[Encerrada] CHAMADA ABERTA PARA CONTRATAÇÃO DE ESTAGIÁRIO DE DIREITO

CHAMADA ABERTA PARA CONTRATAÇÃO DE ESTAGIÁRIO DE DIREITO

O Observatório do Código Florestal está com uma chamada aberta para contratação de estagiário de direito para apoio na execução de atividades do Projeto Novos caminhos para o avanço na implementação do Código Florestal e o combate ao desmatamento na Amazônia Brasileira, junto à Amigos da Terra – Amazônia Brasileira. 

Para se candidatar:

Os candidatos devem preencher o formulário completo

Data limite para preenchimento do formulário: 23/08/2023. O formulário será encerrado após essa data, sem possibilidade de envio posterior. 

Esta vaga incentiva fortemente a candidatura de mulheres, negr@s, indígenas, pessoas LGBTQIA+ e PcDs, para fomentar e reforçar a diversidade. 

vidas sobre o processo seletivo poderão ser enviadas para o e-mail: contato@observatorioflorestal.org.br 

Para mais informações, acesse o TdR.

Plataforma Digital dá transparência às práticas do Setor Privado e Financeiro no cumprimento do Código Florestal 

Plataforma Digital dá transparência às práticas do Setor Privado e Financeiro no cumprimento do Código Florestal 

O painel reúne informações de instituições financeiras responsáveis por operar 55% do montante de crédito rural contratado no Brasil entre 2020 e 2021. 

4 de agosto – 20% dos bancos impedem o acesso ao crédito em imóveis rurais embargados; ainda, 40% monitoram o status do Cadastro Ambiental Rural (CAR)* durante a vigência do contrato de seus clientes. Os dados são do Painel de Engajamento do Setor Financeiro, lançado em webinar na manhã desta sexta-feira (4). 

Painel de Engajamento do Setor Financeiro 

Para o desenvolvimento da plataforma, as primeiras entrevistas com os bancos começaram a ser feitas entre 2019 e 2020, com a finalidade de entender quais as práticas adotadas pelas instituições; em 2020, para ampliar o alcance deste trabalho, houve a aproximação e a apresentação para a Federação Brasileira de Bancos (Febabran). 

Os dados apresentados no painel foram coletados junto a representantes de cinco instituições financeiras – Banco do Brasil, Caixa Econômica Federal, Rabobank, Santander e Sicredi – as quais foram responsáveis por operar conjuntamente cerca de 55% do montante de crédito rural contratado no Brasil no mesmo período. 

“O principal objetivo deste painel é dar transparência a como os agentes financeiros estão cobrando de seus clientes a implementação da Legislação Florestal, e como essa análise tem contribuído para a tomada de decisão para a concessão de crédito rural”, explica Natália Grossi, analista de cadeias agropecuárias da Amigos da Terra, Amazônia Brasileira (AdT). 

Para atualizações da ferramenta em 2023, foram realizadas no 1º semestre deste ano, reuniões para coletas de feedbacks e prospecção de novos respondentes dos questionários e a revisão das legislações ambientais, como a Política Nacional de Meio Ambiente (Lei 6.938/81), Lei de Crimes Ambientais (Lei 9.605/98) e a Lei de Proteção da Vegetação Nativa.  

Também está aberta a oportunidade para participações de novas instituições financeiras interessadas em responder o questionário. Para isso, é necessário entrar em contato com a Coordenadora Técnica de Pecuária da AdT, Cintia Cavalcanti, através do email cintia@amazonia.org.br. 

 

Setor Financeiro e o Cumprimento da Lei 

A especialista em estratégia do agronegócio do Sicredi, Daniela dos Santos, explica que todas as validações para concessão do crédito rural feitas pela instituição, são realizadas através do CAR, e que “quanto mais são concedidos incentivos e benefícios rurais aos que cumprem com o Código Florestal, maior é o engajamento destes produtores para atualização de suas inscrições. 

Para o diretor de Florestas e Políticas Públicas da BVRio, membro da Rede do Observatório do Código Florestal (OCF), a adoção de critérios pelos setores privado e financeiro, gera três benefícios: segurança jurídica, redução de riscos reputacionais e financeiros associados à atividade e o compliance ambiental, não apenas em relação à legislação brasileira, mas de outros mercados como a União Europeia, que está exigindo que não haja desmatamento associado às commodities agrícolas exportadas. 

O Painel é uma iniciativa do Observatório do Código Florestal (OCF), e desenvolvimento pela BVRio, AdT, e Ipam, e está inserida dentro do Portal do Código Florestal, que monitora o avanço do cumprimento da Lei. 

* O CAR é um registro público eletrônico nacional, obrigatório para todos os imóveis rurais, com a finalidade de integrar as informações ambientais das propriedades e posses rurais, compondo base de dados para controle, monitoramento, planejamento ambiental e econômico e combate ao desmatamento. 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Regularização ambiental de propriedades rurais do Mato Grosso é tema de webinar

Regularização ambiental de propriedades rurais do Mato Grosso é tema de webinar

Estado se destaca por sua boa implementação do Programa de Regularização Ambiental (PRA) e demonstra avanço na análise dos Cadastros Ambientais Rurais (CAR)

É nesta quarta-feira, 2 de agosto, a partir das 14h30 (horário de Brasília), que acontece o webinar sobre os Programas de Regularização Ambiental (PRAs) no Mato Grosso, cuja implementação é uma das demandas do Código Florestal (Lei 12.651/2012) e se configura como etapa necessária para atestar que um imóvel rural está regularizado. 

O debate contará com a participação de Felipe Guilherme Klein, superintendente de Regularização e Monitoramento Ambiental da Secretaria de Meio Ambiente de Mato Grosso (SEMA-MT); Luan Cândido, Educador de Práticas Sustentáveis do Instituto Centro de Vida (ICV); Gustava Canale, professor da Universidade Federal do Mato Grosso (UFMT – Sinop); e, Giovane Castro, assessor do Instituto Mato-Grossense da Carne (Imac). A transmissão será pelo YouTube do Diálogo Florestal

O Estado do Mato Grosso é um dos mais avançados em termos de análise do Cadastro Ambiental Rural (CAR) e na implementação do PRA. Apesar da análise dinamizada ainda não ter sido implementada, houve avanços significativos com o uso de um sistema próprio e equipe dedicada para análise do CAR. Além disso, o órgão ambiental tem acompanhado os termos de compromissos firmados e monitorado a execução destes. De acordo com o último Boletim do Cadastro Ambiental Rural, do Serviço Florestal Brasileiro (dados de abril de 2023), o estado tem 173.241 cadastros, sendo 41.195 com a análise iniciada e 6.666 mil cadastros com a análise concluída. Em relação ao PRA, 71% dos cadastros solicitaram adesão ao programa

O evento, realizado pelo Diálogo Florestal em parceria com o Observatório do Código Florestal e a Coalizão Brasil Clima, Florestas e Agricultura, tem apoio da Associação Brasileira dos Membros do Ministério Público de Meio Ambiente (Abrampa) e da Aliança pela Restauração na Amazônia, e faz parte de uma série iniciada em 2021. O tema já discutiu a temática em Estados como Santa Catarina, Pernambuco, Pará, Maranhão e Tocantins, totalizando 14 unidades federativas cobertas pela iniciativa. Para o último evento da série, previsto para 23 de agosto, será analisada a situação da implementação dos PRA e PRADAs no contexto da União.

Serviço

Webinar “Implementação dos Programas de Regularização Ambiental e Projetos de Recomposição de Áreas Degradadas e Alteradas – A situação do Mato Grosso”

Data: 2 de agosto, das 14h30 às 16h30 (Horário de Brasília)

Transmissão: youtube.com/dialogoflorestal

Informações para a imprensa: Fernanda Rodrigues (fernanda.rodrigues@dialogoflorestal.org.br)

Sobre PRAs e PRADAs – Todas as propriedades ou posses rurais devem estar cadastradas no Cadastro Ambiental Rural (CAR) e ter estabelecidas suas Áreas de Preservação Permanente e/ou Reserva Legal, como está previsto na Lei de Proteção da Vegetação Nativa (Lei nº 12.651) ou novo Código Florestal. 

No caso de haver passivo de APP ou RL, deverão ser tomadas medidas para a recomposição dessas áreas e pode-se aderir ao Programa de Regularização Ambiental (PRA), que foi instituído pelo Código Florestal. Cabe à União estabelecer normas de caráter geral, enquanto os estados e o Distrito Federal devem cuidar da regulamentação de acordo com as peculiaridades da região. Para aderir ao PRA, é obrigatório que o imóvel esteja inscrito no CAR.

O PRADA, ou Projeto de Recomposição de Áreas Degradadas e Alteradas, deve ser apresentado pelo produtor rural ao órgão ambiental do estado em que está localizado o imóvel. 

Sobre o Diálogo Florestal – O Diálogo Florestal é uma iniciativa pioneira e independente que facilita a interação entre representantes de empresas, associações setoriais, organizações da sociedade civil, grupos comunitários, povos indígenas, associações de classe e instituições de ensino, pesquisa e extensão. Reúne mais de 240 organizações em sete Fóruns Florestais regionais.

Sobre o Observatório do Código Florestal – O Observatório do Código Florestal é uma rede composta por mais de 40 organizações da sociedade civil, que atuam conjuntamente, com o objetivo de monitorar a implementação bem-sucedida da Lei Florestal, com vistas a proteção dos biomas e dos valores culturais, a produção sustentável e a recuperação de ambientes naturais. https://observatorioflorestal.org.br

Sobre a Coalizão Brasil Clima, Florestas e Agricultura – É um movimento multissetorial composto por mais de 350 representantes de empresas, organizações da sociedade civil, setor financeiro e academia, que une diferentes vozes em prol da liderança do Brasil em uma nova economia de baixo carbono, competitiva, responsável e inclusiva. https://coalizaobr.com.br

 

 

[Encerrada] CHAMADA ABERTA PARA PRESTAÇÃO DE SERVIÇO DE COMPILAÇÃO, CONSOLIDAÇÃO E AVALIAÇÃO DE INFORMAÇÕES TÉCNICAS SOBRE A IMPLANTAÇÃO DO PRA

CHAMADA ABERTA PARA PRESTAÇÃO DE SERVIÇO DE COMPILAÇÃO, CONSOLIDAÇÃO E AVALIAÇÃO DE INFORMAÇÕES TÉCNICAS SOBRE A IMPLANTAÇÃO DO PRA

 

O Observatório do Código Florestal está com uma chamada aberta para contratação de pessoa jurídica, para prestação de serviços de compilação de informações contidas em um conjunto de normas, guias, notas técnicas e estudos já elaborados sobre o Cadastro Ambiental Rural (CAR), o Programa de Regularização Ambiental (PRA) e Plano de Recuperação de Área Degradada e Alterada (PRADA), visando subsidiar a discussão do Observatório do Código Florestal para o desenho de critérios, pressupostos e contornos/fluxos para a solução de entraves e proposição de estratégias para o avanço na implementação da Lei de Proteção da Vegetação Natural (Lei nº 12.651, de 25 de maio de 2012, conhecida por Código Florestal Brasileiro), tendo em vista as mudanças no Congresso Nacional e a nova gestão no Governo federal e em diversos governos estaduais, para orientar o trabalho da rede do Observatório do Código Florestal (OCF). 

As propostas deverão ser enviadas com o assunto: “TDR COMPILAÇÃO, CONSOLIDAÇÃO E AVALIAÇÃO DA IMPLANTAÇÃO DO PRA PARA REUNIÃO OCF – Nome da pessoa jurídica”, para o e-mail contato@observatorioflorestal.org.br; 

A proposta deve incluir: (1) portfolio para comprovação, da experiência exigida, (2) proposta técnica e (3) proposta comercial; 

Data limite para envio: 07/08/2023: Envios após esta data não serão considerados; 

A seleção será baseada em processo de pontuação, considerando preço, experiência e proposta técnica.  

Dúvidas sobre o processo seletivo poderão ser enviadas para o e-mail: contato@observatorioflorestal.org.br 

 

[Correio Braziliense] Benefício do crédito rural pode não chegar aos produtores

Benefício do crédito rural pode não chegar aos produtores

Fonte: Correio Braziliense / por: Edla Lula

Apenas 3% dos agricultores possuem o Cadastro Ambiental Rural (CAR) analisado, o que pode fazer com que a redução de juros por boas práticas ambientais oferecida pelo Plano Safra não seja amplamente distribuída

O estímulo à produção sustentável é a principal marca do Plano Safra 2023/2024. Além de mais exigências para a liberação do crédito rural, a política agrícola prevê benefícios que podem premiar os produtores rurais por adotarem boas práticas ambientais.

Um dispositivo criado este ano, estabelece a redução em meio ponto percentual na taxa de juros de custeio para os produtores rurais que possuírem o Cadastro Ambiental Rural (CAR) analisado pelos governos estaduais. O benefício pode chegar a um ponto percentual para aqueles que, além do CAR analisado, comprovarem que desenvolvem, em suas propriedades, atividades sustentáveis, como produção orgânica ou agroecológica, utilização de bioinsumos, recuperação da vegetação nativa ou energia renovável. No caso do CAR, o plano impõe como condição que o imóvel rural esteja em situação regular frente à legislação ambiental.

Para ler a notícia completa, acesse Correio Braziliense.

[O Globo] Mudança no Cadastro Ambiental Rural traz risco

[O Globo] Mudança no Cadastro Ambiental Rural traz risco

Fonte: O Globo/ por: Julia Norat e Roberta Del Giudice

Existem atualmente quase 20 milhões de hectares de passivo ambiental em imóveis rurais

10 de julho – Em artigo para o veículo O Globo, a secretária executiva do Observatório do Código Florestal (OCF), Roberta del Giudice, explica os riscos da transferência da gestão do Cadastro Ambiental Rural (CAR), que era do Ministério do Meio Ambiente e Mudanças do Clima (MMA), para o Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos (MGI).

Para Roberta, os riscos de mudanças na gestão do Cadastro já foram sentidos na prática. No governo anterior, foi transferido para o Ministério da Agricultura e Pecuária. Além de eventuais conflitos de interesse, a mudança trouxe falhas no sistema, lentidão no processamento de informações e dificuldades na integração de dados. O cadastramento de novas áreas foi reduzido a um quarto. A gestão do CAR num ministério meio, sem o entendimento de sua relevância para a política ambiental, poderá impactar seu potencial. Mantê-lo no MMA, em contraste, significaria garantir a destinação dos recursos orçamentários necessários a sua gestão e a coerência e sinergia com outras ações de proteção ambiental.

Para ler o artigo completo, acesse: O Globo.

[Encerrada] [REABERTA] Chamada Aberta para Comunicador Ambiental Pleno

[REABERTA] Chamada Aberta para Comunicador Ambiental Pleno

A Amigos da Terra – Amazônia Brasileira está com uma chamada aberta para contratação de um profissional pleno de comunicação ambiental.

As candidaturas deverão ser enviadas até o dia 28/07/23 para o e-mail cv@amazonia.org.br, com o assunto Comunicador Floresta – Nome da/o candidata/o e com os seguintes itens preenchidos e anexados:

Formulário de candidatura preenchido 
– Carta de apresentação com pretensão salarial.
– Currículo
– Breve portfólio com alguns exemplos de textos, conteúdos e materiais de comunicação produzidos (em substituição, podem ser incluídos links no formulário de candidatura para exemplificar os materiais gerados – item 16 do formulário).

A/O proponente selecionada/o será notificada/o por e-mail.

As/os candidatas/os pré-selecionadas/os serão convocadas/os para entrevista.

O prazo para envio dos currículos até o dia 29 de maio de 2023.

Durante a candidatura, pedidos de esclarecimentos poderão ser enviados para o e-mail:
contato@observatorioflorestal.org.br

[Encerrada] [Errata] Chamada Aberta para Consultoria para a realização da Avaliação de Projeto

[Errata] Chamada Aberta para Consultoria para a realização da Avaliação de Projeto

*Ajuste do prazo para candidaturas

A Amigos da Terra – Amazônia Brasileira (AdT), Organizações da Sociedade Civil de Interesse Público (OSCIP), sediada no Brasil, seleciona consultoria para a realização da Avaliação de Meio Termo do Projeto “Políticas, Práticas, Transparência e Governança para implementação do Código Florestal”. O projeto é financiado pela Agência Norueguesa de Cooperação para o Desenvolvimento (NORAD) e implementado pela AdT, sob o Acordo de Subvenção – Código BRA-2055 BRA-21/0002, iniciado em abril de 2021 e com previsão de término em dezembro de 2025.

Empresas interessadas devem enviar uma proposta técnica e uma proposta de preço para a execução de todas as atividades e entregas descritas no Termo de Referência (TdR), que pode ser acessado neste link.

As submissões devem ser enviadas por e-mail para contato@observatorioflorestal.org.br, com a linha de assunto: “Projeto – INCLUIR O NOME DO CANDIDATO”. O prazo para envio é 30 de julho de 2023.

Perguntas podem ser enviadas para o endereço de e-mail: contato@observatorioflorestal.org.br

As respostas serão publicadas nesta página.

Para fomentar e reforçar a diversidade, esta vaga incentiva fortemente a candidatura de mulheres, negras, negros, indígenas, pessoas LGBTQIA+ e PcD.

Você deve ler nossa missão, visão e valores antes de se candidatar.

CALL FOR PROPOSALS

The Amigos da Terra – Amazônia Brasileira (AdT), a non-governmental organization based in Brazil, is seeking a consultancy to conduct a Midterm Review of the project “Policies, Practices, Transparency, and Governance to implement the Forest Code”. This project is funded by the Norwegian Agency for Development Cooperation (NORAD) and implemented by Amigos da Terra – Amazônia Brasileira (AdT), under the Grant Agreement – Code BRA-2055 BRA-21/0002. The project commenced in April 2021 and is scheduled to continue until December 2025.

Interested companies are required to submit both a technical and a price proposal for the execution of all activities and deliverables outlined in the Terms of Reference (ToR), on this link.

Submissions should be sent via email to contato@observatorioflorestal.org.br, with the subject line “Project – INCLUDE THE NAME OF THE APPLICANT”. The deadline for submission is July 30, 2023.

Questions can be sent to the email address: contato@observatorioflorestal.org.br

Responses will be posted on this page.

To foster and reinforce diversity, this position strongly encourages applications from women, black individuals, indigenous individuals, LGBTQIA+ individuals, and persons with disabilities.

You should read our mission, vision, and values before applying.

[Encerrada] Chamada Aberta para Facilitação e Registro de Reunião

Chamada Aberta para Facilitação e Registro de Reunião

O Observatório do Código Florestal (OCF) está com uma chamada aberta para contratação de pessoa jurídica, para prestação de serviços de facilitação e registro das informações detalhadas em reunião virtual.

–  As propostas deverão ser enviadas com o assunto: “TDR FACILITAÇÃO E REGISTRO DE REUNIÃO OCF – Nome da pessoa jurídica”, para o e-mail contato@observatorioflorestal.org.br; 

– A proposta deve incluir: (1) portfolio para comprovação da experiência exigida, (2) proposta técnica e (3) proposta comercial; 

–  Data limite para envio: 07/07/2023: Envios após esta data não serão considerados; 

–  A seleção será baseada em processo de pontuação, considerando preço e proposta técnica.  

 Dúvidas sobre o processo seletivo poderão ser enviadas para o e-mail: contato@observatorioflorestal.org.br 

 

Em pé pelas florestas e pelas vidas indígenas: Desmonte socioambiental causado pelo Congresso Nacional leva centenas de manifestantes à Avenida Paulista 

Em pé pelas florestas e pelas vidas indígenas: Desmonte socioambiental causado pelo Congresso Nacional leva centenas de manifestantes à Avenida Paulista 

Atos também aconteceram em Belo Horizonte e Florianópolis 

20 de junho – Neste domingo (18), a Avenida Paulista, em São Paulo, foi palco de mobilização contra o desmonte socioambiental promovido pelo Congresso Nacional. Centenas de pessoas se reuniram em resposta a aprovação e ao andamento de Projetos Legislativos (PLs) e Medidas Provisórias (MPs), que representam um impacto negativo para o meio ambiente, para os povos originários, e consequentemente para toda a população. Portando cartazes, faixas e bandeiras, a população pediu por florestas em pé, conservação da água, justiça climática e demarcação de territórios indígenas. 

A decisão de ir para as ruas em protesto, promovido por organizações da sociedade civil e coletivos, se deu a partir de uma semana exaustiva para ambientalistas, que em poucos dias no final de maio sofreram três derrotas para a bancada ruralista da Câmara dos Deputados. Na véspera do aniversário do Código Florestal e próximo ao dia do meio ambiente, foram propostos e aprovados textos na Câmara com alto impacto negativo, social e ambiental. Entre as propostas: alteração no Código Florestal e a na Lei da Mata Atlântica (Texto da Câmara da 1.150/22); retirada de poder dos Ministérios do Meio Ambiente e dos Povos Indígenas (Texto da Câmara da MP 1.154/23); e ameaça a demarcação de territórios indígenas (PL 490/07).

O cabo de guerra, entre o poder Executivo e a Câmara, durante este período não ajudou nas negociações necessárias em prol do meio ambiente e dos povos originários. O cenário hostil resultou na mobilização rápida e presença de um número expressivo de mobilizadores, não só em São Paulo como também em Belo Horizonte, refletindo a preocupação da população com as pautas socioambientais. Para o professor da Universidade de São Paulo (USP), Pedro Jacobi, que esteve na Avenida Paulista no domingo, “É importante somar forças e mostrar que na sociedade existem pessoas comprometidas com uma agenda climática, com a conservação dos recursos naturais e proteção das florestas. Basicamente dizer que estamos vivos e nos organizando cada vez mais, e não aceitando as interferências que afetam o clima.” 

Durante o ato, as mortes do indigenista Bruno Pereira e do jornalista Dom Philips foram lembradas. Além disso, manifestantes também fizeram sátiras ao Presidente da Câmara e Deputado Federal, Arthur Lira, com uma placa de “Compra-se Meio Ambiente”, contendo o número de telefone do parlamentar. 

Para o Deputado Estadual, Eduardo Suplicy (PT-SP), que esteve presente no Ato, é necessário que haja um desenvolvimento sustentável justo, com a erradicação da pobreza. “É preciso que tenhamos todos a visão de que o desenvolvimento tem que ser algo bom para todos os seres humanos. É importantíssimo que as nossas florestas e as reservas de água sejam preservadas”, explica o parlamentar, em entrevista ao Observatório do Código Florestal (OCF).  

A manifestação aconteceu também em Belo Horizonte e Florianópolis. Em continuação, outros dois atos acontecem ainda nesta semana. Na quarta-feira (21) mobilizadores se reunirão no gramado do Congresso Nacional, em Brasília e na sexta-feira (23) na Cinelândia, Rio de Janeiro. Um tuitaço também está programado para o dia 21, a partir das 15h, concomitantemente ao Ato de Brasília.