Observatório defende transparência

Observatório defende transparência

A regulamentação do Código Florestal, publicada com um ano de atraso, ainda não é suficiente para garantir o sucesso do seu principal instrumento, o Cadastro Ambiental Rural (CAR). Na avaliação das instituições que formam o Observatório do Código Florestal, falta transparência, preparo nas esferas estaduais e municipais para implementar e fiscalizar o cadastro, além da insegurança jurídica permanecer.

Criado para registrar a situação ambiental de cada uma das mais de 5,4 milhões de propriedades do país usando georreferenciamento (coordenadas a partir de imagens de satélite), o cadastro tem a função de mapear e descobrir que proprietários rurais têm obrigação de restaurar vegetação nativa e obrigá-los a faze-lo, sob pena de perda de acesso a crédito rural a partir de 2017 e de recusa para licenciamento de atividades produtivas.

Se bem feito, o CAR pode mostrar quem desmatou ilegalmente e precisa recuperar florestas. Mas apesar de existir em outros países há muito tempo, o Brasil corre o risco de não conseguir fazer o seu com a segurança necessária para ter credibilidade. Ou pior, de não conseguir validá-lo. As análises e estudos apresentados no dia 23, em São Paulo, quando o Observatório do Código Florestal convidou especialistas de todo o país para um dia de balanço dentro da programação do Viva a Mata da Fundação SOS Mata Atlântica, formam um quadro preocupante.

Sigilo para grandes desmatadores

O governo federal ainda não está compartilhando as informações do  SiCAR, um sistema de cadastro a partir de imagens de satélites, disponibilizado desde 06 de maio, no qual produtores dos estados que não têm CAR próprio declaram a situação de suas propriedades: “No Rio de Janeiro, o Ministério do Meio Ambiente informou ao governo estadual que o número de cadastros feitos até agora é bom, mas ainda não disponibilizou senhas ao estado, que não sabe quem são e quantos são os proprietários rurais inscritos”.

Os nomes dos proprietários cadastrados não serão divulgados e o acesso a estes dados será restrito, o que vai impedir que os nomes dos grandes desmatadores tornem-se públicos e dificultar a fiscalização da sociedade civil.

Situação nos estados

Através do sistema Inovacar de acompanhamento da implementação do CAR na Amazônia criado pela Conservação Internacional (CI) e de consultas aos estados através da Leis de Acesso à Informação, o Observatório do Código obteve informações de 17 estados. A conclusão é que “nenhum estado possui recursos humanos ou infraestrutura especificamente voltada para o CAR e que não estão se preparando para cumprir a legislação”, aponta Gabriela Savian, Coordenadora de Projetos da Conservação Internacional.

Em São Paulo, como o governo não criou o seu Plano de Regularização Ambiental (PRA), com as regras e prazos para quem vai precisar regenerar, replantar ou compensar áreas de vegetação nativa,  a bancada ruralista apresentou um projeto de lei para o PRA que tenta flexibilizando ainda mais o Código: “Vinte por cento do território de SP é Cerrado e o projeto interpreta que o Cerrado, um bioma bastante degradado, não é protegido. Não traz critérios para a recuperação de bacias e tem um conceito dúbio do que é imóvel rural”, denuncia Roberto Resende, Presidente da OnG Iniciativa Verde, em campanha para impedir a aprovação do projeto.

Goiás já aprovou lei que limita a proteção do Cerrado a partir de 2006. Mário Mantovani, diretor de Políticas Públicas da Fundação SOS Mata Atlântica, acredita que é preciso mobilizar a sociedade: “Esta história da CNA (Confederação Nacional da Agricultura) de que o código florestal se reduzia a brigas de ambientalistas e ruralistas aniquilou a reação da sociedade. A mesma crise está acontecendo agora entre índios e produtores rurais”.

Virando o jogo

Como declarar o CAR não é tão simples – os desenhos das propriedades são realizados a partir de coordenadas de GPS, Mantovani acredita que sem preparo para auxiliar o cadastro nos estados “os pequenos, que são 80% dos produtores e têm só 20% das terras são justamente os que não vão ter o CAR reconhecido.

Mesmo vencida a barreira do acesso à ferramenta criada para fazer o CAR, a validação dele também é uma incógnita. Em São Paulo, por exemplo, já há mais de sete mil imóveis cadastrados, mas nenhum técnico trabalhando na validação, de acordo com Resende.

Para virar o jogo, “estamos tentando trazer alguns setores econômicos para tentar resgatar alguma credibilidade no processo”, explica Jean Timmers, Coordenador de Políticas Públicas do WWF-Brasil. Como explicou o gerente de Sustentabilidade da Cargill, Yuri Feres, que representou a Associação Brasileira da Indústria de Óleos Vegetais (Abiove) no debate que se seguiu às apresentações, “temos acompanhado o desmatamento relacionado à soja há oito anos, mas nos faltam ferramentas e o CAR sozinho tem o potencial de ajudar muito na transparência do setor. Estamos comprometidos com isto e construindo com organizações parceiras como Greenpeace, IPAM, WWF e outras endidades uma nova agenda de governança da soja para a Amazônia”, afirmou.

O IPAM tem discutido dentro do Observatório do Código criar uma lista positiva dos produtores rurais com propriedades com mais de quatro módulos rurais, mais de 50%  por cento  de florestas e que não desmataram depois de 2008 (último ano em que multas por desmatamento podem ser anistiadas). Num levantamento preliminar no Pará  cerca de 3 mil produtores estão nesta situação e cerca de mil têm mais de 80% de florestas. “Temos que separar o joio do trigo,” diz André Lima, assessor de Políticas Públicas do IPAM, “oferecendo a possibilidade de diferenciar entre o bom e o mal produtor”.

Advogados ambientais de entidades integrantes do Observatório também viram na regulamentação recém-publicada brechas que trazem insegurança jurídica. Uma delas é a possibilidade de revisão do compromisso de recuperação de áreas desmatadas ou degradadas já realizados para incorporar as anistias trazidas pelo novo Código. “O Supremo Tribunal de Justiça já havia firmado entendimento de que os acordos já feitos são atos jurídicos perfeitos e que a nova lei não pode retroagir para modificar seus termos. Apesar dos entraves e problemas apresentados, todos concordam que o Brasil já deveria ter um cadastro ambiental e saber o real tamanho de seu passivo ambiental: “A Inglaterra fez seu cadastro ambiental em 1048 para regular a caça”, lembra Roberta DelGiudice, advogada ambiental da BVRio. “E há quase mil anos, sem ter as facilidades tecnológicas disponíveis hoje.”, exemplifica.

Reprodução permitida, desde que citada a fonte.

 

Monitoring maintains transparency

The regulations of the Forestry Code, published with a year late, it is still not enough to guarantee the success of your main instrument, the Rural Environmental Registry (CAR). In the assessment of the institutions that make up the Center’s Forest Code, lack transparency, preparation in the state and local levels to implement and oversee the registration, as well as legal uncertainty remain.

Created to record the environmental situation of each of the more than 5.4 million of the country properties using georeferencing (coordinates from satellite images), registration has the function to map and find that landowners have an obligation to restore native vegetation and compel them to do so on pain of loss of access to rural credit from 2017 and refusal to permit productive activities.

If done right, the CAR can show who deforested illegally and need to recover forests. But although there is in other countries long ago, Brazil runs the risk of failing to do his with the necessary security to be credible. Or worse, failing to validate it. The analyzes and studies presented at the 23rd, in Sao Paulo, when the Center’s Forest Code invited experts from around the country for a day of balance within the program of the Live Forest SOS Atlantic Forest Foundation, form a worrying picture.

Secrecy for large loggers

The federal government is not sharing the information  SICAR , a registration system from satellite images, available since May 6, in which producers of the states that have not CAR itself declare the status of their properties: “In Rio de January, the Ministry of the Environment informed the state government that the number of entries made so far is good, but not yet provided passwords to the state, which does not know who and how many are enrolled landowners. ”

The names of the registered owners will not be disclosed and access to this data is restricted, which will prevent the names of major loggers become public and hamper the monitoring of civil society.

Situation in the states

Through the system Inovacar CAR implementation of monitoring of the Amazon created by Conservation International (CI) and consultations with states through the Access to Information Law, the Code of the Center obtained information from 17 states. The conclusion is that “no state has human resources or infrastructure specifically geared to the CAR and are not ready to comply with the legislation,” says Gabriela Savian, Project Coordinator at Conservation International.

In São Paulo, as the government has not created its Environmental Adjustment Plan (PRA) with the rules and deadlines for those going to regenerate, replant or compensate native vegetation areas, the caucus presented a bill for the PRA attempts to further easing the Code: “Twenty percent of the territory is SP Cerrado and the project interprets the Cerrado, a very degraded biome, is not protected. Does not provide criteria for the recovery basins and has a dubious concept of what is rural property, “complains Roberto Resende, president of the NGO Green Initiative campaign to prevent the approval of the project .

Goias has already approved law that limits the protection of the Cerrado from 2006. Mario Mantovani, director of public policy at the SOS Atlantic Forest Foundation, believes that it is necessary to mobilize society: “This story of the CNA (National Confederation of Agriculture) that forest code was reduced to fights environmentalists and large farmers destroyed the reaction of society. The same crisis is happening now between Indians and farmers. ”

Turning the game

How to declare the CAR is not so simple – the designs of properties are realized from GPS coordinates, Mantovani believes unprepared to assist the registration in the states “small, which are 80% of farmers and have only 20% of the land they are precisely the ones that will not have the CAR acknowledged.

Even overcome the barrier of access tool designed to make the CAR, it validation is also unknown. In São Paulo, for example, for more than seven thousand registered properties, but no technical working validation, according to Resende.

To turn the tide, “we are trying to bring some economic sectors to try to rescue some credibility in the process,” explains Jean Timmers, Public Policy Coordinator of WWF-Brazil. As explained the Sustainability manager at Cargill, Yuri Feres, who represented the Brazilian Association of Vegetable Oil Industries (Abiove) in the discussion that followed the presentations, “we have followed deforestation related to soybean eight years ago, but they lack the tools and CAR alone has the potential to help a lot in industry transparency. We are committed to this and building with partner organizations such as Greenpeace, IPAM, WWF and other endidades a new soybean governance agenda for the Amazon, “he said.

IPAM has discussed within the Center’s Code create a positive list of farmers with properties with more than four rural modules, more than 50% percent of forests and not deforested after 2008 (latest year for which deforestation fines can be anistiadas). In a preliminary survey in Pará about 3000 producers are in this situation and about a thousand have more than 80% of forests. “We have to separate the wheat from the chaff,” says André Lima, adviser for Public Policy IPAM, “making it possible to differentiate between good and evil producer.”

environmental lawyers Observatory members entities also viewed the newly published regulations loopholes that bring legal uncertainty. One is the possibility of revision of the recovery commitment deforested or degraded areas already made to incorporate amnesties brought about by the new Code. “The Supreme Court had already reached an understanding that the agreements already made are perfect legal acts and that the new law can not be retroactive to modify its terms. Despite the presented obstacles and problems, all agree that Brazil should have an environmental record and know the actual size of their environmental liabilities: “England did their environmental records in 1048 to regulate hunting,” recalls Roberta DelGiudice, environmental lawyer at BVRio. “And there are almost a thousand years,

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Monitoreo mantiene la transparencia

Las normas del Código Forestal, publicado con un año de retraso, todavía no es suficiente para garantizar el éxito de su principal instrumento, el Registro Ambiental Rural (CAR). En la evaluación de las instituciones que conforman Código Forestal del Centro, la falta de transparencia, la preparación en los niveles estatales y locales para implementar y supervisar el registro, así como la incertidumbre legal permanecerá.

Creado para registrar la situación ambiental de cada uno de los más de 5,4 millones de las propiedades de los países que utilizan la georreferenciación (coordenadas a partir de imágenes de satélite), el registro tiene la función de mapa y encontrar que los propietarios tienen la obligación de restaurar la vegetación nativa y obligarlos a hacerlo so pena de pérdida de acceso al crédito rural a partir de 2017 y la negativa a permitir las actividades productivas.

Si se hace bien, el coche puede mostrar que deforestaron ilegalmente y la necesidad de recuperar los bosques. Sin embargo, aunque no es en otros países desde hace mucho tiempo, Brasil corre el riesgo de no poder hacer el suyo con la seguridad necesaria para ser creíbles. O peor, en su defecto para validarlo. Los análisis y estudios presentados en la 23, en Sao Paulo, al Código Forestal del Centro invitó a expertos de todo el país para un día de equilibrio dentro del programa de la Fundación SOS Bosque Vivo Bosque Atlántico, forman un panorama preocupante.

El secreto para grandes madereros

El gobierno federal no está compartiendo la información  SICAR , un sistema de registro de imágenes de satélite, disponible desde el 6 de mayo, en la que los productores de los estados que no tienen coche propio declaran el estado de sus propiedades: “En Río de enero, el Ministerio de Medio Ambiente informó al gobierno del estado que el número de entradas realizadas hasta el momento es bueno, pero todavía no proporciona contraseñas para el estado, que no sabe quién y cuántos son los propietarios inscritos “.

Los nombres de los propietarios registrados no serán revelados y el acceso a estos datos está restringido, lo que evitará que los nombres de los principales registradores de convertirse en público y obstaculizar el seguimiento de la sociedad civil.

Situación en los estados

A través del sistema Inovacar aplicación CAR de monitoreo de la Amazonía creado por Conservación Internacional (CI) y las consultas con los estados a través de la Ley de Acceso a la Información, el Código del Centro obtuvo información de 17 estados. La conclusión es que “ningún Estado dispone de recursos humanos o de infraestructura dirigidos específicamente a la CAR y no están dispuestos a cumplir con la legislación”, dice Gabriela Savian, Coordinador del Proyecto de Conservación Internacional.

En Sao Paulo, ya que el gobierno no ha creado su Plan de Ajuste Ambiental (PRA) con las reglas y plazos para los que van a regenerar, replantar o compensar las áreas de vegetación nativa, la bancada presentó un proyecto de ley para la PRA los intentos de aliviar aún más el Código: “el veinte por ciento del territorio es SP Cerrado y el proyecto interpreta el Cerrado, un bioma muy degradado, no está protegido. No proporciona criterios para la recuperación de las cuencas y tiene un dudoso concepto de lo que es la propiedad rural “, se queja Roberto Resende, presidente de la campaña Iniciativa Verde ONG para impedir la aprobación del proyecto .

Goiás ya ha aprobado la ley que limita la protección del Cerrado de 2006. Mario Mantovani, director de política pública en la Fundación Bosque SOS Atlántico, cree que es necesario movilizar a la sociedad: “Esta historia de la CNA (Confederación Nacional de Agricultura) que código forestal se redujo a luchas ecologistas y grandes agricultores destruyó la reacción de la sociedad. La misma crisis que está sucediendo ahora entre los indígenas y los agricultores “.

Al girar el juego

¿Cómo declarar el coche no es tan simple – los diseños de las propiedades se realizan a partir de las coordenadas de GPS, Mantovani cree preparado para ayudar a la inscripción en los estados “pequeña, que son el 80% de los agricultores y tienen sólo el 20% de la tierra que son precisamente los que no va a tener el coche reconoció.

Incluso a superar la barrera de la herramienta de acceso diseñado para hacer que el coche, la validación es también desconocido. En Sao Paulo, por ejemplo, durante más de siete mil propiedades registradas, pero ninguna validación de trabajo técnico, de acuerdo con Resende.

Para cambiar el rumbo, “estamos tratando de traer algunos sectores económicos para tratar de rescatar algo de credibilidad en el proceso”, explica Jean Timmers, Coordinador de Políticas Públicas de WWF-Brasil. Como se ha explicado el gerente de Sostenibilidad en Cargill, Yuri Feres, que representó a la Asociación Brasileña de Industrias de Aceites Vegetales (Abiove) en la discusión que siguió a las presentaciones, “hemos seguido la deforestación relacionada con la soja hace ocho años, pero carecen de las herramientas y coche solo tiene el potencial de ayudar mucho en la transparencia de la industria. Estamos comprometidos con la construcción de esto y con las organizaciones asociadas, tales como Greenpeace, IPAM, WWF y otros endidades un nuevo programa de gobierno de soja para la Amazonía “, dijo.

IPAM ha discutido en el Código del Centro de crear una lista positiva de los agricultores con propiedades con más de cuatro módulos rurales, más del 50% por ciento de los bosques y no deforestada después de 2008 (el año más reciente para el que las multas pueden ser de deforestación anistiadas). En un estudio preliminar en Pará cerca de 3000 productores están en esta situación y cerca de un millar tienen más del 80% de los bosques. “Tenemos que separar el grano de la paja”, dice André Lima, asesor de Política Pública IPAM, “por lo que es posible diferenciar entre el productor bien y el mal.”

abogados ambientales miembros de entidades Observatory también vieron los reglamentos lagunas recientemente publicadas que traen inseguridad jurídica. Una de ellas es la posibilidad de revisión del compromiso de recuperación deforestadas o áreas ya realizadas respecto al amnistías provocados por el nuevo Código degradado. “El Tribunal Supremo ya había llegado a un entendimiento de que los acuerdos ya realizados son los actos jurídicos perfectos y que la nueva ley no puede ser retroactiva de modificar sus términos. A pesar de los obstáculos y problemas que se presentan, todos coinciden en que Brasil debería tener un registro ambiental y conocer el tamaño real de sus responsabilidades ambientales: “Inglaterra hizo sus registros ambientales en 1048 para regular la caza”, recuerda Roberta Delgiudice, abogado ambiental en BVRio. “Y hay casi mil años,

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Código Florestal está engatinhando

Código Florestal está engatinhando

25/05/2014 15h49
São Paulo
Bruno Bocchini – Repórter da Agência Brasil Edição: Graça Adjuto
A implementação da Lei 12.651 de 2012, o novo Código Florestal – que completa hoje (25) dois anos de sanção pela Presidência da República – ainda está engatinhando, avaliam entidades que compõem o Observatório do Código Florestal, criado em maio do ano passado para acompanhar a implantação da nova lei.“Estamos engatinhando. As coisas vão começar a acontecer só a partir de agora. E é isso que nos preocupa, porque temos pouco tempo para implementar um instrumento muito importante, que é o Cadastro Ambiental Rural (CAR) na escala nacional. São milhões de propriedades, dezenas de milhões de hectares, alguns milhões a serem recuperados”, disse André Lima, do Instituto de Pesquisa Ambiental da Amazônia, entidade-membro do observatório.

No último dia 5, decreto da Presidência da República que regulamenta o Código Florestal foi publicado, dando aos proprietários rurais prazo de um ano para cadastrar as terras a partir da publicação da regulamentação. O cadastro foi introduzido pelo novo Código Florestal, que estabeleceu a obrigatoriedade de que todos os 5,6 milhões de propriedades e posses rurais do país façam parte do Sistema Nacional de Cadastro Ambiental Rural (Sicar).

Para a regularização, quem tem imóveis rurais já pode se inscrever no Cadastro Ambiental Rural (CAR) e iniciar o processo em caso de danos em áreas de Preservação Permanente (APP), de Reserva Legal e de uso restrito. De acordo com o Decreto 8.235/2014, os proprietários rurais deverão informar a localização da área a ser recomposta e o prazo para que o dono do imóvel possa atender às propostas de regularização ambiental.

Para isso, cada unidade da Federação deve acompanhar, por meio de programas de regularização ambiental, a recuperação, regeneração ou compensação das áreas e a possibilidade de suspender ou extinguir a punição dos passivos ambientais. No entanto, segundo o observatório, os estados não estão preparados para cumprir essa incumbência.

“Os estados que serão os grandes, ou os maiores responsáveis pela implementação na lei, não estão ainda preparados para isso, nós fizemos um questionário e encaminhamos para todos os estados com base na Lei de Acesso à Informação, recebemos um volume pequeno de informações, apenas nove estados responderam, mas nenhum dele informou estar de fato preparado para implementar a lei”, destacou Lima.

Para o diretor da organização não governamental (ONG) Fundação SOS Mata Atlântica – que também faz parte do observatório –, Mario Mantovani, a falta de estrutura para a viabilização do cadastro rural poderá afetar a efetivação da lei. “Ficou claro e evidente que esses gargalos podem comprometer. Vamos estudar formas de tentar superar algumas dessas dificuldades, com associações, com as próprias empresas do setor do agronegócio, com parcerias com ONGs, e até mesmo com as cooperativas, qualquer coisa que a gente possa fazer avançar a questão do CAR”, disse.

O decreto da Presidência ainda criou o Programa Mais Ambiente Brasil, que apoiará os programas de regularização e desenvolverá ações nas áreas de educação ambiental, assistência técnica, extensão rural e capacitação de gestores públicos. Em até um ano, um ato conjunto interministerial deve disciplinar o programa de aplicação de multas por desmatamento em áreas onde a retirada de vegetação não era vedada. O decreto estabelece também que as áreas com prioridade na regularização são as unidades de domínio público e regiões que abriguem espécies migratórias ou ameaçadas de extinção.

O observatório foi criado em maio de 2013 por sete instituições da sociedade civil – Instituto de Pesquisa Ambiental da Amazônia (Ipam), WWF-Brasil, SOS Mata Atlântica, Instituto Centro de Vida (ICV), The Nature Conservancy (TNC), Conservação Internacional (CI) e Instituto Sociambiental (ISA).

Saiba Mais: Ambientalistas apontam falhas no Código Florestal

Reproduzido da Agência Brasil

 

Forest Code is crawling

05/25/2014 15h49São PauloBruno Bocchini – reporter Brazil Edition Agency: Grace Adjuto

The implementation of Law 12,651 of 2012, the new Forest Code – Full today (25) two-year sanction by the president – is still in its infancy, evaluate entities that make up the Center’s Forest Code, created in May last year to monitor the implementation of the new law.

“We’re crawling. Things will start to happen just from now. And that’s what worries us, because we have little time to implement a very important instrument, which is the Rural Environmental Registry (CAR) on the national scale. There are millions of properties, tens of millions of hectares, a few million to be recovered, “said André Lima, of the Environmental Research Institute of Amazonia, the observatory-member organization.

On the last day 5, decree of the President of the Republic regulates the Forest Code was published, giving landowners within one year to register the land from the publication of the regulations. The register was introduced by the new Forest Code, which established the requirement that all 5.6 million rural properties and possessions of the country are part of the National Rural Environmental Registry System (Sychar).

For regularization, who has rural properties already can enroll in the Rural Environmental Registry (CAR) and start the process in the event of damage in areas of Permanent Preservation (APP), Legal Reserve and restricted use. According to the Decree 8.235 / 2014, farmers must inform the location of the area to be recomposed and the deadline for the property owner can meet the proposed environmental regulations.

For this, each State must follow through of environmental compliance programs, recovery, reclamation or clearance of areas and the possibility to suspend or terminate the punishment of environmental liabilities. However, according to the observatory, states are not prepared to fulfill this task.

“The states that will be great, or greater responsibility for implementing the law, are not yet ready for it, we made a questionnaire and forward to all the states based on the Access to Information Act, we received a small amount of information, only nine states responded, but none reported it actually be prepared to implement the law, “said Lima.

For the director of the nongovernmental organization (NGO) SOS Atlantic Forest Foundation – which is also part of the observatory – Mario Mantovani, the lack of infrastructure for the viability of rural cadastre may affect the effectiveness of the law. “It is clear and evident that these bottlenecks can compromise. We will study ways to try to overcome some of these difficulties, with associations, with their own companies in the agribusiness sector, partnerships with NGOs, and even with the cooperatives, anything that we can advance the issue of CAR, “he said.

The decree of the Presidency also created the Program More Environment Brazil, which will support the regularization programs and develop activities in the areas of environmental education, technical assistance, rural extension and training of public managers. Within a year, a joint inter-ministerial act must discipline deforestation by fines of application program in areas where the removal of vegetation was not fenced. The decree also states that the areas with priority in the settlement are the units in the public domain and areas that house migratory species or endangered.

The observatory was established in May 2013 by seven institutions of civil society – Amazon Institute for Environmental Research (IPAM), WWF-Brazil, SOS Atlantic Forest, Life Center Institute (ICV), The Nature Conservancy (TNC), Conservation International (CI) and Sociambiental Institute (ISA).

Learn More: The mbientalistas point out flaws in the Forest Code

Reprinted from Agency Brazil

 

Código Forestal es el rastreo

25/05/2014 15h49São Paulo

Bruno Bocchini – reportero Agencia Brasil Edición: Gracia Adjuto

La aplicación de la Ley 12.651 de 2012, el nuevo Código Forestal – hoy en día completo (25) de dos años de sanción por el presidente – es todavía en su infancia, evaluar las entidades que conforman el Código Forestal del Centro, creado en mayo del año pasado para supervisar la aplicación de la nueva ley.

“Estamos gateando. Las cosas comenzarán a suceder simplemente a partir de ahora. Y eso es lo que nos preocupa, porque tenemos poco tiempo para poner en práctica un instrumento muy importante, que es el Registro Ambiental Rural (CAR) en la escala nacional. Hay millones de propiedades, decenas de millones de hectáreas, unos cuantos millones de dólares para ser recuperados “, dijo André Lima, del Instituto de Investigación Ambiental de la Amazonia, la organización observatorio de miembro.

En el último día 5, el Decreto del Presidente de la República regula el Código Forestal fue publicada, dando a los propietarios de tierras dentro de un año para registrar la tierra a partir de la publicación de los reglamentos. El registro fue introducida por el nuevo Código Forestal, que establece el requisito de que todos los 5,6 millones de propiedades rurales y posesiones del país son parte del Sistema Nacional de Registro Ambiental Rural (Sicar).

De regularización, que tiene propiedades rurales ya pueden inscribirse en el Registro Ambiental Rural (CAR) e iniciar el proceso en el caso de daños en áreas de preservación permanente (APP), la reserva legal y de uso restringido. De acuerdo con el Decreto 8.235 / 2014, los agricultores deben informar a la ubicación del área a ser recompuesta y la fecha límite para el dueño de la propiedad puede cumplir con las regulaciones ambientales propuestas.

Para ello, cada Estado debe seguir a través de programas de cumplimiento ambiental, la recuperación, regeneración o limpieza de las zonas y la posibilidad de suspender o terminar el castigo de los pasivos ambientales. Sin embargo, de acuerdo con el observatorio, los estados no están preparados para cumplir con esta tarea.

“Los estados que será grande, o mayor responsabilidad en la aplicación de la ley, aún no está preparado para ello, hicimos un cuestionario y hacia adelante a todos los estados en base a la Ley de Acceso a la Información, recibimos una pequeña cantidad de información, sólo nueve estados respondieron, pero ninguno informó de que en realidad se prepara para aplicar la ley “, dijo Lima.

Para el director de la organización no gubernamental (ONG) Fundación SOS Mata Atlántica – que también es parte del observatorio – Mario Mantovani, la falta de infraestructura para la viabilidad del catastro rural puede afectar a la eficacia de la ley. “Es claro y evidente que estos cuellos de botella pueden comprometer. Vamos a estudiar formas para tratar de superar algunas de estas dificultades, con las asociaciones, con sus propias empresas en el sector agroindustrial, las asociaciones con las ONG, e incluso con las cooperativas, cualquier cosa que podamos avanzar en el tema de la CAR, “dijo.

El decreto de la Presidencia también creó el Programa Más Medio Ambiente de Brasil, que apoyará los programas de regularización y desarrollar actividades en las áreas de educación ambiental, asistencia técnica, extensión rural y la formación de los gestores públicos. Dentro de un año, un acto interministerial conjunta debe disciplinar a la deforestación con multas de programa de aplicación en áreas en las que no estaba vallado la eliminación de la vegetación. El decreto también establece que las áreas con prioridad en el asentamiento son las unidades en el dominio público y las zonas que albergan especies migratorias o en peligro de extinción.

El observatorio se estableció en mayo de 2013, por siete instituciones de la sociedad civil – Instituto Amazónico de Investigaciones Ambientales (IPAM), WWF-Brasil, SOS Mata Atlántica, Life Center Institute (ICV), The Nature Conservancy (TNC), Conservación Internacional (IC) y el Instituto Sociambiental (ISA).

Más información: Los mbientalistas señalan fallas en el Código Forestal

Carta aos presidenciáveis

Carta aos presidenciáveis

Documento pede a implementação efetiva do Código Florestal e planos municipais para preservar ambiente.

Texto é dirigido aos candidatos às eleições de outubro; evento em defesa da mata atlântica aconteceu durante todo o final de semana.

A carta em defesa da mata atlântica foi divulgada no sábado, dia 24 de maio, por cerca de 300 ONGs durante os seminários do Viva a Mata 2014, realizado no Parque do Ibirapuera, em São Paulo.

O evento contou com a participação de instituições membro do Observatório do Código Florestal.

Leia mais na Folha de São Paulo.

 

Código Florestal em destaque no FT

Código Florestal em destaque no FT

O Financial Times (FT), um dos mais influentes jornais econômicos do mundo,  cita um estudo publicado com exclusividade pelo website do Observatório do Código Florestal em matéria sobre o Código e as oportunidades da pecuária de baixo carbono na Amazônia.

O professor Gerd Sparovek (Esalq/USP) recalculou o tamanho do déficit de Reserva Legal no Brasil, levando em conta as mudanças realizadas pela reforma do Código Florestal em 2011.  Os resultados, publicados primeiro aqui no website do OCF, incluíram a área de vegetação nativa que ficou desprotegida no novo Código Florestal – quase 1 milhão de km², maior que o estado do Mato Grosso.

Com link para o website do OCF, a reportagem de Joseph Leahy da sucursal do FT no Brasil, chama atenção para o fato de que ainda é possível desmatar grandes áreas legalmente e que uma das maiores inovações do Código (já prevista no Código antigo, mas nunca regulamentada) é a possibilidade de que proprietários rurais com mais Reserva Legal do que o exigido por lei possam vender este excesso sob a forma de cotas para proprietários com déficit. Os compradores usarão as cotas para fins de regularização ambiental, como manda o Código.

Sob o título de “Fazendeiros na Amazônia se adaptam à vida de Conservacionistas“, a matéria mostra como pecuaristas de Alta Floresta, em Mato Grosso, ampliaram sua produtividade – sete vezes maior em produção de leite por hectare que a média estadual – e seus lucros participando de um projeto de pecuária de baixo carbono do Instituto Centro de Vida (ICV), uma das instituições fundadoras do OCF. E explica que isto foi conseguido usando técnicas simples, como a aplicação de iodo nas tetas das vacas e o impedimento de que as vacas deitem no chão antes de ser ordenhadas.

Segundo o Financial Times, o uso de cotas pode impedir um aumento ainda das emissões de gases de efeito estufa causadas por desmatamento. E a adoção de boas práticas é uma oportunidade para que dezenas de milhares de produtores brasileiros reduzam as emissões do setor,  que já responde por 13% das emissões mundiais (um terço do total das emissões brasileiras) e continuam a crescer.

E a implementação d0 Código Florestal – se bem feita – pode reduzir as emissões causadas pela mudança de uso da terra (transformação em pastagens ou campos agrícolas), com a recuperação de terras degradadas aliada à adoção de práticas sustentáveis e mais lucrativas no campo.

A matéria cita ainda o lançamento do WRI Brasil em parceria com a Embrapa e a Unicamp de uma ferramenta de cálculo de emissões para o Brasil – a primeira no mundo.

Leia aqui a íntegra da matéria (em inglês):  http://on.ft.com/1j2EqSt

Leia aqui a matéria do Observatório sobre o Passivo Florestal no Brasil: http://localhost/obs/?p=1263

 

Incra faz CAR de assentamento com 28 famílias

Incra faz CAR de assentamento com 28 famílias

03 de julho de 2014

O INCRA anunciou a inscrição do primeiro assentamento de Reforma Agrária no Cadastro Ambiental Rural.  O assentamento irmã Doroty, no Sergipe, tem apenas 28 famílias assentadas e é  o primeiro a entrar para o Sistema de Cadastro Ambiental Rural e obter sua regularização ambiental.

O órgão é responsável pela inscrição de mais de 5 mil assentamentos no CAR.   Como entre eles há assentamentos com déficit e e assentamentos com excesso de Reserva Legal, o INCRA também contempla a possibilidade de usar os excedentes de alguns assentamentos na Amazônia para compensar o déficit de outros. De acordo com dados do órgão, 1,29 milhão  de pessoas vivem hoje em assentamentos.

Leia aqui o anúncio: http://www.incra.gov.br/noticias/incra-efetua-primeiro-cadastro-ambiental-rural-em-sergipe

 

Incra makes settlement with 28 families CAR

July 3, 2014

INCRA announced enrollment of the first agrarian reform settlement in the Rural Environmental Registry. The settlement Sister Dorothy, in Sergipe, has only 28 families settled and is the first to join the Rural Environmental Registry System and get your environmental compliance.

The agency is responsible for the enrollment of more than 5000 settlements in the CAR. And between them there are settlements with deficit and and settlements in excess of legal reserve, INCRA also contemplates the possibility of using the surpluses of some settlements in the Amazon to make up the shortfall of others. According to data from the agency, 1.29 million people now live in settlements.

Read the announcement here : http://www.incra.gov.br/noticias/incra-efetua-primeiro-cadastro-ambiental-rural-em-sergipe

 

Incra hace asentamiento con 28 familias CAR

03 de julio 2014

INCRA anunció la inscripción del primer asentamiento de la reforma agraria en el Registro Ambiental Rural. El asentamiento de la hermana Dorothy, en Sergipe, tiene sólo 28 familias asentadas y es el primero en unirse al Sistema de Registro Ambiental Rural y obtener su cumplimiento ambiental.

La agencia es responsable de la inscripción de más de 5000 establecimientos en el CAR. Y entre ellos hay asentamientos con déficit y los asentamientos y en exceso de la reserva legal, el INCRA también contempla la posibilidad de utilizar los excedentes de algunos asentamientos en la Amazonía para compensar el déficit de los demás. Según datos de la agencia, 1,29 millones de personas viven en asentamientos.

Lea el anuncio aquí : http://www.incra.gov.br/noticias/incra-efetua-primeiro-cadastro-ambiental-rural-em-sergipe

Cooperativa lança projeto de CAR

Cooperativa lança projeto de CAR

04 de julho de 2014

A Coopercitrus, maior cooperativa paulista na comercialização de insumos, máquinas e equipamentos e que tem 20 mil filiados, iniciou um programa para orientar os cooperados a fazer a inscrição no Cadastro Ambiental Rural.

“O proprietário rural terá uma decisão importante para tomar no momento da sua inscrição no CAR; que caminho tomar para se adequar à lei florestal e aos PRAs estaduais, ou que destino dar para seus excedentes florestais. Portanto uma regulamentação bem feita para as Cotas de Reserva Ambiental e Programas de Regularização Ambiental que consigam captar as particularidades econômicas e ambientais do estado, permitirão aos proprietários rurais  planejarem com mais segurança a gestão das áreas florestais dentro e fora dos imóveis rurais,” acredita Plínio Ribeiro, diretor executivo da Biofílica Investimentos Ambientais  um dos parceiros da Coopercitrus no projeto.

O CAR é o primeiro passo para a regularização ambiental e deve indicar como a propriedade irá se regularizar “um CAR bem feito e bem orientado pode trazer muitos benefícios ao cooperado trazendo escala de produção em áreas que optarem pela compensação e remuneração pela conservação aos que fornecerem suas cotas para compensação” completa.

O projeto foi lançado no município de Bebedouro, vai ser ampliado para outros nove municípios (Itápolis, Barretos, Limeira, Pirassununga, Jales, Ribeirão Preto, Marília, Araçatuba e Mogi Mirim)   e ser estendido para Minas Gerais.

A intenção é minimizar complicações futuras com validações e esclarecer os associados para que sejam capazes de cumprir os PRAs e conseguir a regularização ambiental. Além de buscar engajar e informar produtores sobre os benefícios e possibilidades da realização de um CAR bem feito, tanto para os produtores e suas atividades individuais, como para a rede de cooperados.

 

Cooperative launches CAR project

July 4, 2014

The Coopercitrus greater São Paulo cooperative marketing of inputs, machinery and equipment and has 20,000 members, has initiated a program to guide the cooperative members to enroll in the Rural Environmental Registry.

“The landowner will have an important decision to make at the time of registration in the CAR; what path to take to suit the forestry law and state PRAs, or what fate give their forest surpluses. Therefore regulation and made for the Environmental Reserve Quotas and Environmental Regularization programs that can capture the economic and environmental peculiarities of the state, will allow farmers to plan safer management of forest areas in and out of rural properties, “believe Pliny Ribeiro, CEO of Biofílica Environmental Investments Coopercitrus one of the partners in the project.

The CAR is the first step towards environmental regulation and should indicate how the property will regularize a “CAR well done and well managed can bring many benefits to the cooperating bringing production scale in areas that opt ​​for compensation and remuneration for conservation to those who provide their quotas for compensation “complete.

The project was launched in the city of Bebedouro, it will be expanded to nine other municipalities (Itápolis, Barretos, Limeira, Pirassununga, Jales, Ribeirao Preto, Marília, Araçatuba and Mogi Mirim) and be extended to Minas Gerais.

The intention is to minimize future complications with validations and clarify the associated so that they are able to meet the PRAs and achieve environmental compliance. Besides seeking to engage and inform producers about the benefits and possibilities of achieving a CAR well done, both for producers and their individual activities, as for the cooperative network.

 

Lanzamientos de automóvil de proyecto de cooperación

04 de julio 2014

La cooperativa de comercialización Coopercitrus mayor Sao Paulo de insumos, maquinaria y equipos y tiene 20.000 miembros, ha iniciado un programa para guiar a los miembros de la cooperativa para inscribirse en el Registro Ambiental Rural.

“El propietario del terreno tendrá una decisión importante que hacer en el momento de la inscripción en el CAR; qué camino tomar para adaptarse a la ley forestal y el estado ARP, o qué destino dar a sus excedentes forestales. Por lo tanto, la regulación y medida para las cuotas de reserva ambiental y programas de regularización ambiental que pueden capturar las peculiaridades económicas y ambientales del estado, permitirán a los agricultores planificar una gestión más segura de las áreas forestales dentro y fuera de las propiedades rurales, “creer Plinio Ribeiro, director general de inversiones ambientales Biofílica Coopercitrus uno de los socios del proyecto.

El coche es el primer paso hacia la regulación ambiental y debe indicar cómo la propiedad regularizará un “coche bien hecho y bien administrado puede traer muchos beneficios a la escala de producción con lo que cooperar en áreas que optan por la compensación y la remuneración para la conservación a los que proporcionan sus cuotas de compensación “completa.

El proyecto se puso en marcha en la ciudad de Bebedouro, que se ampliará a otros nueve municipios (ITAPOLIS, Barretos, Limeira, Pirassununga, Jales, Ribeirao Preto, Marília, Araçatuba y Mogi Mirim) y se extenderá a Minas Gerais.

La intención es reducir al mínimo las complicaciones futuras con validaciones y aclarar el asociado de modo que sean capaces de satisfacer las ARP y lograr el cumplimiento ambiental. Además de tratar de atraer e informar a los productores sobre los beneficios y posibilidades de lograr un coche bien hecho, tanto para los productores y sus actividades individuales, como para la red de cooperación.

Abertas inscrições para curso sobre CAR

Abertas inscrições para curso sobre CAR

As inscrições para o curso online vão até o dia 31 de agosto. As aulas são gratuitas e começam em 15 de setembro.

O Ministério do Meio Ambiente (MMA) realiza turma de curso on line de Capacitação em Cadastro Ambiental Rural (CapCAR). Os interessados podem se inscrever até o dia 31 de agosto.  O curso é gratuito, mas os inscritos passarão por um processo seletivo. As aulas têm previsão de início no dia 15 de setembro.

O objetivo do curso é capacitar facilitadores para a inscrição de imóveis rurais no CAR, principalmente agricultores familiares, povos e comunidades tradicionais, que tenham área de até quatro módulos fiscais e desenvolvam atividades agropastoris, como é previsto no Código Florestal.

O curso tem duração de 78 horas, com dedicação média de 12 horas semanais, e será ministrado em até sete semanas. Cada turma é acompanhada por um tutor (docente on-line), preparado para tirar dúvidas de conteúdo e de uso das ferramentas.

Os participantes receberão um certificado de curso de extensão emitido pela Universidade Federal de Lavras (UFLA). As inscrições podem ser feitas  no site:http://hotsite.mma.gov.br/capcar.

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Registration open for course on CAR

Registration for the online course will until August 31. Classes are free and begin on September 15.

The Ministry of Environment (MMA) conducts ongoing class online Training in Rural Environmental Registry (CapCAR). Those interested can register until the 31st of August. The course is free, but subscribers will undergo a selection process. Classes begin forecasting on 15 September.

The aim of the course is to train facilitators for the registration of rural properties in the CAR, particularly family farmers, traditional peoples and communities that have area of ​​up to four fiscal modules and develop agro-pastoral activities, as provided for in the Forest Code.

The course lasts 78 hours, with an average commitment of 12 hours per week, and will be conducted in up to seven weeks. Each class is accompanied by a tutor (online teaching), prepared to ask questions of content and use of the tools.

Participants will receive an extension course certificate issued by the Federal University of Lavras (UFLA). Entries can be made at: http://hotsite.mma.gov.br/capcar.

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Abierta la inscripción para el curso en el coche

La inscripción para el curso en línea será hasta el 31 de agosto. Las clases son gratuitas y comienzan el 15 de septiembre.

El Ministerio de Medio Ambiente (MMA) lleva a cabo la clase en curso de formación en línea en el Registro Ambiental Rural (CapCAR). Los interesados ​​pueden inscribirse hasta el 31 de agosto. El curso es gratuito, pero los suscriptores se someterá a un proceso de selección. Las clases comienzan el 15 de septiembre pronosticar.

El objetivo del curso es capacitar a los facilitadores para el registro de las propiedades rurales en el coche, en particular los agricultores familiares, pueblos y comunidades tradicionales que tienen área de hasta cuatro módulos fiscales y desarrollar actividades agropecuarias, según lo previsto en el Código Forestal.

El curso tiene una duración de 78 horas, con un compromiso promedio de 12 horas por semana, y se llevará a cabo en un máximo de siete semanas. Cada clase está acompañado por un tutor (enseñanza en línea), preparado para hacer preguntas de contenido y uso de las herramientas.

Los participantes recibirán un certificado de curso de extensión emitido por la Universidad Federal de Lavras (UFLA). Las inscripciones se pueden hacer en: http://hotsite.mma.gov.br/capcar.

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Desmatamento ilegal e agropecuária

Desmatamento ilegal e agropecuária

15 de setembro de 2014 – Do total dos desmatamentos ocorridos no Brasil entre 2000 e 2012, 90%  foram ilegais, de acordo com estudo divulgado pela Forest Trends, uma organização norte-americana sem fins lucrativos. A maioria dos desmatamentos ocorreu em áreas que deveriam ser conservadas como Reserva Legal (percentual mínimo de vegetação nativa exigido pelo Código Florestal). Grande parte do desmatamento ocorreu até 2004, quando o governo instituiu uma série de medidas bem sucedidas para reduzir o desmatamento, que estava fora de controle.

No mundo, o desmatamento ilegal de florestas tropicais no período corresponde a 49% de áreas abertas e tem como finalidade a expansão da agricultura comercial. O estudo Bens de Consumo e Desmatamento: Uma Análise da Extensão e Natureza da Ilegalidade na Conversão Florestal para Agricultura  também constata que aproximadamente metade desta destruição ilegal foi motivada pela demanda internacional por commodities agrícolas, incluindo óleo de palma, carne bovina, soja e produtos madeireiros. Além dos impactos devastadores nas pessoas que dependem da floresta e na biodiversidade, estima-se que a conversão ilegal de florestas tropicais para agricultura comercial produza 1,47 gigatoneladas de carbono por ano – o equivalente a 25% das emissões anuais baseadas em combustíveis fósseis da União Europeia.

“Sabemos que a produção de commodities agrícolas é um vetor principal por trás do desmatamento, porém, este é o primeiro relatório a demonstrar o enorme papel que as atividades
ilegais têm na produção de milhares de produtos alimentícios e domésticos consumidos em todo o mundo”, afirma Michael Jenkins, Presidente e CEO do Forest Trends. “O aumento da produção agrícola será necessário por conta da segurança alimentar e para atender à demanda da classe média global emergente. No entanto, o mundo também precisa acordar para a escala do quanto desta produção agrícola está acontecendo em terras que foram abertas ilegalmente. É necessária uma ação urgente para ajudar os países onde estes produtos agrícolas estão sendo cultivados, tanto para que os governos possam fortalecer suas próprias leis e regulamentações, quanto para as empresas que buscam produzir commodities de forma legal e sustentável.”

Brasil e Indonésia Brasil e a Indonésia produzem o maior nível de commodities agrícolas destinadas a mercados globais, muitos dos quais acabam em cosméticos, bens domésticos (óleo de palma), alimentação animal (soja) e embalagens (produtos madeireiros).

O desmatamento ilegal é também desenfreado na maioria dos outros países da Ásia, América Latina e África que estão perdendo grandes áreas de floresta tropical. Exemplos incluem:
• Na Papua Nova Guiné, milhões de hectares de florestas foram ilegalmente licenciados para o desmatamento, em anos recentes; uma recente investigação Parlamentar no país
constatou que 90% destas licenças foram emitidas de forma corrupta ou fraudulenta.
• Na Tanzânia, as florestas foram ilegalmente destruídas para dar lugar à jatropha, uma planta comumente utilizada para produção de biocombustíveis.
• No Camboja e em seu vizinho Laos, licenças para plantações de larga escala de borracha e outras culturas agrícolas, cobrindo milhões de hectares de florestas remanescentes, foram
emitidas em anos recentes. Descobriu-se que maioria destas licenças e desenvolvimentos são ilegais.
• Na Bolívia, a soja – da qual 75% é exportada – é o principal motor por trás do desmatamento ilegal na porção amazônica do país.

Na maioria dos casos, as empresas que destruíram as florestas de forma ilegal, para cultivar estes grãos, tem alguma forma de permissão governamental em mãos. No entanto, o relatório constata que, frequentemente, estas permissões foram emitidas de forma corrupta ou obtidas através de fraudes; faltavam permissões e licenças adicionais necessárias; ou as empresas violaram leis enquanto limpavam a área e realizavam o plantio, causando significativos impactos negativos sobre o meio ambiente e sobre os direitos das populações locais que vivem nestas florestas há gerações e que delas dependem para obter seu alimento e renda.
“Ao longo dos trópicos, as empresas estão subornando oficiais para obter permissões, atropelando os direitos legais ou consuetudinários dos Povos Indígenas e outras comunidades que habitam a floresta, cortando mais florestas do que o permitido e causando poluição e devastação ambiental por desrespeitar a lei”, constata Sam Lawson, autor do relatório.

 

Illegal logging and agriculture

September 15, 2014 – Of the total deforestation occurred in Brazil between 2000 and 2012, 90% were illegal, according to a study released by Forest Trends, a US nonprofit organization. Most of the deforestation occurred in areas that should be kept as legal reserve (minimum percentage of native vegetation required by the Forest Code). Much of the deforestation occurred until 2004, when the government instituted a series of successful measures to reduce deforestation, which was out of control.

Worldwide, illegal logging of tropical forests in the period corresponds to 49% of open areas and aims at the expansion of commercial agriculture. The study  Consumption and Deforestation Goods: An Extended Analysis of Nature and Illegality in Forest Conversion to Agriculture   also finds that about half of the illegal destruction was driven by international demand for agricultural commodities, including palm oil, beef, soybeans and wood products . In addition to the devastating impacts on people who depend on forests and biodiversity, it is estimated that the illegal conversion of tropical forests to commercial agriculture produce 1.47 gigatons of carbon per year – the equivalent of 25% of annual emissions based on fossil fuels of European Union.

“We know that the production of agricultural commodities is a main driver behind deforestation, but this is the first report to demonstrate the enormous role that activities
illegal play in the production of thousands of food products and household consumed worldwide, “said Michael Jenkins, President and CEO of Forest Trends. “The increase in agricultural production will be necessary on account of food security and to meet the demand of the emerging global middle class. However, the world also needs to wake up to the scale of agricultural production as this is happening in lands that were opened illegally. urgent action to help countries where these agricultural products are grown is necessary for both governments to strengthen their own laws and regulations, and for companies looking to produce commodities in a legal and sustainable manner. ”

Brazil and Indonesia Brazil and Indonesia produce the highest level of agricultural commodities destined for global markets, many of which end up in cosmetics, household goods (palm oil), animal feed (soy) and packaging (wood products).

Illegal deforestation is also rampant in most other countries in Asia, Latin America and Africa who are losing large areas of rainforest. Examples include:
• In Papua New Guinea, millions of hectares of forests were illegally licensed to deforestation in recent years; a recent Parliamentary research in the country
found that 90% of these licenses were issued corruptly or fraudulently.
• In Tanzania, the forests were illegally destroyed to make way for jatropha, a plant commonly used to produce biofuels.
• In Cambodia and its neighboring Laos, licenses for large-scale plantations of rubber and other crops, covering millions of hectares of remaining forests were
issued in recent years. It turned out that most of these licenses and developments are illegal.
• In Bolivia, soy – of which 75% is exported – is the main driver behind the illegal deforestation in the Amazon portion of the country.

In most cases, companies that destroyed the forest illegally, to cultivate these grains have some form of government permission in hand. However, the report notes that often these permissions were issued in corrupt form, or obtained by fraud; missing permissions and necessary additional licenses; or companies violated laws while cleaning the area and performed planting, causing significant negative impacts on the environment and the rights of local populations living in these forests for generations and who depend on them for their food and income.
“Over the tropics, companies are bribing officials to get permission, trampling the legal or customary rights of Indigenous Peoples and other communities living in the forest, cutting more forests than allowed and causing pollution and environmental devastation for breaking the law” , notes Sam Lawson, author of the report.

 

La tala ilegal y la agricultura

15 de septiembre de, 2014 – Del total de la deforestación ocurrió en Brasil entre 2000 y 2012, el 90% eran ilegales, según un estudio publicado por Forest Trends, una organización sin fines de lucro de Estados Unidos. La mayor parte de la deforestación se produjo en las zonas que se deben mantener como reserva legal (porcentaje mínimo de vegetación nativa requerida por el Código Forestal). Gran parte de la deforestación se produjo hasta 2004, cuando el gobierno instituyó una serie de medidas eficaces para reducir la deforestación, que estaba fuera de control.

A nivel mundial, la tala ilegal de los bosques tropicales en el período corresponde a 49% de las áreas abiertas y apunta a la expansión de la agricultura comercial. El estudio  El consumo y la deforestación de las mercancías: un extenso análisis de la Naturaleza y la ilegalidad en Bosque conversión a la agricultura   también considera que aproximadamente la mitad de la destrucción ilegal fue impulsado por la demanda internacional de productos agrícolas, incluyendo el aceite de palma, carne de res, soja y productos de madera . Además de los impactos devastadores sobre las personas que dependen de los bosques y la biodiversidad, se estima que la conversión ilegal de los bosques tropicales para la agricultura comercial producir 1,47 gigatoneladas de carbono por año – el equivalente del 25% de las emisiones anuales basados en combustibles fósiles de Unión Europea.

“Sabemos que la producción de productos agrícolas es un conductor principal detrás de la deforestación, pero este es el primer informe para demostrar el enorme papel que las actividades
juego ilegal en la producción de miles de productos alimenticios y de los hogares consumen en todo el mundo “, dijo Michael Jenkins, Presidente y CEO de Forest Trends. “El aumento de la producción agrícola será necesario en razón de la seguridad alimentaria y para satisfacer la demanda de la emergente clase media global. Sin embargo, el mundo también necesita despertar a la escala de la producción agrícola ya que esto está ocurriendo en tierras que se abrieron ilegalmente. medidas urgentes para ayudar a los países donde se cultivan estos productos agrícolas es necesario que ambos gobiernos para fortalecer sus propias leyes y reglamentos, y para las empresas que buscan producir mercancías de una manera legal y sostenible “.

Brasil e Indonesia Brasil e Indonesia producen el mayor nivel de productos agrícolas destinados a los mercados mundiales, muchos de los cuales terminan en cosméticos, artículos para el hogar (aceite de palma), alimentación (soja) y embalaje (productos de madera).

La deforestación ilegal también está muy extendido en la mayoría de los otros países de Asia, América Latina y África que están perdiendo grandes áreas de selva tropical. Los ejemplos incluyen:
• En Papúa Nueva Guinea, millones de hectáreas de bosques fueron autorizadas ilegalmente a la deforestación en los últimos años; una investigación parlamentaria reciente en el país
encontró que el 90% de estas licencias fueron emitidas de manera corrupta o fraudulenta.
• En Tanzania, los bosques fueron destruidos de manera ilegal para dar paso a la jatrofa, una planta comúnmente utilizado para la producción de biocombustibles.
• En Camboya y su vecina Laos, las licencias para las plantaciones a gran escala de caucho y otros cultivos, que cubre millones de hectáreas de bosques restantes eran
emitido en los últimos años. Resultó que la mayoría de estas licencias y desarrollos son ilegales.
• En Bolivia, la soja – de los cuales se exporta el 75% – es el principal impulsor de la deforestación ilegal en la parte amazónica del país.

En la mayoría de los casos, las empresas que destruyeron el bosque ilegalmente, para cultivar estos granos tienen algún tipo de permiso del gobierno en la mano. Sin embargo, el informe señala que a menudo estos permisos fueron emitidos en forma corrupta, u obtenidos por el fraude; permisos y licencias adicionales necesarias faltante; o compañías violaron leyes mientras se limpia el área y realizaron la siembra, causando impactos negativos significativos sobre el medio ambiente y los derechos de las poblaciones locales que viven en estos bosques durante generaciones y que dependen de ellos para su alimentación e ingresos.
“En los trópicos, las empresas sobornan a funcionarios para obtener el permiso, pisoteando los derechos legales o consuetudinarios de los pueblos indígenas y otras comunidades que viven en el bosque, cortando más bosques que permitió y causando la contaminación y destrucción del medio ambiente por violar la ley” , señala Sam Lawson, autor del informe.

Entenda o que são as mudanças climáticas

Entenda o que são as mudanças climáticas

15 de setembro de 2014

O que são as mudanças climáticas e qual a importância delas para a nossa vida? Afinal, podemos fazer algo para evitá-las ou estamos fadados a nos adaptar? Essas são algumas das perguntas que o “Caderno: Mudança Global do Clima – O que está acontecendo com o planeta Terra”, lançado agora pela Iniciativa Verde, procura responder. A publicação faz parte do projeto Adaptação às Mudanças Climáticas no Litoral Sul de SP, executado pela organização em parceria com o Instituto HSBC Solidariedade.

Como o projeto é realizado na região do Lagamar (Cananéia, Iguape e Ilha Comprida), no Litoral Sul do estado paulista, o livreto salienta as consequências das mudanças climáticas esperadas para o Brasil, mais especificadamente para a Mata Atlântica e para a região. Ele tem 48 páginas (incluindo capa e contracapa) e foi escrito por especialistas da Iniciativa Verde e contratados pela organização: Lucas Pereira, diretor técnico; Magno Castelo Branco, doutor em Ecologia e Recursos Naturais; Karla Sessin Dilascio, bióloga; Bárbara Nazaré Rocha, geógrafa especializada em climatologia.

A publicação explica o que são essas mudanças, o que é Efeito Estufa, o que pode acontecer com o clima do planeta, como podemos evitar o aquecimento global, entre outras questões relacionadas. Duas mil cópias impressas serão distribuídas para a população e interessados locais envolvidos com o projeto. Mas, para que o alerta e os esclarecimentos sobre as mudanças climáticas sejam democratizados e atinjam a toda a população brasileira, a Iniciativa Verde disponibiliza a publicação por meio da página “Nossas publicações”. Basta clicar no link e baixar gratuitamente o caderno.

 

Understand what is climate change

September 15, 2014

What is climate change and the importance of them for our lives? After all, we can do something to avoid them or we are bound to adapt? These are some of the questions that the ” Notebook: Global Climate Change – What’s happening with the Earth ” released now by the Green Initiative, seeks to answer. The publication is part of the  Climate Change Adaptation project in the South Coast of SP , run by the organization in partnership with the HSBC Solidarity Institute.

As the project is carried out in the region Lagamar (Cananéia, Iguape and Ilha) in the South Coast of São Paulo state, the booklet points out the consequences of climate change expected to Brazil, more specifically for the Atlantic Forest and the region. It has 48 pages (including front and back) and was written by experts of the Green Initiative and hired by the organization: Lucas Pereira, technical director; Magno Castelo Branco, PhD in Ecology and Natural Resources; Karla Sessin Dilascio, biologist; Barbara Nazareth Rock, geographer specializing in climatology.

The publication explains what these changes, what’s Greenhouse, what can happen to the climate, how can we prevent global warming, among other issues. Two thousand printed copies will be distributed to the population and local stakeholders involved in the project. But for the alert and the clarification of climate change is democratized and reach the whole population, the Green Initiative provides the publication through the page ” Our publications “. Just click the link and download the free notebook .

 

Entender lo que es el cambio climático

15 de septiembre de, 2014

¿Qué es el cambio climático y la importancia de ellos para nuestras vidas? Después de todo, podemos hacer algo para evitarlos o estamos obligados a adaptarse? Estas son algunas de las preguntas que el ” Cuaderno: Cambio Climático Global – ¿Qué está pasando con la Tierra “, publicado hoy por la Iniciativa Verde, busca a contestar. La publicación forma parte del  proyecto de adaptación al cambio climático en la costa sur de SP , a cargo de la organización, en colaboración con el Instituto Solidaridad HSBC.

A medida que el proyecto se lleva a cabo en la región de Lagamar (Cananéia, Iguape e Isla) en la costa sur del estado de Sao Paulo, el folleto señala las consecuencias del cambio climático se espera que Brasil, más específicamente para el Bosque Atlántico y la región. Tiene 48 páginas (incluyendo parte delantera y trasera) y fue escrito por expertos de la Iniciativa Verde y contratado por la organización: Lucas Pereira, director técnico; Magno Castelo Branco, doctor en Ecología y Recursos Naturales; Karla Sessin Dilascio, biólogo; Barbara Nazaret Roca, geógrafo especializado en climatología.

La publicación explica lo que estos cambios, lo que es de efecto invernadero, lo que puede ocurrir con el clima, ¿cómo podemos evitar el calentamiento global, entre otros temas. Dos mil copias impresas serán distribuidos a la población y los actores locales involucrados en el proyecto. Pero para se democratiza y llegan a toda la población de la alerta y la clarificación del cambio climático, la Iniciativa Verde ofrece la publicación a través de la página del ” Nuestras publicaciones“. Simplemente haga clic en el enlace para descargar el libres portátil .

Presidenciáveis e o Código Florestal

Presidenciáveis e o Código Florestal

Quinze instituições da sociedade civil que integram o Observatório do Código Florestal (OCF) enviaram nesta segunda-feira (15/09) uma carta aos principais candidatos à Presidência da República pedindo que se manifestem sobre os principais aspectos de implementação do novo Código, que vem sofrendo atrasos em todas as esferas do Executivo e suscitando dúvidas sobre a transparência do processo de cadastramento ambiental de todas as propriedades rurais do país, previsto para acontecer em um ano, prorrogável por apenas mais um – cujo prazo começou apenas em maio de 2014. Outras três organizações que não fazem parte do OCF, também são signatárias da carta.

Entre os esclarecimentos solicitados pelas 18 organizações, estão o compromisso com a disponibilização pública dos dados inseridos no SICAR (Sistema Nacional de Cadastro Ambiental Rural), o apoio técnico e financeiro aos estados para a efetiva implementação do SICAR (ou seu similar estadual) e a criação de politicas públicas de incentivos para proprietários que cumprem o Código Florestal ou para os que queiram cumprir e não tenham condições para tanto, como prevê o artigo 41 da Lei n.º 12.651/2012, que prevê incentivos para o cumprimento do Código.

Os candidatos com chances de chegar ao Palácio do Planalto também são convidados a explicar como e se pretendem instituir o Pagamento por Serviços Ambientais, o estabelecimento de uma política diferenciada de crédito e incentivos fiscais, comerciais e o seguro agrícola, entre outras. As organizações querem saber se os candidatos estão comprometidos em estabelecer uma ampla política de recuperação de áreas degradadas ou desmatadas, em regulamentar o mecanismo de compensação, que prevê a criação de Cotas de Reserva Ambiental (CRAs). Com as CRAs, proprietários que tenham mais Reserva Legal (percentual mínimo de vegetação nativa estipulada pelo Código) do que exigido por lei, podem transformar cada hectare de excesso em uma cota e vende-la aos proprietários com déficit de Reserva Legal que não queiram regenerar ou restaurar áreas desmatadas além do permitido.

Na carta, as entidades fazem uma série de recomendações, incluindo o cumprimento do prazo para o Cadastro Ambiental Rural até maio de 2016, consulta pública para a regulamentação das CRAs e uma política efetiva e imediata que promova a recuperação das florestas e da vegetação nativa de todos os biomas.

Roberto Smeraldi, diretor da Amigos da Terra, uma das organizações signatárias e integrantes do OCF, explica que “com uma tacada só o próximo presidente pode aliviar futuras crises da água em São Paulo, mitigar a crise da energia que levou o MW de R$130 para R$800, prevenir os desastres que assolam o Rio de Janeiro, Minas Gerais e Santa Catarina no verão, aumentar a produtividade da pecuária e da agricultura que sustentam a economia nacional”. E esta tacada além de não ser “uma mágica”, ainda é barata: “a implementação do código florestal custa menos de um décimo do socorro às distribuidoras elétricas”.