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Governo de SP revoga norma ambiental e compromete recuperação de florestas

São Paulo, 22 de janeiro de 2016 - Entidades e redes ligadas à defesa do meio ambiente, que monitoram a lenta regularização do Código Florestal modificado há três anos no Congresso Nacional, enviaram hoje uma carta aberta ao governador de São Paulo, protestando contra a revogação de uma resolução da Secretaria de Meio Ambiente que detalhava regras para a realização do Programa de Regularização Ambiental (PRA) do Estado. 

Falta clareza à promessa climática

Andrea Azevedo, Mario Mantovani e Paulo Barreto

O Brasil apresentará na 21ª Conferência do Clima, em Paris, seu plano de controle de emissões de gases estufa até 2025, a INDC. Ela traz alguns avanços – o maior é reconhecer que é necessário descolar o desenvolvimento de um país do aumento de queima de combustíveis fósseis. Porém, questões que tangem as florestas preocupam.

Compensação inteligente pode ampliar medidas de conservação na aplicação do Código Florestal

Aldem Bourscheit e Frederico Machado

Apesar de retrocessos na função socioambiental das propriedades privadas, o novo Código Florestal trouxe instrumentos que, quando efetivados, podem mudar para melhor a gestão e a sustentabilidade do setor rural. Entre eles estão o cadastro e a regularização ambiental de todas as fazendas, assentamentos e demais parcelas de terra destinadas à produção.

Falta de chuvas prejudica trabalho de recuperação de florestas em São Paulo

São Paulo, 15 de abril de 2015 - Os plantios de florestas normalmente são feitos no verão, período com a previsão de chuva entre outubro e março. Mas, nos dois últimos anos, tem chovido menos que o normal, o que afetou vários projetos de recuperação florestal realizados pela Iniciativa Verde como o Plantando Águas, implementado no interior de São Paulo.

Comissão de Meio Ambiente rejeita reflorestamento de APPs com frutíferas

A Comissão de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável rejeitou, na quarta-feira (29), proposta que altera o Código Florestal (Lei 12.651/12) para permitir o uso de árvores frutíferas na recomposição de Áreas de Preservação Permanente (APPs) -  vegetação nas margens de rios, encostas, topos de morro etc.

De acordo com o Código Florestal, a recomposição de APPs deve ser feita com o plantio de espécies nativas, uma combinação entre a regeneração e o plantio de mata nativa ou o plantio intercalado de espécies nativas com outras lenhosas, perenes ou de ciclo longo.