-dinheiro-nao-da-em-a …

 

Mercado prospera la regulación

Un artículo publicado en Valor Econômico el lunes muestra el uso de la Reserva Ambiental de cuotas en áreas protegidas: Granjero en Banhia expropiado Unidad de Conservación vende CRA para los productores de soja del estado con pasivos de reserva legal y donar sus tierras a ICMBio. Se proporciona el mecanismo por el Código Forestal sancionada en mayo de 2012, pero el mercado está siendo impulsado sin la participación del gobierno. A pesar de la ministra de Medio Ambiente para celebrar la transacción en la materia, las agencias de calificación no han sido regulados.

La continuación de la foto aquí:  http: //www.valor.com.br/agro/3781080/quem-disse-que-dinheiro-nao-da-em-a …

Organizações da sociedade civil sugerem caminhos para Pagamento de Serviços Ambientais

Organizações da sociedade civil sugerem caminhos para Pagamento de Serviços Ambientais

Alguns estados e municípios brasileiros já entenderam que remunerar aqueles que ajudam a conservar a água, proteger as florestas e cuidar dos habitats naturais pode dar bons resultados e beneficiar a todos, indistintamente. O Pagamento por Serviços Ambientais, ou PSA, como é conhecida essa estratégia usada em vários países, precisa agora ganhar escala nacional. A ideia é ter no Brasil uma política pública que agregue e amplie esse tipo de experiência em todo o território nacional.

Esta é intenção de um grupo de organizações que acaba de fazer uma análise sobre as iniciativas que tratam do tema no Congresso Nacional. O objetivo é recomendar ações para que o País possa enfrentar nacionalmente a acelerada perda de recursos naturais e suas desastrosas consequências –que têm na crise de água de São Paulo apenas a ponta do iceberg.

O resultado é a publicação Diretrizes para a Política Nacional de Pagamento por Serviços Ambientais, assinada pelo WWF-Brasil e parceiros. O documento foi apresentado nesta sexta-feira (14), em Brasília, durante o seminário Incentivos Econômicos para implementação do Código Florestal, do Observatório do Código Florestal, e será enviado ao governo federal, parlamento e especialistas.

Acesse aqui.

A análise centrou-se no projeto de lei (PL) 792/2007, que tramita lentamente, há sete anos, pelos corredores da Câmara dos Deputados. “O projeto tem muitos aspectos positivos, mas ainda precisa de ajustes para garantir unidade a uma estratégia nacional de PSA que seja capaz de catalisar, ampliar e dar agilidade a esse processo na prática”, considera Jean François Timmers, superintendente de Políticas Públicas do WWF-Brasil.

Segundo ele, diversas experiências brasileiras já apontam um caminho promissor para inspirar uma política nacional que trate do assunto. Entre as iniciativas, ele destaca o Sistema Estadual de Incentivo a Serviços Ambientais (SISA), que inclui o regime de REDD (Redução de Emissões por Desmatamento e Degradação Florestal) do Estado do Acre. Conhecido como Incentivos por Serviços Ambientais Associados com Carbono, ou ISA Carbono, o programa, que tem a parceria do WWF-Brasil, é pioneiro em políticas públicas de REDD e considerado um modelo internacional.

O programa Produtor de Água, da Agência Nacional de Águas (ANA), trabalha com oito projetos em diversos estados brasileiros para proteger e restaurar a vegetação no entorno de nascentes e mananciais e garantir a manutenção da disponibilidade de e da qualidade da água. Há outras iniciativas esparsas pelo Brasil.

Recomendações – Além de contribuir para a discussão dos marcos legais em tramitação no Congresso Nacional, as recomendações propostas na publicação têm como objetivo antecipar os meios necessários para a implantação da Política no País e contribuir para a formulação e execução de iniciativas regionais, sejam elas estaduais, municipais, públicas ou privadas.

Organizadas em quatro temas – Governança, Modalidades, Financiamento e Acesso a Benefícios e Salvaguardas Socioambientais –, as recomendações vieram de diversas instituições, envolvendo a sociedade civil e o setor privado.

Um dos pontos importantes identificados pela iniciativa é a falta de clareza sobre a fonte dos recursos que irão financiar o estabelecimento dos esquemas de PSA. “É preciso evitar sobreposições e complementar ações produtivas e de conservação financiadas por outros instrumentos econômicos ambientais existentes”, afirma Timmers.

(WWF-Brasil)

 

Civil society organizations suggest ways for Environmental Services Payment

Some states and municipalities have already understood that reward those who help conserve water, protect forests and take care of natural habitats can give good results and benefit everyone, without distinction. Payment for Environmental Services, or PSA, is known as the strategy used in several countries, must now gain national scale. The idea is to have a public policy in Brazil that aggregates and extend that experience throughout the national territory.

This is the intention of a group of organizations that has just made an analysis of the initiatives dealing with the issue in Congress. The goal is to recommend actions that the country may face nationally accelerated loss of natural resources and its disastrous consequences -that have the water crisis in São Paulo just the tip of the iceberg. The result is the publication Guidelines for the National Policy on Payment for Environmental Services, signed by WWF-Brazil and partners. The document was presented on Friday (14), in Brasilia, during the seminar Economic Incentives for implementation of the Forest Code, the Observatory of the Forest Code, and will be sent to the federal government, parliament and experts. Go here .

The analysis focused on the bill (PL) 792/2007, which is being processed slowly, seven years ago, the halls of the House of Representatives. “The project has many positive aspects, but still need adjustments to ensure unit to a national PSA strategy that is capable of catalyzing, expand and quicken this process in practice,” considers Jean François Timmers, Superintendent of Public Policy at WWF -Brazil.

According to him, several Brazilian experiences already show a promising way to inspire a national policy that addresses the issue. Among the initiatives, it highlights the State System of Incentives for Environmental Services (SISA), which includes the REDD scheme (Reducing Emissions from Deforestation and Forest Degradation) of Acre. Known as Incentives for Environmental Services Associated with Carbon or Carbon ISA, the program, which has a partnership with the WWF-Brazil, is a pioneer in public REDD policies and considered an international model.

The Water Producer Program, the National Water Agency (ANA), works with eight projects in various Brazilian states to protect and restore the vegetation around springs and water sources and ensure the continued availability and water quality.There are other isolated initiatives by Brazil. Recommendations – In addition to contributing to the discussion of legal frameworks in the National Congress, the recommendations proposed in the publication are designed to anticipate the necessary means to implement the policy in the country and contribute to the formulation and implementation of regional initiatives, whether state , municipal, public or private.

Organized into four themes – Governance Arrangements, Financing and Access to Benefits and Social and Environmental Safeguards – the recommendations came from several institutions, involving civil society and the private sector. One of the important issues identified by the initiative is the lack of clarity about the source of funds that will finance the establishment of PES schemes. “We need to avoid overlapping and complementary productive actions and conservation financed by other existing environmental economic instruments,” says Timmers.  (WWF-Brazil)

 

Organizaciones de la sociedad civil sugieren formas de Pago por Servicios Ambientales

Algunos estados y municipios ya han entendido que recompensa a los que ayudan conservar el agua, proteger los bosques y cuidar de los hábitats naturales puede dar buenos resultados y beneficiar a todos, sin distinción. El pago por servicios ambientales, o PSA, se conoce como la estrategia utilizada en varios países, ahora debe ganar escala nacional. La idea es tener una política pública en Brasil que agrega y extender esa experiencia a lo largo del territorio nacional.

Esta es la intención de un grupo de organizaciones que acaba de hacer un análisis de las iniciativas relacionadas con el tema en el Congreso. El objetivo es a recomendar acciones que el país puede enfrentar la pérdida acelerada a nivel nacional de los recursos naturales y sus consecuencias desastrosas -que tienen la crisis del agua en Sao Paulo sólo la punta del iceberg. El resultado es las normas de publicación de la Política Nacional de Pago por Servicios Ambientales, firmado por el WWF-Brasil y socios. El documento fue presentado el viernes (14), en Brasilia, durante los incentivos económicos para seminarios para la aplicación del Código Forestal, el Observatorio del Código Forestal, y se enviará al gobierno federal, el parlamento y expertos. Ir  aquí .

El análisis se centró en el proyecto de ley (PL) 792/2007, que se está procesando lentamente, hace siete años, los pasillos de la Cámara de Representantes. “El proyecto tiene muchos aspectos positivos, pero todavía necesita ajustes para asegurar la unidad a una estrategia de PSA nacional que es capaz de catalizar, ampliar y acelerar este proceso, en la práctica,” considera Jean François Timmers, Superintendente de Política Pública de la WWF -Brasil.

Según él, varias experiencias brasileñas ya muestran un camino prometedor para inspirar una política nacional que aborda el tema. Entre las iniciativas, se destaca el Sistema Estatal de Incentivos para Servicios Ambientales (SISA), que incluye el esquema REDD (Reducción de Emisiones por Deforestación y Degradación de los Bosques) de Acre. Conocido como incentivos para servicios ambientales asociados a carbono o ISA carbono, el programa, que tiene una asociación con el WWF-Brasil, es pionera en políticas de REDD públicas y considerado un modelo internacional.

El Programa Productor de Agua, la Agencia Nacional de Aguas (ANA), trabaja con ocho proyectos en varios estados de Brasil para proteger y restaurar la vegetación alrededor de los manantiales y fuentes de agua y asegurar la continua disponibilidad y calidad del agua. Hay otras iniciativas aisladas de Brasil.Recomendaciones – Además de contribuir a la discusión de los marcos legales en el Congreso Nacional, las recomendaciones propuestas en el documento están diseñados para anticipar los medios necesarios para implementar la política en el país y contribuir a la formulación e implementación de las iniciativas regionales, ya sea estatal , municipales, públicas o privadas.

Organizado en cuatro temas – Los acuerdos de gobernanza, financiación y acceso a beneficios y Sociales y Salvaguardias Ambientales – las recomendaciones provienen de varias instituciones, la participación de la sociedad civil y el sector privado. Uno de los temas importantes identificados por la iniciativa es la falta de claridad sobre el origen de los fondos que financiarán el establecimiento de esquemas de PSA. “Tenemos que evitar las acciones y la conservación financiados por otros instrumentos económicos ambientales existentes productivos superpuestos y complementarios”, dice Timmers.  (WWF-Brasil)

Informações sobre o CAR são as mais difíceis, de acordo com pesquisa

Informações sobre o CAR são as mais difíceis, de acordo com pesquisa

De agosto a outubro de 2014, o Instituto Centro de Vida (ICV) realizou uma pesquisa online para identificar as percepções dos usuários sobre o atual acesso às informações ambientais na Amazônia Legal. Este foi o primeiro passo de um estudo sobre a transparência das informações ambientais na Amazônia realizado a pedido do Grupo de Trabalho Amazônia Legal, do Ministério Público Federal.

No Brasil o controle ambiental é exercido pelo Poder Executivo, através das agências governamentais que implementam e fiscalizam o uso do solo e dos recursos naturais, enquanto o Ministério Público e Tribunais de Contas federais e estaduais controlam a implementação da lei ambiental. Bancos e outros financiadores também exercem controle para averiguar a legalidade da produção e a sociedade civil organizada ou não, exerce o controle social ambiental.

Nesta fase inicial, informações sobre o Cadastro Ambiental Rural foram a principal demanda entre os pesquisados e 34% consideram difícil conseguir informações sobre o CAR. Veja aqui os resultados: http://www.icv.org.br/site/2014/11/17/transparencia-das-informacoes-ambi…

 

CAR information are the hardest, according to research

From August to October 2014, the Life Center Institute (ICV) conducted a survey  online to identify the perceptions of users about the current access to environmental information in the Amazon. This was the first step of a study on the transparency of environmental information in the Amazon held at the request of the Working Group Legal Amazon, the Federal Public Ministry.

In Brazil, the environmental control is exercised by the Executive, through the government agencies that implement and oversee land use and natural resources, while prosecutors and federal and state courts of auditors control the implementation of environmental law. Banks and other lenders also have control to determine the legality of production and organized civil society or not, carries the environmental social control.

At this early stage, information about the Rural Environmental Registry were the main demand among those surveyed and 34% find it difficult to get information about the CAR. Here are the results:  http: //www.icv.org.br/site/2014/11/17/transparencia-das-informacoes-ambi …

 

Información de vehículos son los más difíciles, según un estudio

De agosto a octubre de 2014, el Instituto Centro de Vida (ICV) realizó una encuesta  en línea  para identificar las percepciones de los usuarios sobre el actual acceso a la información ambiental en la Amazonia. Este fue el primer paso de un estudio sobre la transparencia de la información ambiental en la Amazonía celebrado a petición del Grupo de Trabajo Amazonia Legal, el Ministerio Público de la Federación.

En Brasil, el control del medio ambiente es ejercido por el Ejecutivo, a través de las agencias gubernamentales que implementan y supervisan el uso del suelo y los recursos naturales, mientras que los fiscales y los tribunales federales y estatales de los auditores controlan la aplicación de la legislación ambiental. Los bancos y otros prestamistas también tienen un control para determinar la legalidad de la producción y de la sociedad civil organizada o no, lleva el control social del medio ambiente.

En esta primera etapa, información sobre el Registro Ambiental Rural fueron la principal demanda entre los encuestados y el 34% tienen dificultades para obtener información sobre el coche. Aquí están los resultados:  http: //www.icv.org.br/site/2014/11/17/transparencia-das-informacoes-ambi …

Produtores de Lucas do Rio Verde ganham assessoria para atualizar o CAR

Produtores de Lucas do Rio Verde ganham assessoria para atualizar o CAR

A The Nature Conservacy (TNC), membro fundador do Observatório do Código Florestal, participa do projeto que, a partir desta segunda-feira (24) realiza o Cadastro Ambiental Rural (CAR) dos produtores rurais de Lucas do Rio Verde, no Mato Grosso.
Os atendimentos são agendados pelo telefone e acontecem na sede da Prefeitura Municipal. Também participam do projeto a Secretaria de Agricultura e o Sindicato dos Produtores Rurais.
O objetivo é evitar erros nas informações prestadas pelos produtores na migração do Cadastro Ambiental Rural (CAR)  da Secretaria Estadual de Meio Ambiente (Sema) para o Sistema Nacional de Cadastro Ambiental Rural (Sicar) do Ministério do Meio Ambiente.
Recentemente o Mato Grosso decidiu abrir mão de seu programa próprio para realizar o CAR (Simlan) e aderir ao Sicar do governo federal.
O CAR é obrigatório para todos os imóveis rurais, tendo por finalidade integrar as informações ambientais referentes à situação das Áreas de Preservação Permanente – APP, das áreas de Reserva Legal, remanescentes de vegetação nativa, Áreas de Uso Restrito e das áreas consolidadas das propriedades e posses rurais do país. Todos os 44 mil cadastros do estado estão sendo migrados para a plataforma governamental. E como os CARs de Mato Grosso não tinham algumas informações essenciais, como Reserva Legal, todos terão que ser revistos.
O prazo para cadastramento no Sicar expira em maio de 2015 e a partir de 2017 propriedades sem CAR não poderão obter crédito agrícola. Em Mato Grosso são aproximadamente 140 mil propriedades rurais e 44 mil já tinham feito o CAR. Em Lucas do Rio Verde, 48% dos produtores rurais fizeram a inscrição no cadastro. Anterior ao CAR estadual, o município conseguiu adesão de 95% dos responsáveis por aproximadamente 780 imóveis no programa Lucas Legal.
A ação pretende, além de levantar possíveis inconformidades, orientar os produtores a entenderem a proposta do Sicar. As imagens de satélite apontarão se houve desmate após o Lucas Legal e, tendo ocorrido alguma mudança nas informações, buscar o ajuste e evitar que o produtor receba alguma punição.
O agendamento deve ser feito pelos telefones (65) 3549-7166 e (65) 3549-7170.

Falta de consulta pública coloca em risco mercado nascente de Cotas de Reserva Ambiental

Falta de consulta pública coloca em risco mercado nascente de Cotas de Reserva Ambiental

Os anúncios estão em toda a parte. De classificados de jornais a websites de varejo como OLX e Mercado Livre. “Vendo Área de Compensação Ambiental/Reserva Legal”, alardeia um deles, que traz uma foto de satélite (georreferenciada) de uma grande área verde. Fazem parte de um mercado que floresce antes mesmo de sua regulamentação: o de Cotas de Reserva Ambiental (CRAs).

Previstas no Código Florestal de 1964, mantidas no de 2012 e nunca regulamentadas, as cotas são consideradas uma saída inteligente para auxiliar na regulamentação do enorme passivo ambiental brasileiro.  Cada cota corresponde a um hectare e elas podem ser criadas por proprietários rurais que tenham excesso de Reserva Legal (RL) – percentual obrigatório de vegetação nativa. E negociadas com produtores com menos área de Reserva Legal do que o mínimo exigido, para fins de compensação de déficit de RL.

A minuta de um decreto que regulamenta a criação de CRAs foi redigida no Ministério da Fazenda e enviada ao Ministério do Meio Ambiente para apreciação e o decreto deve seguir para o Palácio do Planalto para receber a assinatura da presidente Dilma Rousseff nas próximas semanas.

Transparência zero

O processo começou com consultas a instituições envolvidas na formação do mercado de CRAs no ano passado, realizadas pelo próprio Ministério da Fazenda. A interlocução com a sociedade civil foi interrompida, a minuta enviada ao MMA e apenas conversas informais se seguiram.

“Este tipo de regulamentação deveria ser feito com total transparência, com consultas públicas, Enquanto o governo discute a portas fechadas, o mercado se forma,” alerta Maurício de Moura Costa, presidente da BVTrade, plataforma de negociações da Bolsa de valores ambientais do RJ (BVRio). A BVTrade já cadastrou mais de dois milhões de hectares de áreas aptas a emitir CRAs em todas as regiões e biomas do país e negocia contratos futuros de venda das cotas.

Estimativas recentes do professor Britaldo Soares, da UFMG, que já levam em conta todas as flexibilizações e perdões concedidos pelo novo Código Florestal apontam para um passivo ambiental de 23,3 milhões de hectares no país. Sendo que 18,8 Mha estão em áreas de Reserva Legal que se encontram desmatadas ou degradadas e para se adequarem ao novo Código precisam ser reflorestadas, regeneradas ou compensadas via CRAs.  Independente de quem seja o cálculo, a estimativa de passivo de RL é quase do tamanho do Paraná. E em princípio, a negociação de CRAs seria uma alternativa à perda de áreas produtivas, altos custos de reflorestamento e um estímulo para recuperar o passivo.

Plínio Ribeiro, diretor-executivo da Biofílica, empresa de gestão e conservação de florestas, que está realizado o Cadastro Ambiental Rural (e as compensações através de CRAs a serem emitidas no futuro) de 20 mil cooperados da Coopercitrus em São Paulo e Minas Gerais, afirma que “o mercado de CRAs é igual a qualquer outro. Funciona até na ausência de regulamentação”. Ele explica que quem começa antes, corre mais riscos, mas tem mais chances de fazer melhores negócios: “Quando o risco é maior, há mais condições de comprar áreas baratas”.

Como Costa, Ribeiro defende menos regulamentação e mais autonomia e concorda que uma consulta pública seria a melhor forma de decidir como será a regulamentação.

Os dois divergem no entanto, quando fazem previsões em relação ao futuro das CRAs como mecanismo de mercado para flexibilização da regularização ambiental. Se Costa aponta o artigo 47 do Código Florestal, que obriga o registro de CRAs em bolsas de mercadorias de âmbito nacional ou em sistemas de registro e de liquidação financeira de ativos autorizados pelo Banco Central, – leia-se Bovespa ou Cetip – como “um jabuti na árvore, sem conexão, benefício ou garantia para quem compra e quem vende”, Ribeiro considera que o registro não será um ônus tão grande, porque não haveria interesse em mercado secundário de compra e venda de CRAs.

Para ele, “as pessoas querem comprar e vender as CRAs e não pensar mais nisto, colocar a energia na produção. Não vai ser como um mercado de ações secundárias. Vai ser igual a arrendar uma área”. Vale ressaltar que as CRAs dão direito apenas à regularização do passivo ambiental de quem compra e que a responsabilidade pela manutenção da vegetação nativa, assim como a propriedade da terra, continua a ser do vendedor.

Outros pontos de consenso, não só entre a Biofílica e a BVRio, mas entre os membros do Observatório do Código Florestal, é que o mercado por si só não acrescenta nada. Ele precisa ser direcionado para ser um mecanismo de estímulo à conservação. A grande vantagem de incentivos como o que pode ser dado pelas CRAs é a redução dos custos de regularização. Já existem compradores de terras que não querem áreas com passivos. O vendedor precisa compensar. A alternativa às cotas é comprar uma outra área de RL. Mas isto pode ser uma tarefa quase impossível, dependendo do estado e do bioma. Áreas de cerrado em São Paulo, por exemplo, são bastante raras. “CRAs na Amazônia vão ser bem mais baratas que CRAs em cerrado paulista,” afirma Moura Costa, que divulga regularmente preços médios de CRAs por bioma através da BVRio.

Compensação em UCs

Apesar do mercado já existir, vários pontos sensíveis continuam sem definição. O novo Código Florestal prevê a criação de CRAs em posses, mas problemas fundiários poderiam prejudicar a credibilidade destas cotas. E se a criação delas não for permitida, é possível que o excedente calculado nas estimativas, seja bem reduzido. Também há indefinição sobre a possibilidade de compensar em outros estados. Um produtor de São Paulo poderá compensar o que lhe falta de cerrado em Mato Grosso ou Goiás, por exemplo?

Estas indefinições transformaram uma modalidade de compensação que em princípio é mais burocrática e potencialmente mais cara, numa alternativa segura: a de compensação de Reserva Legal em Unidades de Conservação.  As cotas são criadas na totalidade de área de fazendas e posses desapropriadas para a criação de parques nacionais e estaduais e de reservas. Sem dinheiro para pagar a desapropriação, o governo permitiu a permanência do produtor rural. Através da compensação, o produtor pode finalmente receber para sair e se estabelecer em outra área. Quem compra se regulariza e o órgão de governo responsável pela administração da Unidade de Conservação ganha as CRAs como doação.

“A ausência de regulamentação está fazendo com que a regularização com áreas em Unidades de Conservação se tornem mais atraentes para os compradores,” diz Moura Costa.

Timing

Ribeiro acredita que, mesmo passados mais de dois anos da aprovação do Código e quase seis meses desde o início do prazo para o Cadastro Ambiental Rural de todas as propriedades do país, “é preciso ter tempo para se fazer uma discussão sadia sobre as cotas”. Ressaltando que quase todas as grandes e médias propriedades rurais têm passivos, ele defende a criação de “instrumentos, sejam de crédito, sejam fiscais, mas de instrumentos de políticas públicas que ajudem na implementação e na adesão destes produtores à regularização ambiental”. E sugere que os novos ministros da Agricultura e do Meio Ambiente coloquem entre seus primeiros atos uma declaração conjunta de apoio à implementação plena do novo Código Florestal: “Uma declaração sobre a importância do CAR e consequentemente das CRAs seria uma sinalização necessária”, acredita.

Mesmo que estime um mercado que varia entre 8 a 10 milhões de hectares para CRAs, Moura Costa vê riscos na demora e na falta de transparência e de consultas no processo de decisão da regulamentação: “A minuta inicial preparada pelo governo complica brutamente os procedimentos. O governo corre o risco de, ao invés de regulamentar o mercado, inviabilizá-lo. Se não for um estímulo, se não for simples, barato, compensador, quem precisa se regularizar vai fazer isto de outras formas”.

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Lack of public consultation puts market rising risk of Environmental Reserve Quota

Ads are everywhere. Of newspaper classifieds retail websites like OLX and Free Market. “Viewing Area Environmental Compensation / Legal Reserve”, boasts one of them, which brings a satellite photo (georeferenced) in a large green area. They are part of a blooming market before its regulation: the Environmental Reserve Quota (CRAs).

Provided for in the Forest Code, 1964, held in 2012 and never regulated, quotas are considered an intelligent output to assist in regulating the huge Brazilian environmental liabilities. Each share corresponds to one hectare and they can be created by landowners who have excess Legal Reserve (RL) – mandatory percentage of native vegetation. And negotiated with producers with less area of ​​legal reserve than the minimum required to RL deficit compensation purposes.

The draft of a decree regulating the creation of CRAs was drafted in the Ministry of Finance and sent to the Ministry of the Environment for consideration and the decree should proceed to the Presidential Palace to receive the signature of President Dilma Rousseff in the coming weeks.

zero transparency

The process began with visits to institutions involved in the formation of CRAs market last year, carried out by the Ministry of Finance. The dialogue with civil society was stopped, the draft sent to the MMA and just casual conversations followed.

“This type of regulation should be done with full transparency, with public consultations, while the government discusses the closed doors, the market is formed,” warns Maurice Moura Costa, President of BVTrade, trading platform of the Stock Exchange of environmental values ​​of RJ (BVRio). The BVTrade already registered more than two million hectares of areas suitable to issue CRAs in all regions and biomes and negotiates future contracts of sale of the shares.

Recent estimates Soares Soares teacher, UFMG, which already take into account all the flexibilities and pardons granted by the new Forest Code related to an environmental liability of 23.3 million hectares in the country. Since 18.8 Mha are in Legal Reserve areas that are deforested or degraded and to suit the new code need to be reforested, reclaimed or compensated via CRAs. Regardless of who the calculation, the estimated  RL liability  is almost the size of Parana. And in principle, CRAs trading to be an alternative to the loss of productive areas, reforestation high costs and an incentive to recover the liability.

Plinio Ribeiro, executive director of Biofílica, management and conservation of forests company, which is held the Rural Environmental Registry (and compensations by CRAs to be issued in the future) of 20 thousand members of Coopercitrus in São Paulo and Minas Gerais, It states that “the CRAs market is like any other. It works even in the absence of regulation. ” He explains that whoever starts before, most at risk, but is more likely to make better business, “When the risk is higher, there is more able to buy cheap areas.”

As Costa, Ribeiro advocates less regulation and more autonomy and agree that a public consultation would be the best way to decide how will the regulation.

The two differ however, when making predictions about the future of CRAs as a market mechanism for relaxation of environmental regulation. If Costa points Article 47 of the Forest Code, which requires the CRAs registration nationwide commodity exchanges or in registration and financial settlement of assets authorized by the Central Bank, – read: Bovespa and Cetip – as a ” tortoise in the tree, without connection, benefit or guarantee for those who buy and those who sell, “Ribeiro believes that the record is not such a burden, because there would be interest in the secondary market purchase and sale of CRAs.

For him, “people want to buy and sell the CRAs and forget it, put energy in production. It will not be like a secondary stock market. It will be equal for rent an area. ” It is noteworthy that the CRAs are entitled only to stabilize the environmental liability of purchasers and that the responsibility for maintaining the native vegetation, as well as ownership of land remains with the seller.

Other points of consensus not only between Biofílica and BVRio, but among the members of the Center’s Forest Code, is that the market alone does not add up. It needs to be taken to be an incentive mechanism for conservation. The great advantage as the incentives that may be given by CRAs is the reduction of costs regularization. There are already buyers of land areas that do not want to liabilities. The seller must compensate. The alternative to quotas is to buy another RL area. But this can be an almost impossible task, depending on the state and biome. cerrado areas in São Paulo, for example, are quite rare. “CRAs in the Amazon will be much cheaper than CRAs in São Paulo Cerrado,” said Moura Costa, who regularly publishes average prices of CRAs by biome through BVRio.

Compensation UCs

Although the market already exists, several sensitive issues remain undefined. The new Forest Code provides for the creation of CRAs in possessions, but land ownership problems could undermine the credibility of these quotas. And the creation of them is not allowed, it is possible that the surplus calculated on estimates, is greatly reduced. There is also uncertainty about the possibility of compensating in other states. A producer of São Paulo can compensate for what you lack of cerrado in Mato Grosso and Goiás, for example?

These uncertainties turned compensation mode which in principle is more bureaucratic and potentially more expensive, a safe alternative: the legal reserve compensation in protected areas. Dimensions are created in the entire area of ​​farms and possessions expropriated for the creation of national and state parks and reserves. No money to pay the expropriation, the government allowed the permanence of the farmers. By contrast, the producer can finally get out and settle in another area. Who buys it regulates and the government agency responsible for administering the Conservation Unit wins the CRAs as a donation.

“The absence of regulation is making the regularization with areas in protected areas become more attractive to buyers,” says Moura Costa.

timing

Ribeiro believes that even after more than two years of the adoption of the Code and nearly six months since the beginning of the period for the Rural Environmental Registry of all national property, “we need to take time to make a healthy discussion about quotas” . Noting that almost all large and medium-sized farms have liabilities, it advocates the creation of “instruments are credit, as tax, but public policy instruments to assist in the implementation and adherence of these producers to environmental regulation.” And it suggests that new Ministers of Agriculture and Environment place among his first acts a joint statement of support for the full implementation of the new Forest Code, “a statement on the importance of CAR and consequently the CRAs would be a necessary signaling” he believes.

Even estimating a market that ranges from 8 to 10 million hectares for CRAs, Moura Costa sees risks in the delay and the lack of transparency and consultation in the regulatory decision-making: “The initial draft prepared by the government brutally complicated procedures. The government runs the risk, instead of regulating the market, paralyze it. If not a stimulus, if not simple, inexpensive, rewarding those who need to regularize going to do it in other ways. ”

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Falta de consulta pública pone mercado creciente riesgo de Reserva Ambiental de cuota

Anuncios están por todas partes. Del periódico de clasificados como sitios web de venta OLX y el libre mercado. “Viendo el Área de Medio Ambiente de Compensación / Reserva Legal”, cuenta con uno de ellos, lo que trae una foto de satélite (georeferenciada) en una gran zona verde. Ellos son parte de un mercado que florece antes de su regulación: la cuota de reserva del Medio Ambiente (CRA).

Previsto en el Código Forestal de 1964, que se celebró en 2012 y nunca regulados, las cuotas se consideran una salida inteligente para ayudar en la regulación de los enormes pasivos ambientales brasileñas. Cada acción corresponde a una hectárea y que puede ser creado por los propietarios que tienen exceso de Reserva Legal (RL) – porcentaje obligatorio de vegetación nativa. Y negociada con los productores con menos área de reserva legal que el mínimo requerido para propósitos de compensación de déficit RL.

El borrador de un decreto que regula la creación de las ACC se redactó en el Ministerio de Finanzas y se envía al Ministerio de Medio Ambiente para su examen y el decreto debe proceder a la Casa Presidencial para recibir la firma del presidente Dilma Rousseff en las próximas semanas.

cero transparencia

El proceso se inició con visitas a instituciones que participan en la formación del mercado de las agencias de calificación del año pasado, llevado a cabo por el Ministerio de Finanzas. El diálogo con la sociedad civil fue detenido, el proyecto enviado a la MMA y sólo siguió las conversaciones casuales.

“Este tipo de regulación debe hacerse con total transparencia, la consulta pública, mientras que el gobierno analiza las puertas cerradas, se forma el mercado”, advierte Mauricio Moura Costa, Presidente de BVTrade, plataforma de negociación de la Bolsa de los valores ambientales de RJ (BVRio). El BVTrade ya registró más de dos millones de hectáreas de áreas adecuadas para emitir las ACC en todas las regiones y biomas y negocia los contratos de futuros de venta de las acciones.

Según estimaciones recientes, profesor Soares Soares, UFMG, que ya tiene en cuenta todas las flexibilidades y los indultos concedidos por el nuevo Código Forestal relacionada con un pasivo ambiental de 23,3 millones de hectáreas en el país. Desde 18,8 millones de hectáreas se encuentran en áreas de Reserva Legal que están deforestadas o degradadas y para adaptarse al nuevo código necesitan ser reforestadas, regeneradas o compensados a través de las agencias de calificación. Independientemente de que el cálculo, se estima que  la responsabilidad RL  es casi del tamaño de Paraná. Y, en principio, el comercio de las ACC para ser una alternativa a la pérdida de áreas productivas, los altos costos de reforestación y un incentivo para recuperar la deuda.

Plinio Ribeiro, director ejecutivo de Biofílica, manejo y conservación de los bosques de la compañía, que se celebra el Registro Ambiental Rural (y compensaciones por las ACC a emitir en el futuro) de 20 mil miembros de Coopercitrus en Sao Paulo y Minas Gerais, se dice que “el mercado de las agencias de calificación es como cualquier otro. Funciona incluso en ausencia de regulación “. Explica que todo aquel que se inicia antes, la mayoría en situación de riesgo, pero es más probable que hacer un mejor negocio, “Cuando el riesgo es mayor, hay más poder comprar áreas baratos.”

Como Costa, Ribeiro aboga por menos regulación y más autonomía y de acuerdo en que una consulta pública sería la mejor manera de decidir cómo será la regulación.

Los dos difieren sin embargo, al hacer predicciones sobre el futuro de las ACC como un mecanismo de mercado para la relajación de las regulaciones ambientales. Si Costa señala el artículo 47 del Código Forestal, que exige el registro de los productos básicos en todo el país CRA intercambios o en el registro y liquidación financiera de los activos autorizados por el Banco Central, – leer: Bovespa y Cetip – como un ” tortuga en el árbol, sin conexión, beneficio o garantía para los que compran y los que venden “, Ribeiro cree que el registro no es una carga, porque no habría interés en la compra y venta en el mercado secundario de las ACC.

Para él, “la gente quiere comprar y vender el CRA y olvidarse de él, poner la energía en la producción. No va a ser como un mercado de valores secundario. Será igual para alquilar un área “. Es de destacar que las agencias de calificación sólo tienen derecho a estabilizar la responsabilidad ambiental de los compradores y que la responsabilidad del mantenimiento de la vegetación nativa, así como la propiedad de la tierra permanece con el vendedor.

Otros puntos de consenso no sólo entre Biofílica y BVRio, pero entre los miembros del Código Forestal del Centro, es que el mercado por sí solo no suma. Tiene que ser tomado como un mecanismo de incentivos para la conservación. La gran ventaja ya que los incentivos que se pueden administrar por las agencias de calificación es la reducción de los costos de regularización. Ya hay compradores de áreas de tierra que no quieren a los pasivos. El vendedor debe compensar. La alternativa a las cuotas es comprar otra área RL. Pero esto puede ser una tarea casi imposible, dependiendo del estado y biomas. zonas de cerrado en Sao Paulo, por ejemplo, son bastante raras. “CRA en la Amazonía serán mucho más baratas que las ACC en Sao Paulo Cerrado”, dijo Moura Costa, que publica regularmente los precios promedio de las ACC por bioma través BVRio.

compensación UC

Aunque el mercado ya existe, varios temas sensibles permanecen sin definir. El nuevo Código Forestal prevé la creación de las ACC en las posesiones, pero los problemas de tenencia de la tierra podría socavar la credibilidad de estas cuotas. Y no se permite la creación de ellos, es posible que el excedente calculado sobre estimaciones, se reduce considerablemente. También hay incertidumbre acerca de la posibilidad de compensar en otros estados. Un productor de Sao Paulo puede compensar lo que falta de Cerrado en Mato Grosso y Goiás, por ejemplo?

Estas incertidumbres se volvieron modo de compensación que en principio es, una alternativa segura más burocrático y potencialmente más caro: la compensación de reserva legal en las áreas protegidas. Las dimensiones se crean en toda la zona de las granjas y posesiones expropiadas para la creación de parques y reservas nacionales y estatales. No hay dinero para pagar la expropiación, el gobierno permitió la permanencia de los agricultores. Por el contrario, el productor puede finalmente salir y establecerse en otra área. Que lo compra y regula la agencia gubernamental responsable de la administración de la Unidad de Conservación gana el CRA como una donación.

“La ausencia de regulación está haciendo la regularización de las áreas en las áreas protegidas se vuelven más atractivos para los compradores”, dice Moura Costa.

sincronización

Ribeiro cree que incluso después de más de dos años desde la adopción del Código y casi seis meses desde el inicio del período para el Registro Ambiental Rural de toda la propiedad nacional, “tenemos que tomar el tiempo para hacer una sana discusión sobre las cuotas” . Tomando nota de que las granjas de casi todas las grandes y medianas tienen pasivos, que aboga por la creación de “instrumentos son de crédito, como impuestos, pero los instrumentos de política pública para contribuir a la aplicación y el cumplimiento de estos productores a la regulación ambiental.” Y sugiere que los nuevos Ministros de Agricultura y Medio Ambiente lugar entre sus primeras medidas una declaración conjunta de apoyo a la plena aplicación del nuevo Código Forestal, “una declaración sobre la importancia de la CAR y en consecuencia, el CRA sería una señalización necesaria”, opina.

Incluso la estimación de un mercado que oscila entre 8 y 10 millones de hectáreas de las ACC, Moura Costa ve riesgos en el retraso y la falta de transparencia y de consulta en la toma de decisiones regulatorias: “El proyecto inicial preparado por el gobierno brutalmente procedimientos complicados. El gobierno corre el riesgo, en lugar de regular el mercado, se paralizan. Si no es un estímulo, si no es simple, barato, premiando a aquellos que necesitan para regularizar lo va a hacer de otras maneras. ”

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Municípios do Amazonas discutem CAR e gestão ambiental rural

Municípios do Amazonas discutem CAR e gestão ambiental rural

Representantes dos órgãos ambientais dos estados do Amazonas, Amapá, Pará, Rondônia e Roraima, ONGs e especialistas se reuniram nesta quarta-feira (10), em Manaus para discutir o papel dos municípios na regularização ambiental rural na Amazônia. O evento começa às 9h, no hotel Blue Tree.

A poucos meses do término do prazo legal iniciado em maio de 2014 para que os proprietários rurais registrem seus imóveis no Cadastro Ambiental Rural (CAR) – que vai até 06 de maio de 2015) – é fundamental mobilizar e engajar todos os segmentos, a começar pelos municípios, que terão papel decisivo tanto na fase de adesão ao CAR como nas demais fases da regularização ambiental dos imóveis rurais, sobretudo a recuperação dos passivos ambientais. Com isso, o município favorece o planejamento integrado e pode conhecer melhor a sua realidade.

Mas para isso, é preciso se preparar e considerar as experiências de sucesso que já ocorrem na Amazônia. É o que deverá ser discutido durante a II Oficina de Troca de Experiências do INOVACAR – Iniciativa de Observação, Verificação e Aprendizagem do CAR (Cadastro Ambiental Rural) e da Regularização Ambiental.  A iniciativa é coordenada pela Conservação Internacional (CI-Brasil).

A oficina tem o apoio do Governo do Estado do Amazonas, da Secretaria de Estado de Meio Ambiente (SEMA/AM) e Instituto de Proteção Ambiental do Amazonas (IPAAM).

Durante o evento, serão apresentadas experiências positivas nos diferentes estados amazônicos. De acordo com Mauro Pires, consultor do Inovacar, o município pode induzir a regularização ambiental no seu território e ser bem sucedido na conservação de suas florestas. E já há experiências locais que servem como referência na Amazônia, como Alta Floresta (MT), Paragominas e Dom Eliseu, e mais recentemente, Brasil Novo, no Pará.

“Há bons exemplos de municípios que estão conseguindo avançar na gestão ambiental na região, mas é preciso dar escala e apoiá-los”, afirma. Para Pires, estruturar os órgãos ambientais para lidar com o tema da regularização ambiental, formar parcerias entre instituições dos órgãos federais e estaduais para a implementação das etapas da regularização ambiental e mobilizar os produtores rurais no processo de regularização são os principais desafios para a regularização nos municípios amazônicos.

Segundo o consultor, a regularização ambiental abre uma nova perspectiva para o papel do municípios na agenda ambiental. E para isso, é necessário disseminar o conhecimento sobre o uso da vegetação dentro dos imóveis e com isso favorecer o planejamento em escala mais ampla, seja no nível da paisagem ou território. “A troca de experiências e o relato de casos durante a oficina do Inovacar deverão ajudar a consolidar essas ideias”.

Amazon municipalities discuss CAR and rural environmental management

Representatives of environmental agencies in the states of Amazonas, Amapá, Pará, Rondônia and Roraima, NGOs and experts met on Wednesday (10) in Manaus to discuss the role of municipalities in rural environmental regularization in the Amazon. The event starts at 9 am in the Blue Tree Hotel.

A few months of the end of the statutory period started in May 2014 for the landowners to register their property in the Rural Environmental Registry (CAR) – which runs until May 6, 2015) – it is fundamental to mobilize and engage all segments, starting by municipalities, which will have  a decisive role both in the process of joining the CAR as in other stages of the environmental regularization of rural properties, especially the recovery of environmental liabilities. With this, the council promotes integrated planning and can better understand their reality.

But for this, you need to prepare and consider the successful experiences already occurring in the Amazon. It is to be discussed during the Exchange Experiments II Workshop INOVACAR – Observation Initiative, Verification and Learning CAR (Rural Environmental Register) and Environmental Regularization. The initiative is coordinated by Conservation International (CI-Brazil).

The workshop is supported by the Amazonas State Government, the Secretary of State for the Environment (SEMA / AM) and the Institute for Environmental Protection of Amazonas (IPAAM).

During the event, positive experiences will be presented in different Amazonian states. According to Mauro Pires, Inovacar consultant, the municipality may induce environmental compliance in their territory and be successful in conserving their forests. And there are already local experiences that serve as reference in the Amazon, as Alta Floresta (MT), Paragominas and Dom Eliseu, and more recently, Brazil Novo, Para.

“There are good examples of municipalities that are achieving progress in environmental management in the region, but we need to scale and support them,” he says. For Pires, structure the environmental agencies to deal with the issue of environmental regulation, form partnerships between institutions of federal and state agencies to implement the stages of environmental compliance and mobilizing farmers in the regularization process are the main challenges for the settlement in the Amazonian municipalities.

According to the consultant, environmental regulation opens a new perspective to the role of municipalities in the environmental agenda. And for this it is necessary to disseminate knowledge about the use of vegetation within the property and thereby promote planning on a larger scale, either in terms of landscape or territory. “The exchange of experiences and case reports during Inovacar workshop should help consolidate these ideas.”

 

Municipios amazónicos discuten CAR y la gestión ambiental rural

Representantes de las agencias ambientales en los estados de Amazonas, Amapá, Pará, Rondônia y Roraima, ONG y expertos se reunieron el miércoles (10) en Manaus para discutir el papel de los municipios en la regularización del medio ambiente rural en la Amazonía. El evento comienza a las 9 am en el Hotel Blue Tree.

Unos meses después del final del período estatutario se iniciaron en mayo de 2014 en los propietarios a registrar su propiedad en el Registro rural Ambiental (RCA) – que se extiende hasta el 6 de mayo de, 2015) – es fundamental paramovilizar y comprometer a todos los segmentos, a partir por los municipios, que tendrán  un papel decisivo tanto en el proceso de unirse a la CAR como en otras etapas de la regularización ambiental de propiedades rurales, especialmente la recuperación de pasivos ambientales. Con esto, el Consejo promueve la planificación integrada y puede comprender mejor su realidad.

Pero para esto, es necesario preparar y examinar las experiencias exitosas que ya está ocurriendo en la Amazonia. Es que se discutirán durante los experimentos cambio II Taller INOVACAR – Iniciativa de Observación, Verificación y Aprendizaje CAR (Rural Registro Ambiental) y Regularización Ambiental. La iniciativa es coordinada por Conservación Internacional (CI-Brasil).

El taller es apoyado por el gobierno del estado de Amazonas, el Secretario de Estado de Medio Ambiente (SEMA / AM) y el Instituto para la Protección Ambiental de Amazonas (IPAAM).

Durante el evento, las experiencias positivas se presentarán en diferentes estados de la Amazonia. De acuerdo con Mauro Pires, Inovacar consultor, el municipio puede inducir al cumplimiento ambiental en su territorio y tener éxito en la conservación de sus bosques. Y ya hay experiencias locales que sirven como referencia en la Amazonía, como Alta Floresta (MT), Paragominas y Dom Eliseu, y más recientemente, Brasil Novo, Pará.

“Hay buenos ejemplos de municipios que están logrando avances en la gestión ambiental en la región, pero necesitamos a escala y apoyarlos”, dice. Para Pires, la estructura de los organismos ambientales para hacer frente a la cuestión de la regulación ambiental, formar asociaciones entre las instituciones de agencias federales y estatales para implementar las etapas de cumplimiento ambiental y la movilización de los agricultores en el proceso de regularización son los principales retos para la solución de los municipios de la Amazonia.

Según la consultora, la regulación ambiental se abre una nueva perspectiva al papel de los municipios en la agenda ambiental. Y para ello es necesario difundir el conocimiento sobre el uso de la vegetación dentro de la propiedad y de ese modo promover la planificación en una escala más grande, ya sea en términos de paisaje o territorio. “El intercambio de experiencias y casos clínicos durante el taller Inovacar debería ayudar a consolidar estas ideas.”

Assembleia paulista aprova projeto que afrouxa ainda mais proteção de florestas

Assembleia paulista aprova projeto que afrouxa ainda mais proteção de florestas

A Assembléia Legislativa de São Paulo aprovou na noite de quarta-feira (11/12), o texto do Projeto de Lei 219, que cria o Programa de Regularização Ambiental (PRA) de São Paulo. Apesar da tentativa de obstrução dos partidos de oposição, o texto foi aprovado com emendas.

Será através de compromissos firmados dentro destes programas estaduais que os médios e grandes produtores rurais cujas propriedades têm passivos ambientais vão ser obrigados a recompor ou compensar vegetação nativa para obter a regularização ambiental – objetivo final do Código Florestal reformado e aprovado em 2012. O projeto foi aprovado por 65 votos X 2.

O projeto, apresentado por seis deputados da base do governo paulista em março deste ano, tramitou em regime de urgência e precisa agora ser sancionado pelo governador Geraldo Alckmin para entrar em vigor.

Apesar da aprovação de algumas emendas, o PL 219 reduz de 30 para cinco metros o limite para desmatamento em margens de rios em propriedades com até um módulo fiscal. Para Raul Valle, advogado ambiental do Instituto Socioambiental, o projeto aprovado mantem o que já está no Código Florestal, mas que é “reconhecidamente insuficiente para garantir água de qualidade e em quantidade, algo que São Paulo precisa muito”.

Em artigo publicado por este Observatório, Mario Mantovani, diretor de Políticas Públicas da SOS Mata Atlântica, afirma que é “é lamentável a distância dos parlamentares em relação às necessidades da sociedade, que já tem sofrido com a falta de água” e ressalta que os parlamentares desprezaram completamente as normas estaduais existentes, como a resolução de restauração que é reconhecida cientificamente no país.

Roberto Resende, presidente da Iniciativa Verde, também em artigo publicado por este Observatório, lembra que o PRA de SP deveria ser direcionado para a recuperação florestal em regiões do interior que foram muito desmatadas. Segundo dados do Instituto Florestal, 10 das 22 bacias de São Paulo têm menos de 10% de cobertura florestal.

De acordo com Mantovani, “as Bacias Hidrográficas do Sistema Cantareira e do Paraíba do Sul, que têm enormes áreas desmatadas (o que favorece o assoreamento dos reservatórios e rios), seriam ainda mais prejudicadas, porque o projeto proposto considera pastagens improdutivas e chácaras de recreio como usos consolidados e, portanto, desobrigados da recomposição das matas ciliares em metragens e critérios técnicos, como os que estavam determinados no Código Florestal de 1965 e que resultariam em serviços ambientais relevantes para a conservação da água”.

Em princípio, o governo estadual deveria criar o PRA. Como não o fez, deputados estaduais cobriram o vazio deixado e podem conseguir relaxar ainda mais o Código Florestal em São Paulo.

 

São Paulo Assembly approves project that still loose more forest protection

The Legislative Assembly of São Paulo approved late on Wednesday (11/12), the text of Bill 219 , which creates the Environmental Regularization Program (PRA) of São Paulo. Despite the attempt of obstruction of opposition parties, the text was approved with amendments.

It will be through commitments made within these state programs that medium and large farmers whose properties have environmental liabilities will be required to restore or compensate native vegetation for environmental regulation – ultimate goal of the reformed Forest Code and approved in 2012. The project was approved by 65 votes X 2.

The project, presented by six members of the base of the state government in March this year, was processed on an emergency basis and must now be sanctioned by Governor Geraldo Alckmin to take effect.

Although some of the approval of amendments, the PL 219 reduces from 30 to five meters the threshold for deforestation in river banks on properties up to a fiscal module. Raul Valle, Environmental Lawyer Environmental Institute, the approved design keeps what is already in the Forest Code, but it is “notoriously insufficient to guarantee water quality and quantity, something that São Paulo need much.”

In an article published by this Observatory , Mario Mantovani, director of public policy at the SOS Atlantic Forest, says it is “is unfortunate the distance of parliamentarians to the needs of society, which has already suffered from the lack of water” and points out that parliamentary completely despised  existing state standards, such as restoring resolution that is scientifically recognized in the country.

Roberto Resende, president of the Green Initiative, also in an article published by this Observatory recalls that the PRA SP should be directed to the forest recovery in inland regions that were very deforested. According to data from the Forestry Institute, 10 of the 22 basins of São Paulo have less than 10% forest cover.

According to Mantovani, “the Watershed of the Cantareira System and the Paraíba do Sul, which have huge deforested areas (which favors the silting of reservoirs and rivers) would be further disadvantaged because the proposed project considers unproductive pastures and farms of recreational uses as consolidated and thus relieved the recovery of riparian forests in films and technical criteria, such as those that were determined in the 1965 Forest Code and that would result in important environmental services for the conservation of water. ”

In principle, the state government should create the PRA. How did not, state representatives covered the void and can achieve further relaxation the Forest Code in Sao Paulo.

 

Sao Paulo Asamblea aprueba proyecto que todavía perder más protección de los bosques

La Asamblea Legislativa de Sao Paulo aprobó la noche del miércoles (11/12), el texto del proyecto de ley 219 , que crea el Programa de Regularización Ambiental (PRA) de Sao Paulo. A pesar del intento de obstrucción de los partidos de oposición, el texto fue aprobado con modificaciones.

Será a través de los compromisos adquiridos dentro de estos programas estatales que medianos y grandes agricultores cuyas propiedades tienen serán requeridos pasivos ambientales para restaurar o compensar la vegetación nativa para la regulación ambiental – objetivo final del Código Forestal reformado y aprobado en 2012. El proyecto fue aprobada por 65 votos X 2.

El proyecto, presentado por seis miembros de la base del gobierno del estado en marzo de este año, se procesa en una base de emergencia y ahora deberá ser sancionada por el gobernador Geraldo Alckmin para tener efecto.

Aunque parte de la aprobación de las enmiendas, el PL 219 se reduce de 30 a cinco metros del umbral de la deforestación en los bancos de los ríos en las propiedades de hasta un módulo fiscal. Raúl Valle, Abogado Instituto Ambiental del Medio Ambiente, el diseño aprobado mantiene lo que ya está en el Código Forestal, pero es “notoriamente insuficiente para garantizar la calidad y cantidad del agua, algo que Sao Paulo necesita mucho.”

En un artículo publicado por el Observatorio , Mario Mantovani, director de política pública en el Bosque Atlántico SOS, dice que es “es lamentable la distancia de los parlamentarios a las necesidades de la sociedad, que ya ha sufrido de la falta de agua”, y señala que parlamentarios completamente despreciados  las normas existentes del estado, como la restauración de resolución que está científicamente reconocido en el país.

Roberto Resende, presidente de la Iniciativa Verde, también en un artículo publicado por el Observatorio recuerda que la PRA SP debe ser dirigida a la recuperación de los bosques en las regiones del interior que fueron muy deforestada. De acuerdo a los datos del Instituto Forestal, 10 de las 22 cuencas de Sao Paulo tienen una cubierta forestal inferior al 10%.

De acuerdo con Mantovani, “la línea divisoria del sistema Cantareira y Paraíba do Sul, que tiene enormes áreas deforestadas (que favorece la sedimentación de los embalses y ríos) sería aún más desfavorecidos porque el proyecto propuesto considera improductivas pastos y granjas de usos recreativos como codificada y por lo tanto aliviado la recuperación de los bosques de ribera en las películas y los criterios técnicos, tales como las que se determinaron en el Código Forestal 1965 y que daría lugar a importantes servicios ambientales para la conservación de agua “.

En principio, el gobierno del estado debe crear la PRA. Como no lo hizo, los representantes del estado cubrieron el vacío y pueden lograr una mayor relajación del Código Forestal en Sao Paulo.