[Jornal Nacional] Ibama luta contra extração ilegal de madeira em área de preservação; veja flagrante

Ibama luta contra extração ilegal de madeira em área de preservação; veja flagrante

Fonte: Jornal Nacional

O Parque Nacional do Araguaia fica às margens da Ilha do Bananal, maior ilha de água doce do mundo. A unidade de conservação reúne os biomas Amazônico, Cerrado e Pantanal. Derrubar qualquer árvore neste local é proibido, o que nem sempre é respeitado.

“As terras públicas já destinadas para unidades de conservação estão sendo as mais ameaçadas. O que explica isso é um discurso oficial que questiona até mesmo a legitimidade dessas unidades de conservação, o que incentiva a invasão delas para madeireiros. Isso mostra o desrespeito com a legislação ambiental, e de certa forma uma aposta na impunidade”, explica Raoni Rajão, pesquisador do Laboratório de Gestão de Serviços Ambientais (LAGESA) da UFMG e membro do Observatório do Código Florestal.

Leia na íntegra: https://g1.globo.com/jornal-nacional/noticia/2021/01/04/ibama-luta-contra-extracao-ilegal-de-madeira-em-area-de-preservacao-veja-flagrante.ghtml

[CONGRESSO EM FOCO] 7 Destaques socioambientais em 2020 no Congresso Nacional

7 Destaques socioambientais em 2020 no Congresso Nacional

Fonte: Congresso em Foco / Artigo de opinião: André Lima

No dia 31 de dezembro de 2019 publiquei “Superar o mata-burro antiambiental: eis um bom desafio para 2020!” no meu blog e na minha coluna no portal Congresso em Foco. Sobrevivemos, sim … quase intactos em 2020, mas não me parece que o mata-burro anti-ambiental tenha sido superado.
Em apertada síntese, afirmei no citado artigo que em 2019 a pauta antiambiental governista não avançou no parlamento pelas seguintes três razões:

  1. – o campo político de centro-esquerda (oposição) liderados pela Frente Parlamentar Ambientalista no Congresso Nacional foi bem sucedido, impulsionado por um arco importante de alianças que envolveu organizações de apoio à frente, Fórum de ex-ministros de meio ambiente, Observatório do Clima, Coalizão Brasil, Florestas e Agricultura, Observatório do Código Florestal, Rede de Advocacy Colaborativo com setores privados, academia, ongs, artistas e forte respaldo na mídia em geral;
  2. – três desastres ambientais de magnitude continental criaram um ambiente externo bastante adverso a retrocessos legislativos no campo dos direitos socioambientais: (i) Brumadinho em janeiro, (ii) aumento das queimadas na Amazônia no 2º semestre e (iii) derramamento de óleo em todo litoral nordeste brasileiro a partir de agosto; e
  3. – os presidentes Rodrigo Maia e Davi Alcolumbre cumpriram um papel importante, entre tropeços e derrapadas, ao equilibrar com freios e contrapesos, o ímpeto antiambiental do executivo e não pautaram ao bel-prazer bolsonarista temas como o Projeto de Lei Geral de Licenciamento Ambiental (PL 3.729/2004) e a MP da Grilagem (MP 910/2019).

 

Leia na íntegra: https://congressoemfoco.uol.com.br/opiniao/colunas/destaques-ambientais-congresso-2020/

Agonia do Pampa — Pesquisadores alertam para quadro dramático de perda de vegetação nativa no bioma

Pesquisadores alertam para quadro dramático de perda de vegetação nativa no bioma Pampa

* Texto da Rede Campos Sulinos 

17 de Dezembro de 2020 — O Bioma Pampa, com seus 19.391.568 hectares, é conhecido pelo predomínio dos campos nativos. Justamente essa, que é a sua vegetação nativa característica vem sofrendo com a supressão para o avanço da agricultura e, mais recentemente, da silvicultura. Dados recentes derivados de mapeamentos feitos com base em satélites indicam que nos últimos 34 anos foram eliminados mais de dois milhões de hectares dessa vegetação. Ou seja, em 2018 a vegetação nativa campestre já tinha sido reduzida a um terço do bioma (33,6%). Esse processo foi mais intenso em algumas regiões, sendo que em alguns municípios restam menos de 6% do que havia no passado, um quadro de quase extinção.

Estes dados constam em uma análise feita pela Rede Campos Sulinos, que reúne pesquisadores dedicados ao estudo da biodiversidade da região. O estudo, intitulado “A Agonia do Pampa” parte de uma série histórica de mapas anuais de cobertura e uso da terra no Brasil, desde 1985, recentemente divulgados pelo Projeto de Mapeamento Anual da Cobertura e Uso do Solo do Brasil (MapBiomas, coleção 5) e já considera o limite atualizado do bioma estabelecido pelo IBGE em 2019. O documento destaca também as mudanças ocorridas na legislação estadual, que vão na contramão da Lei Federal n° 12.651 de 2012, conhecida como Código Florestal.

As transformações da paisagem do Pampa, em especial a supressão da vegetação nativa campestre, mostram que em 28 municípios as perdas históricas foram superiores a 80 mil hectares, concentrando 54,7% de toda a redução dos campos nativos. De 160 municípios do Rio Grande do Sul analisados, oito foram considerados em situação péssima por apresentarem percentuais muito reduzidos em relação à cobertura original com vegetação nativa campestre. O que mais preocupa os pesquisadores é a redução média de 125.611 hectares por ano, que não dá mostras de decréscimo. Nesse ritmo, estimam que em 2050 restará menos de 12,9% do bioma coberto por vegetação nativa campestre. Os números confirmam o aumento da área destinada à produção agrícola, à silvicultura e às pastagens cultivadas. Desde 2014, a agricultura passou a ser o tipo de uso do solo predominante, chegando a 38,3% em 2018. Somente a partir de 2008 houve um aumento mais expressivo da silvicultura, especialmente com eucalipto e pinus, que já equivale a pouco mais de 2,4% do bioma.

O cenário de risco de extinção local da vegetação campestre em muitas regiões do Pampa, apresentado pelos pesquisadores, compromete a fauna e a flora nativas, bem como os serviços ecossistêmicos como a disponibilidade hídrica, os estoques de carbono no solo, a presença de polinizadores, entre outros.

O documento traz recomendações sobre os principais desafios em termos de políticas públicas e aborda os entraves legais que precisam ser superados para poder contornar esse quadro considerado dramático. Um dos principais problemas detectados é a implantação de 20% de Reserva Legal nas propriedades rurais, considerada fundamental para a continuidade de serviços ambientais relacionados à água, solo e clima, indispensáveis aos seres humanos. Entre as indicações está a necessidade de incentivar a pecuária em campo nativo, tendo em vista que estudos anteriores já comprovaram a compatibilidade da atividade com a biodiversidade desses ecossistemas.

Contato: Raíssa Genro (51) 9 83084134 – campossulinos@ufrgs.br

Governador de Minas Gerais avança com a agenda verde

O governador de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo) firmou na última sexta-feira, 4 de dezembro, um acordo entre o estado e o Reino Unido para uma “agenda de desenvolvimento verde”, com objetivo de atingir as metas da 26ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (COP26), marcada para 2021 em Glasgow, na Escócia.

O Observatório do Código Florestal (OCF), rede de 34 organizações, que há 7 anos acompanha a implementação da Lei, comemora e indica que muito mais do que o setor industrial, o setor agrícola do estado pode estar na vanguarda da produção de baixo carbono em pouco tempo, caso sejam adotadas medidas para a implantação da Lei.

Mais do que combater o desmatamento, a implementação do Código Florestal pode resultar em uma melhoria significativa da governança relacionada ao uso do solo e em substanciais contribuições para a conservação da biodiversidade e para o armazenamento de carbono em uma escala regional. Em todo o Brasil, se integralmente implementada, a Lei Florestal tem o potencial de conservar mais de 150 milhões de hectares de vegetação natural, sequestrando cerca de 100 GtCO2. Implementado plenamente a Lei pode colocar o setor produtivo agropecuário mineiro na vanguarda da sustentabilidade mundial, contribuindo para que o estado atinja suas metas para a 26ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (COP26), que acontecerá em Glasgow, na Escócia, em 2021.

Mas é preciso agir. Existe um longo caminho de ações que ainda devem ser conduzidas pelo governo mineiro. É preciso regulamentar o Programa de Regularização Ambiental, indicando como será implantada a adequação dos imóveis à lei, indicando formas de restauração da vegetação ou da compensação de Reserva Legal, impulsionar o cadastramento de pequenos proprietários e povos e comunidades tradicionais, promover incentivos econômicos à implantação da lei.

A análise dos dados do Sistema Nacional de Cadastro Ambiental Rural (SiCAR), um dos principais instrumentos do Código Florestal, cabe ao estado, que ainda não iniciou essa etapa. Segundo informação obtida por meio da Lei de Acesso a Informação, pelo Instituto Centro de Vida (ICV), em março de 2020, o estado não tinha validado um Cadastro Ambiental Rural (CAR) É preciso estabelecer prioridades nessa análise. Estudos indicam que em média no país apenas 4% de médias e grandes propriedades não cumpriam a lei. Se a análise começar por grandes áreas degradadas, priorizando o maior impacto ambiental na análise dos dados, além de se dar início à regularização dos poucos proprietários que não cumprem a lei, será iniciado um processo de restauração que tem o potencial de gerar emprego e renda no meio rural, além de valorizar a commodity agrícola produzida com respeito à Lei.

Um recente estudo publicado na Science, liderado por pesquisadores da UFMG, mostrou que cerca de 20% das exportações provindas do Cerrado e da Amazônia para a União Europeia estão ligadas ao desmatamento ilegal e os pesquisadores alertam para a pressão internacional. Recentemente 40 grandes empresas da Europa enviaram uma carta ao Congresso, ameaçando deixar de comprar produtos brasileiros associados a invasões e ao desmatamento. Esse movimento tem crescido no mundo inteiro.

O governo de Minas pode buscar a integração de políticas socioambientais e econômicas em todas as suas dimensões, inclusive no diálogo, para o alcance das metas. Muitas dessas ações necessárias para avançar com a Lei já foram mapeadas. O OCF realizou uma série de levantamentos, discussões e estudos sobre a validação do CAR, módulo de inscrição do CAR em territórios de povos e comunidades tradicionais, publicou uma série de guias para a implantação do Código Florestal, identificando caminhos para implantação, com a atuação conjunta do setor público e privado.

O rede do Observatório do Código Florestal está aberta para contribuir para a construção de um plano estadual, que busque o desenvolvimento social e econômico do meio rural, com diálogo, inclusão de ações de reconhecimento do direito à terra à povos e comunidades tradicionais, apoio à produção sustentável, criação de unidades de conservação, aproveitamento de áreas degradadas na produção agrícola, criação de mercados verdes, green bonds e atração de outros tipos de financiamento e capital internacional. Um plano capaz de quebrar paradigmas e alcançar o desenvolvimento sustentável e de baixo carbono, elaborado e implantado com a participação e o engajamento de diferentes atores, com a integração e complementaridade de ações.

Contudo, é preciso lembrar ao Governador que a implementação do Código Florestal não será obra de terceiros, tanto pelos meios como pela responsabilidade, mas pode e deve envolver todos os atores que se relacionam com o tema. O Observatório aguarda ansioso um convite para contribuir com a construção e implantação desse plano, em parceria com o Estado, representantes do agronegócio e com demais representantes da sociedade.

Lançada a campanha #BastaSerHumano pra defender as florestas e vegetação do Brasil 

Lançamento da Campanha: #BastaSerHumano pra defender as florestas e vegetação do Brasil 

04 de dezembro de 2020 — Marcado por queimadas e desmatamento, 2020 também mostrou que a natureza ainda é capaz de se recuperar quando o ser humano dá uma trégua – como ficou claro nos dias de isolamento social.

Diante desse cenário, o Observatório do Código Florestal (OCF) lança nesta sexta-feira (04) a campanha digital #BastaSerHumano. A iniciativa em defesa do verde, de uma produção sustentável e da justiça social propõe uma reflexão sobre as principais ameaças ao meio ambiente no Brasil hoje e seu impacto na vida das pessoas.

 


 

04 Opções de como participar: 

Opção 1: Compartilhe as peças da campanha

O OCF disponibiliza a todos, nesta sexta-feira, peças para compartilhamento nas redes sociais, nos formatos feed e stories. A cada semana aparecem novas peças com diferentes temas. Acesse o link para ver as peças já disponíveis: http://observatorioflorestal.org.br/bastaserhumano/

Ou faça repost de publicações das mídias sociais do Observatório e das organizações membro da rede e parceiros. Não esqueça de usar a #BastaSerHumano.

 

Opção 2: Visite a galeria de artistas que estão participando da campanha. Compartilhe as artes em defesa do meio ambiente! 

Diversos artistas estão expondo suas artes como manifesto em defesa das questões ambientais. Visite a galeria e compartilhe as artes. Não esqueça de marcar o artista e usar #BastaSerHumano. Acesse o link para visitar a galeria: http://artefato.observatorioflorestal.org.br/.

 

Opção 3: Faça o seu manifesto

Grave um vídeo curto completando a frase: #BastaSerHumano para…. (ex: perceber a importância das florestas,…) e poste nas suas redes usando a hashtag #BastaSerHumano.

 

Opção 4: Integre a sua iniciativa ao movimento 

Tem uma ideia, iniciativa, projeto e quer se juntar a nós? Entre em contato conosco e desdobre esse movimento com alunos de escolas e outros grupos sociais. Você fortalece o movimento e a gente ajuda a divulgar a sua ação!

 


 

Acompanhe as projeções em prédios, hoje às 19h: 

São Paulo: Rua da Consolação, 753

Rio de Janeiro: Rua almirante alexandrino 910, Santa Teresa

Belo Horizonte: Rua são João evangelista, Santo Antônio

 


 

Visite a galeria virtual de artistas em defesa do meio ambiente: 

 

 


 

Informações :
Sobre a campanha:
Simone Milach
contato@observatorioflorestal.org.br

Contato para imprensa:
Saulo Pereira Guimarães
meioambiente@umagotanooceano.org
21 9677-69220

 


 

 

As Caras da Restauração – Série da WRI Brasil

É melhor que novela, é vida real. Conheça a série “As Caras da Restauração” da WRI Brasil

*Texto da WRI Brasil. Conheça a ação 

 

Qual o caminho para que mais produtores rurais se beneficiem desse potencial e tornem realidade o objetivo de restaurar e reflorestar 12 milhões de hectares de florestas e áreas degradadas até 2030? A família Soares, Bruno, Silvany, Patrick e o casal Emerson e Viviane mostram como estão fazendo a restauração acontecer, vencendo desafios e gargalos, renovando a paisagem e suas histórias de vida. São As Caras da Restauração

O Brasil é o país das florestas. Quando deixou de ser uma colônia portuguesa e chegou à independência, em 1822, os cerca de 4,5 milhões de habitantes ainda tinham um oceano verde para conviver. Como no resto do mundo, o crescimento populacional e econômico ocorreu a partir da expansão territorial e exploração dos recursos naturais. O caminho da prosperidade se deu às custas da vegetação nativa, que cobria a paisagem. O país cresceu e se desenvolveu, com uma população de mais de 200 milhões de pessoas, cidades e agricultura pujantes, indústrias de ponta, e conquistou seu lugar entre as principais economias do mundo.

O mundo, no entanto, não é mais o mesmo. O modelo de desenvolvimento do passado trouxe degradação, desmatamento, perda de biodiversidade, poluição, déficit hídrico e mudanças no clima causadas pelo aquecimento global. O futuro exige eficiência, inovação, inclusão, justiça e resiliência às mudanças climáticas.

No caso do Brasil, chegou a hora de restaurar as florestas e ecossistemas naturais. Conciliar a produção agropecuária com a conservação dos recursos naturais e a inclusão social trará ao Brasil ganhos econômicos, sociais e ambientais.

Um dos caminhos é a recuperação de milhões de hectares de terras hoje degradadas, por meio do plantio de árvores nativas de valor econômico e de sistemas agroflorestais, que geram empregos e boa rentabilidade no meio rural, além de contribuir para a segurança alimentar e hídrica. O Brasil já tem planos e leis capazes de estimular uma nova economia florestal que desperta cada vez mais interesse de investidores.

 

Especialistas vão debater o Código Florestal e a Lei da Mata Atlântica em evento online

No dia 22 de outubro, às 10h, especialistas estarão ao vivo debatendo inciativas em curso que põem em risco a a Lei da Mata Atlântica. sob o pretexto da aplicação do Código Florestal.

Convidados:

ALEXANDRE GAIO – Ministério Público Estadual (PR)

MIRIAM PROCHNOW – Apremavi

JOÃO MEDEIROS – Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC)

Moderadora: ROBERTA DEL GIUDICE (Observatório do Código Florestal)

A transmissão será feita pelo YouTube do Observatório do Código Florestal.

 

Observatório do Código Florestal é coorganizador do VI Seminário Internacional de Governança de Terras e Desenvolvimento Econômico

O 6º Seminário Internacional de Governança de Terras e Desenvolvimento Econômico (SIGTDE) será realizado virtualmente nos dias 20 a 22 de outubro de 2020. Em suas diferentes edições, o SIGTDE tem proporcionado um espaço plural de discussão, reunindo os principais atores e instituições envolvidas com o tema.

Para o 6º SIGTDE, foram selecionados alguns dos acontecimentos mais importes do ano como temas: o controverso processo de construção do PL 2.633/20, que envolve regularização fundiária, o persistente problema do desmatamento na Amazônia e Cerrado, em decorrência da nossa incapacidade de gestão fundiária, e a relação entre a desigualdade territorial e a saúde, no período recente.

Neste ano, a coorganização do evento está a cargo do Observatório do Código Florestal (OCF), rede de 34 organizações da sociedade civil que monitora a implementação da Lei Florestal e fortalece o papel da sociedade civil na defesa da vegetação nativa brasileira e da produção rural sustentável. O Observatório atua fortemente para barrar flexibilizações no Código Florestal como ocorreu durante o processo da MP 867/2018 e MP 884/2019. Para tanto, vem promovendo e participando de audiências públicas no congresso, publicando análises e notas técnicas, articulando campanhas em rede e promovendo o diálogo com diversos atores.

O evento será composto por três mesas com duração de duas horas das 19h às 21h com transmissão ao vivo pelo Youtube do Instituto Governança de Terras.

 

[GLOBO RURAL] Entidades e ONGs ambientais criticam Conama e avaliam ir à Justiça para anular revogações

[GLOBO RURAL] Entidades e ONGs ambientais criticam Conama e avaliam ir à Justiça para anular revogações

Fonte: Globo Rural / Texto: Mariana Grilli

Entidades e ONGs ambientalistas criticaram a revogação de quatro resoluções do Conselho Nacional do Meio Ambiente (Conama) aprovadas nesta segunda-feira (28/9), em reunião liderada pelo presidente do colegiado e ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles. As organizações alertam para a mudança de uso dos recursos hídricos e impacto aos ecossistemas, além de reflexos ao agronegócio.

Na notícia, Roberta del Giudice, secretária-executiva do Observatório do Código Florestal, fala sobre o impacto no Código Florestal.

Leia na íntegra:https://revistagloborural.globo.com/Noticias/Sustentabilidade/noticia/2020/09/entidades-e-ongs-ambientais-criticam-conama-e-avaliam-ir-justica-para-anular-revogacoes.html

 

[Encerrada] Consultoria de serviços técnicos para facilitação e registro das informações de eventos para a rede OCF

Consultoria de serviços técnicos para facilitação e registro das informações de eventos para a rede OCF

Objetivo: Contratação de pessoa jurídica

Serviços técnicos para a facilitação e o registro, organização e consolidação das informações detalhadas dos dados referentes à temática dos eventos sobre os Biomas Caatinga e Pantanal, promovidos pelo Observatório do Código Florestal, e neles apresentados por especialistas.

Período: envio das propostas até 24/09/2020

Mais informações: https://ipam.org.br/vagas/consultoria-de-servicos-tecnicos-para-facilitacao-e-registro-das-informacoes-de-eventos-para-a-rede-ocf/[:]